
O Centro Global de Tecnologia (CGT) que a britânica BG Group começará a construir em breve no Rio de Janeiro vai nascer com uma meta ambiciosa: tornar-se um polo de excelência no Brasil para a indústria mundial de petróleo e gás. O CGT é a ponta-de-lança da política de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da BG no país, com investimento estimado em US$ 2 bilhões até 2025. Uma referência para a empresa do que será possível fazer em termos de P&D no mercado brasileiro vem do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos (SP). "O ITA transformou-se em um dos grandes centros de tecnologia aeronáutica do mundo", compara Henrique Rzezinski, vice-presidente de assuntos corporativos e de políticas públicas da BG Brasil.O plano da BG é fazer do Centro Global de Tecnologia um grande polo de pesquisa e desenvolvimento para o setor de petróleo e gás. O CGT vai operar em parceria com universidades e centros de pesquisa no país e estará integrado, via alianças, a uma rede de centros de excelência em petróleo e gás pertencentes a universidades em diferentes países, como Inglaterra, Estados Unidos e Escócia. A escolha do Brasil para sediar o CGT se relaciona com o fato de que, até o fim da década, a BG deverá estar produzindo no país 600 mil barris de óleo equivalente (BOE) por dia, o que tende a fazer da empresa a maior produtora de petróleo do mercado brasileiro, atrás da Petrobras. As obras do CGT devem começar entre o fim de junho e o início do segundo semestre, e o objetivo é ter o centro operacional em meados de 2013. Fonte:Valor
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