Mostrando postagens com marcador FGV. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador FGV. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de março de 2012

FGV Direito Rio recebe selo ISO 9001

A Bureau Veritas Certification concedeu o selo ISO 9001 ao Programa de Pós-graduação da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV Direito Rio). Foram avaliados os processos de desenvolvimento e de realização dos cursos de educação continuada de curta duração e de pós-graduação lato sensu. Entre 2003, quando foi criada a primeira turma, até 2011, a FGV Direito Rio já formou 1.078 alunos na pós-graduação e 2.420 alunos nos cursos de educação continuada. A certificação tem como objetivo atestar a eficiência e aperfeiçoar a excelência dos processos, garantindo a melhoria contínua do sistema. “O selo ISO 9001 é um símbolo de expertise profissional para o mercado. A certificação se traduz em mais confiança para os nossos alunos, parceiros e fornecedores, além de reforçar o nosso comprometimento com a qualidade e a excelência”, explica o coordenador da pós-graduação da FGV Direito Rio, Rafael Almeida. A International Organization for Standardization (ISO) é uma organização não-governamental que trabalha no desenvolvimento de padrões internacionais de qualidade. O selo ISO 9001:2008 concedido pelo Bureau Veritas foi acreditado pelo INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, pelo ANAB - ANSI-ASQ National Accreditation Board, que é o órgão de acreditação norte-americano para sistemas de gestão, e pelo UKAS - United Kingdom Accreditation Service, do Reino Unido. Atualmente, os cursos de pós-graduação oferecidos pela FGV Direito Rio são LL.M Litigation - Novos Desafios dos Contenciosos; Direito do Estado e da Regulação; Direito Empresarial; Direito Tributário; e Direito Societário e Mercado de Capitais. Todos totalizam a carga horária de 360 horas. Já os cursos de educação continuada, de 60 horas, que serão oferecidos no primeiro semestre deste ano são Direito dos Contratos; Direito Empresarial do Trabalho; Contabilidade Geral e Tributária para Advogados; Processo Civil e a Reforma do CPC ; Direito do Seguro e Resseguro; Legal English: Contracts and Litigation.Fonte:Fator

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

FGV DIREITO RIO participa dos Fundos de Investimentos Climáticos do Banco Mundial

O Programa em Direito e Meio Ambiente (PDMA) da FGV DIREITO RIO foi selecionado como o único observador da América Latina no Programa de Investimentos em Florestas (Forest Investment Program, FIP), um dos Fundos de Investimentos Climáticos do Banco Mundial. Como representante da sociedade civil organizada, o PDMA vai ser responsável por comunicar e compartilhar informações sobre assuntos-chave e atividades do Comitê do FIP às demais instituições brasileiras e latino-americanas. A escolha foi feita por seleção pela Comissão dos Fundos seguida por uma votação da sociedade civil.A pesquisadora do PDMA, Maria Fernanda Gebara, explica a importância dessas atividades realizadas pelo fundo. "Os fundos climáticos do Banco Mundial ajudam os países em desenvolvimento a crescer em uma economia de baixo carbono. Com este apoio, 46 nações estão iniciando transformações em tecnologias limpas, gestão sustentável de florestas, acesso a energia renováveis, dentre outras ações. O Fundo Climático Estratégico possui três diferentes programas, incluindo o FIP, que é governado por um comitê que monitora suas operações, junto ao qual o PDMA trabalhará como observador da sociedade civil", destaca.O FIP colabora com países em desenvolvimento a reduzir suas emissões por desmatamento e degradação ambiental por meio de financiamento para manutenção e provisão de serviços ambientais e florestais. De acordo com Gebara, a maior parte das emissões brasileiras é causada pelo desmatamento, principalmente para a expansão da agricultura de soja e a pecuária. "Mecanismos de incentivos econômicos e o aporte de recursos para a manutenção da floresta em pé são de extrema importância para modificar os atuais padrões de desmatamento e gerar alternativas para atores locais", explica a pesquisadora.Atualmente, oito países – Brasil, Burkina Faso, Congo, Gana, Indonésia, Laos, México e Peru – recebem recursos do FIP. Para o Brasil há uma pré-alocação de US$ 50 a 70 milhões, sendo US$ 37 milhões em doações e o restante para empréstimos. O programa brasileiro tem um comitê técnico de discussão dentro do FIP composto pelos Ministérios do Meio Ambiente, Agricultura, Fazenda e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, além da FUNAI/MJ e Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. É prerrogativa do FIP-Brasil a elaboração do plano de investimento a partir do diálogo com a sociedade.Os Fundos de Investimentos Climáticos são financiados pelo Banco de Desenvolvimento da África, o Banco de Desenvolvimento da Ásia, o Banco para Reconstrução e Desenvolvimento da Europa, o Banco de Desenvolvimento Inter-Americano e o Banco Mundial.Fonte: Migalhas