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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Reservas de petróleo e gás do país poderão chegar a 30 bilhões de barris nos próximos anos

A incorporação das reservas ainda não provadas do pré-sal e os 5 bilhões de barris repassados pela União na cessão onerosa elevarão as reservas brasileiras de petróleo e gás para 30 bilhões de barris, nos próximos anos, disse ontem (15) gerente executivo de Desenvolvimento da Produção da Petrobras, Osmond Coelho Júnior, no 24º Fórum Nacional, no Rio de Janeiro. Em 2011, as reservas totalizaram 15 bilhões de barris. O gerente declarou ainda que a área total do pré-sal atinge 150 quilômetros quadrados, “três vezes o tamanho do estado do Rio de Janeiro”, com largura de 200 quilômetros. Esse depósito do pré-sal foi batizado pelos técnicos da Petrobras de “picanha azul”, revelou. Para que a empresa possa explorar todo esse potencial, Coelho Júnior ressaltou a importância dada pela empresa à inovação tecnológica. “A Petrobras enxerga pesquisa e desenvolvimento como um passo inicial para capacitar a engenharia e ter os benefícios do conhecimento mais à frente”. Ele acrescentou que o objetivo é suprir a estatal de soluções para as suas demandas. Em 2010, o investimento da estatal em pesquisa e desenvolvimento somou US$ 1 bilhão, o equivalente a 0,8% da receita bruta daquele ano. Em 2011, o valor subiu 50%, atingindo US$ 1,5 bilhão, o que correspondeu a 0,9% da receita bruta. Coelho Júnior ressaltou também o aspecto da sustentabilidade. Como se trata de uma indústria poluidora, ela “tem que trabalhar a sustentabilidade como pano de fundo”, admitiu. Destacou que para continuar avançando nas tarefas, o conceito estabelecido pela presidenta da Petrobras, Graça Foster, é “vazamento zero”. O gerente executivo disse que o pré-sal pode alavancar o desenvolvimento tecnológico da Petrobras. Os desafios nessa área incluem a padronização de projetos, a concepção de sistemas mais simples, aumento da competitividade em relação aos projetos de companhias estrangeiras, conteúdo nacional e sustentabilidade.Fonte:TN

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Queiroz Galvão tem maior lucro entre as petroleiras privadas

Entre as principais empresas brasileiras privadas do setor de petróleo com ações negociadas em Bolsa -QGEP, da Queiroz Galvão; OGX, do empresário Eike Batista; e HRT, do empresário Márcio Mello-, o melhor resultado ficou com a QGEP, mais antiga e única que já produz. A QGEP, que é a sétima maior operadora do país e tem participação de 45% no campo de Manati, no qual é sócia da Petrobras, teve lucro de R$ 69,2 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 72% em relação ao mesmo período do ano passado. A empresa está também em blocos na bacia de Santos (BM-S-8 e BM-S-12) em parceria com a estatal e é operadora dos blocos BM-J-2 (bacia do Jequitinhonha) e BS-4 (bacia de Santos).A QGEP produziu em março 2,3 milhões de metros cúbicos diários de gás natural, ou 15 mil boe (barris de óleo equivalente), ficando atrás só da Petrobras na produção de gás natural no país. Já a OGX, que iniciou este ano produção no campo de Waimea, agora denominado Tubarão Azul, registrou prejuízo de R$ 144,8 milhões. A perda foi quase três vezes maior que há um ano, de R$ 33,8 milhões, refletindo a condição pré-operacional da companhia, parte do grupo de Eike Batista. A HRT, apesar de também pré-operacional, obteve no primeiro trimestre do ano lucro de R$ 53,3 milhões, depois de ter registrado prejuízo de R$ 13,8 milhões no mesmo trimestre de 2011. O resultado é explicado por uma operação financeira de compra e venda de ativos na qual obteve lucro de R$ 186 milhões. Fonte:Folha, mercado

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Shell prevê perfurar de 8 a 12 poços no Brasil até 2013

A Shell concluiu em abril a realização de sísmicas na bacia de São Francisco (MG), e deve começar a perfuração no início do ano que vem. A sonda para perfuração está em fase de contratação.A afirmação foi feita pelo presidente da companhia, André Araújo. De acordo com o executivo, nos próximos 18 meses, a empresa prevê perfurar de 8 a 12 poços no Brasil. Araújo destacou que o crescimento no país é um dos focos. "Nesse projeto [na bacia de São Francisco], acabamos de terminar a sísmica e ainda estamos analisando o resultado para definir a melhor localização para fazer a primeira perfuração", disse Araújo, que participou de seminário sobre gás natural, do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), no Rio de Janeiro.Araújo, que preferiu não especificar onde os próximos poços da companhia serão furados, explicou que eles serão distribuídos pelos locais de exploração e produção no país, incluindo os campos de Bijupirá e Salema, na bacia de Campos; o Parque das Conchas, no bloco BC-10, também em Campos; e o BMS-54, em fase de exploração, na bacia de Santos."[No BMS-54] Estamos analisando os dados de teste de produção que nós fizemos e que foram encerrados no fim de março e início de abril", disse Araújo. "Nós identificamos hidrocarbonetos no nosso bloco 54. Esse bloco é em parceria com a Total, ele fica na região do pré-sal", completou.No Parque das Conchas o objetivo é aumentar a produção para recuperar o declínio registrado.Novos leilões no BrasilAraújo voltou a defender a realização de leilões de áreas para a exploração e produção de petróleo. "Nós queremos os leilões. A Shell acha que os leilões trazem grandes benefícios para o país, à medida que você traz recursos, gera empregos e, sem dúvida nenhuma, desenvolve o mercado energético no Brasil", disse o executivo. "Eu espero que os leilões saiam logo na decisão do governo", completou."Posso assegurar que a empresa tem um interesse estratégico no país, interesse estratégico de crescer aqui", disse Araújo. "O Brasil é um país que tem demonstrado respeito às regras, e está extremamente bem colocado no grupo em relação a possibilidade de crescimento", afirmou.Produção mundialA Shell planeja produzir, neste ano, mais gás do que óleo em todo o mundo. De acordo com o executivo, o crescimento da produção de energia, aliado às baixas emissões de gases do efeito estufa, é um dos grandes desafios da indústria. Além disso, Araujo destacou que a companhia tem feito descobertas importantes de gás pelo mundo."A gente já reconhece, há bastante tempo, que o gás, dos combustíveis fósseis, é o mais limpo", disse Araújo.No Brasil, a maior produção deve continuar sendo de óleo. Segundo o executivo, apenas depois dos próximos leilões de energia a Shell saberá qual será a característica do crescimento no país, a depender os blocos que serão ofertados. Fonte: Valor

quinta-feira, 10 de maio de 2012

YPF se espelhará na Petrobras, diz governo

Em viagem aos EUA, o vice-presidente argentino, Amado Boudou, declarou na terça-feira (8) que a recém-estatizada petroleira YPF está aberta a investidores estrangeiros e mostrou interesse em uma eventual parceria com a brasileira Petrobras."A presidenta Cristina Fernández de Kirchner foi clara: essa YPF que virá é competitiva, profissional e aberta a joint-ventures com firmas públicas ou privadas de capital argentino ou estrangeiro", afirmou Boudou a jornalistas brasileiros após discursar no Departamento de Estado na Conferência das Américas."Nesse sentido, temos alianças estratégicas com o Brasil que sem dúvida vamos poder avançar". Boudou não deu detalhes, mas afirmou que contatos com eventuais parceiros começariam "logo" e disse que o formato de eventuais parcerias (com a Petrobras ou outras) seria decidido caso a caso.Segundo o jornal "Financial Times", a espanhola Repsol enviou cartas às concorrentes ameaçando-as com ações legais caso fechem negócio com a petroleira argentina.A YPF, que tinha 51% de suas ações nas mãos da Repsol, foi expropriada pelo governo argentino há duas semanas por iniciativa da presidente e com aval do Congresso.No evento que reuniu executivos, empresários e políticos americanos e latino-americanos no Departamento de Estado, Boudou se esforçou para retratar seu país como confiável para investidores estrangeiros.A plateia reagiu questionando o episódio da YPF, as alegações de protecionismo que levaram a União Europeia e outros 18 governos a enviarem uma carta à Organização Mundial do Comércio pedindo atenção com Buenos Aires e o calote do país no Clube de Paris de credores internacionais em 2001.Amado Boudou afirmou que a Chancelaria estuda uma resposta à carta entregue à OMC, e repetiu que o país havia aumentado suas importações mais do que 30% em 2011. Sobre o Clube de Paris, o vice-presidente desconversou: "não chegamos a uma solução, mas estamos na mesa de negociação".Nos Estados Unidos desde a noite de segunda-feira (7), o vice de Cristina Kirchner confirmou que manterá reuniões com executivos, mas evitou detalhes.Na terça, o engenheiro Miguel Matias Galuccio foi oficializado gerente-geral da YPF no período de transição, segundo informações do governo argentino. Fonte: Diário do Nordeste

Novas ligas metálicas trazem inovação para produção de energia e exploração de óleo e gás

Novos materiais com aplicações em áreas diversas como petróleo, energia e biomedicina, estão sendo desenvolvidos e caracterizados por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Entre os exemplos estão uma liga de magnésio com estrutura em escala nanométrica (da bilionésima parte do metro) capaz de absorver e aprisionar hidrogênio de forma segura, liberando-o somente quando aquecida. E uma liga metálica que possui maior resistência à corrosão e ao desgaste do que os metais convencionais. Possibilidades de desenvolvimento dessa nova classe de ligas metálicas, que englobam as ligas amorfas, metaestáveis e nanoestruturadas, foram apresentadas na First São Carlos School of Advanced Studies in Materials Science and Engineering (SanCAS-MSE) - Primeira Escola São Carlos de Estudos Avançados em Engenharia e Ciências dos Materiais, realizada entre os dias 25 e 31 de março.Realizado no âmbito da Escola São Paulo de Ciência Avançada (ESPCA), modalidade de apoio da Fapesp, o evento foi organizado pelo Departamento de Engenharia e Ciências dos Materiais (DEMa) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sob a coordenação dos professores Edgar Zanotto, Elias Hage Junior e Walter José Botta Filho.Por meio de um Projeto Temático, realizado com apoio da Fapesp, os pesquisadores do DEMa começaram a desenvolver e a caracterizar nos últimos anos ligas metálicas com melhores propriedades mecânicas do que os metais convencionais, conferidas pelo processo de resfriamento a que são submetidas.Ao serem resfriadas rapidamente em sua fase líquida, na faixa de 1 milhão de graus por segundo, os átomos que compõem a estrutura dessas ligas não têm tempo de se rearranjar de maneira ordenada e formar uma estrutura cristalina de pequenos aglomerados de átomos, como a dos metais convencionais. Em função disso, em estado sólido essas novas ligas retêm a mesma estrutura desordenada dos átomos em estado líquido (amorfo).Por terem sido resfriadas rapidamente, as ligas metálicas amorfas também permanecem em uma condição de metaestabilidade - em que não estão na condição energética mais estável para elas.Dessa forma, além de apresentar uma série de propriedades diferenciadas dos materiais convencionais, como maior resistência, quando voltam à sua condição de equilíbrio também podem resultar em novas microestruturas, formando, por exemplo, grãos cristalinos na escala nanométrica.“Essa condição amorfa confere propriedades muito interessantes ao metal, que são muito próximas às de um vidro. Ele se torna frágil, mas ao mesmo tempo também passa a ter uma resistência extremamente elevada”, disse Botta Filho, coordenador do projeto, à 'Agência Fapesp'.De acordo com ele, uma das aplicações dessas novas ligas metálicas nanoestruturadas é na armazenagem sólida de hidrogênio. Os pesquisadores estão desenvolvendo no âmbito do projeto protótipos de tanques de armazenagem de hidrogênio, compostos por ligas de magnésio nanoestruturadas, que são capazes de aprisionar o gás de forma segura para ser posteriormente utilizado para geração de energia.Ao ser injetado no tanque de armazenagem, o hidrogênio reage com o magnésio das ligas que compõem o compartimento e forma um hidreto metálico que se decompõe quando aquecido a uma determinada temperatura, liberando o gás para ser queimado, por exemplo, em um motor a combustão ou em uma célula a combustível para geração de energia.“Essa é uma alternativa muito interessante de armazenar hidrogênio que pode ser utilizada para substituir os cilindros de alta pressão utilizados para aprisionar o gás, que são extremamente pesados”, disse Botta Filho.Ligas amorfasOutra aplicação das ligas metálicas desenvolvidas e caracterizadas pelos pesquisadores está no recobrimento de tubos para extração de óleo e gás utilizados pelas indústrias petrolíferas, que costumam apresentar problemas de corrosão e se degradam com o tempo.“Na tentativa de solucionar o problema, vários tipos de recobrimentos têm sido utilizados. Somente nos últimos anos, porém, as ligas de metais amorfas, que apresentam excelentes propriedades de resistência à corrosão e ao desgaste, têm sido avaliadas para essa finalidade”, disse Botta Filho.“Desenvolvemos ligas metálicas amorfas que apresentam maior resistência à corrosão e ao desgaste e agora estamos aplicando-as em superfícies de metais tipicamente utilizados em tubulações”, disse.O grupo também estuda a utilização de ligas metálicas para o desenvolvimento de implantes biomédicos biodegradáveis. Feitas de elementos como cálcio, magnésio e zinco, as ligas metálicas podem ser utilizadas na fabricação de parafusos para ossos, por exemplo, que após um determinado tempo são absorvidos pelo organismo.“Ligas metálicas para essa finalidade estão sendo testadas em animais por cientistas na Suíça, e o desempenho tem sido muito bom”, disse o pesquisador.Outras ligas metálicas também desenvolvidas pelos pesquisadores poderão ser utilizadas em pinos de implantes dentários. Feitas de titânio nanoestruturado, as novas ligas permitem diminuir muito a espessura dos pinos convencionais, mantendo a mesma resistência mecânica. Por conta disso, invadem menos o organismo do paciente.“Esse tipo de pino de titânio nanoestruturado já está em fase de aprovação no FDA (a agência regulamentadora de alimentos e fármacos dos Estados Unidos)”, disse Botta Filho. Fonte: Agência Fapesp

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Petrobras alcança produção total de petróleo e gás de 2,6 milhões (boed) em março

A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras, em março, no Brasil e no exterior, foi de 2.599.969 barris de óleo equivalente por dia (boed). Os campos localizados no Brasil produziram, em média, 2.346.477 de boed. No exterior, a produção foi de 253.492 boed.Do total produzido no Brasil, 1.993.222 barris/dia foram exclusivamente de petróleo. A produção de gás natural alcançou 56 milhões 163 mil metros cúbicos/dia. No exterior, a produção média de petróleo chegou a 151.077 barris por dia. E a de gás natural a 17 milhões e 400 mil metros cúbicos/dia.Paradas para manutenção das plataformas P-51, no campo de Marlim Sul, P-57, no campo de Jubarte, e FPSO Brasil, no campo de Roncador, assim como a interrupção da produção do campo de Frade, operado pela Chevron, todos na Bacia de Campos, ocasionaram redução de 105 mil barris por dia (5%) na produção nacional, em relação ao mês anterior, quando foram produzidos 2.455.636 boed. Destaques de março - Um dos destaques nas atividades de produção no Brasil, em março, foi o início de operação do teste de longa duração (TLD) na área informalmente conhecida como Oliva, no pós-sal da Bacia de Campos, entre os campos de Pampo e Espadarte. Essa área, descoberta após a perfuração do poço 3-RJS-670 em maio de 2010, aponta para volumes recuperáveis estimados em 246 milhões de barris.O principal destaque nas atividades no exterior foi o início da produção no campo de Cascade, com o FPSO BW Pioneer. Ele está localizado a aproximadamente 250 km da costa do Estado da Louisiana, no Golfo do México americano, em profundidade de água de 2500 metros (recorde mundial). A Petrobras é a primeira empresa a empregar uma plataforma do tipo FPSO para desenvolver um campo de petróleo no Golfo do México. Fonte: Fator

OSX atinge caixa consolidado de R$ 1,4 bilhão no 1T12

Início da produção do primeiro óleo da OGX pelo FPSO OSX-1 e aumento da carteira firme de encomendas são destaques no período. A OSX, empresa do setor de unidades e serviços para a indústria offshore de petróleo e gás natural, do Grupo EBX, fechou o primeiro trimestre de 2012 com importantes realizações: iniciou a produção pelo FPSO OSX-1 do primeiro óleo do cliente âncora OGX; assinou um contrato no valor de US$ 732 milhões com o cliente Kingfish para construção de 11 Navios-Tanque (MR- Medium Range); assinou também um contrato no valor de US$ 263 milhões com o cliente Sapura para construção de um navio PLSV (Pipe-Laying Support Vessel); realizou a emissão de títulos de dívida no exterior no valor de US$ 500 milhões (Bonds) para financiamento do projeto e construção do FPSO OSX-3; abriu as inscrições para o programa de capacitação profissional em construção naval realizado pelo SENAI e o ITN - Instituto Tecnológico Naval com 20 mil candidatos; e obteve a encomenda de mais duas novas WHPs pela cliente âncora OGX: WHP-3 e WHP-4. O caixa consolidado da Companhia e de suas controladas em 31 de março de 2012 era de R$ 1,4 bilhão, ante (R$ 1,0 bilhão em 31 de dezembro de 2011). “O primeiro trimestre de 2012 foi marcado por novas e importantes realizações para a OSX. A produção do primeiro óleo do FPSO OSX-1, inaugurando as atividades da OSX Serviços. Dois novos clientes de construção naval com contratos no valor de US$ 1 bilhão aproximadamente. A entrada de novas encomendas firmes para mais duas WHPs de nosso cliente âncora OGX. O início das atividades do ITN - Instituto Tecnológico Naval, com 20 mil candidatos inscritos no programa de qualificação profissional em construção naval, em parceria com Senai-Firjan. A captação de US$ 500 milhões com a emissão de títulos de divida no exterior. Com tudo isso, a OSX segue rumando firme na realização de seu compromisso com o desenvolvimento da produção de petróleo no Brasil” comentou Luiz Eduardo Carneiro, Diretor Presidente da OSX. OSX Construção Naval - As obras da Unidade de Construção Naval do Açu (UCN Açu) no Complexo Industrial do Superporto do Açu em São João da Barra, no norte do Estado do Rio de Janeiro, seguem no ritmo previsto desde seu início em julho de 2011, com estimativa para conclusão no segundo trimestre de 2014. A construção da UCN Açu prevê entregas parciais de importantes seções do estaleiro, o que permitirá à Companhia iniciar parcialmente suas operações já no 1º trimestre de 2013. Carteira de Pedidos da OSX -Com relação a carteira de pedidos da UCN Açu, o ano de 2012 começou de forma bastante positiva. Em fevereiro de 2012, a Sapura contratou a OSX Construção Naval para a construção de um navio lançador de linha (PLSV - Pipe-Laying Support Vessel), no valor aproximado de US$ 263 milhões. Sapura é uma subsidiária integral da Seabras Sapura Participações S/A, subsidiária integral da SapuraCrest Petroleum Berhad, empresa sediada na Malásia, onde lidera o setor de engenharia, transporte offshore e serviços de instalação para a indústria de óleo e gás. Em março de 2012, a Kingfish contratou a OSX Construção Naval para a construção de 11 navios-tanque do tipo MR – Medium Range, de 45.000 TPB (Toneladas de Porte Bruto), destinados ao transporte de petróleo e produtos claros, no valor aproximado de US$ 732 milhões. Essas embarcações serão fretadas pela Kingfish à Petrobras. Como evento subsequente, em abril, a OSX recebeu da OGX uma encomenda para construção e afretamento de duas novas plataformas fixas de produção de petróleo (Wellhead Platforms), WHP-3 e WHP-4, nos termos de Acordo de Cooperação Estratégica vigente entre ambas.Fonte:Fator

Statoil e Rosneft assinam acordo para explorar petróleo na Rússia

A norueguesa Statoil assinou um acordo de cooperação, que pode valer US$ 100 bilhões, com a estatal de petróleo russa Rosneft para desenvolver os recursos energéticos russos praticamente intocados no Ártico. A Statoil se junta à norte-americana ExxonMobil e à italiana Eni, que assinaram acordos similares com a Rosneft no começo do ano passado, em uma corrida para o Ártico russo, após a decisão do governo local de aprovar isenções fiscais para os potencialmente ricos campos de petróleo em alto mar.A Rússia está enfrentando um declínio na produção em suas tradicionais regiões de petróleo e tenta atrair empresas de energia de países do Ocidente com recursos financeiros e conhecimentos para desenvolver os campos do Ártico. O movimento de abertura da região para investidores estrangeiros recebeu apoio do presidente eleito Vladimir Putin, que estava presente na cerimônia de assinatura do acordo neste sábado.O acordo é estruturado de forma parecida com os assinados pela Exxon e pela Eni. A empresa norueguesa criará joint ventures com a parceira russa para explorar os campos no Mar de Barents e no Mar de Okhotsk, ficando com uma participação de 33,33% em cada uma. A Statoil pagará todo o custo da exploração, além de alguns custos históricos e possíveis bônus para a Rosneft. O acordo também prevê participação da Rosneft em projetos da Statoil na Noruega.As duas companhias vão explorar juntas a licença de Perseevsky, na parte russa do Mar de Barents Central, e três licenças - Kashevarovsky, Lisyansky e Magadan-1 - ao norte da ilha de Sakhalin, no Mar de Okhotsk. As quatro licenças correspondem a uma área de mais de 100 mil quilômetros quadrados e podem exigir um investimento entre US$ 65 bilhões e US$ 100 bilhões durante décadas.Outro player ocidental do setor de petróleo, a britânica BP, informou neste sábado que também está interessada em participar de projetos na parte russa do Ártico. A BP só pode investir na Rússia por meio de sua joint venture com um grupo de bilionários locais, a TNK-BP, para evitar uma violação do acordo de acionistas.Fonte:Agência Estado

Petrobras inclui subsidiária holandesa no Programa Progredir

Os fornecedores brasileiros da Petrobras Netherlands B.V. (PNBV), subsidiária da estatal na Holanda, já podem ter acesso ao Programa Progredir, que facilita a oferta de crédito para a cadeia de fornecimento. Também podem participar da iniciativa as empresas que fornecem bens e serviços para a Petrobras Biocombustível, para a Refinaria Abreu e Lima (Rnest) e para o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).O anúncio da inclusão das subsidiárias foi feito pelo diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Barbassa, durante evento realizado nesta segunda-feira (7), na sede da companhia, no Rio de Janeiro. De acordo com o executivo, outras empresas do Sistema Petrobras irão aderir ao programa.O Progredir, que beneficia principalmente as pequenas e médias empresas, viabiliza, de forma ágil e padronizada, a oferta de crédito a custo reduzido para toda a cadeia de fornecimento da Petrobras. Lançado em 6 de junho de 2011, o programa superou a marca de R$ 2 bilhões em financiamentos em abril. Até o início de maio, foram realizadas 442 operações, envolvendo 251 empresas de 19 estados de todas as regiões do Brasil.Minas Gerais é o estado onde as empresas obtiveram o maior volume de recursos junto aos bancos parceiros: R$ 586,8 milhões em 34 operações. Já o Rio de Janeiro é o estado com o maior número de operações: 154, com R$ 550,5 milhões.A iniciativa faz parte das ações estratégicas previstas no Plano de Negócios 2011-2015 para o fortalecimento e ampliação da cadeia produtiva da Petrobras. As empresas beneficiadas realizam todas as operações pela internet, por meio do portal (http://www.progredir.petronect.com.br/), sem envolver recursos da companhia.O Progredir está baseado na criação de condições favoráveis para a concessão de crédito, lastreado nos serviços a serem prestados ou equipamentos a serem entregues à Petrobras, em cada um dos contratos firmados entre os participantes da cadeia de suprimentos. Assim, qualquer fornecedor ou subfornecedor da companhia está apto a integrar o Progredir e poderá antecipar uma parcela dos seus recebíveis por meio dos bancos parceiros do programa.Fonte:TN

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Subsea 7 desenvolve suporte inovador para projeto da Petrobras

Subsea 7 está projetando um novo conceito de configuração de riser para o desenvolvimento do campo Guara-Lula NE nas águas profundas da bacia de Santos. A Petrobras concebeu a idéia por trás do sistema de flutuação, que envolve a implantação de bóias submersas em um nível abaixo do FPSO. Após um concurso de design, a Subsea 7 foi nomeada para assumir o projeto como parte de um contrato SURF de US$ 1 bilhão. O escopo do projeto inclui engenharia, suprimento, instalação e pré-comissionamento de quatro sistemas dissociados BSR, a serem instalados no início do ano que vem em lâmina d'água de mais de 2.100 m. Cada BSR será composto por uma relativamente plana e retangular estrutura em forma de bóia pesando cerca de 2.000 toneladas, instalados a 250 m e submarinos ancorados ao fundo do mar por oito amarras. As bóias irão apoiar um total de 27, 3,9 km de comprimento de risers de aço em catenária (SCRs) suspensos em paralelo verticalmente para o fundo do mar, e conectados ao FPSO via jumpers flexíveis não-ligados. O sistema BSR foi projetado para absorver a dinâmica do FPSO, minimizando as tensões dinâmicas sobre os SCRs. Também parte integrante do sistema BSR é o módulo da Subsea 7, Conexão Angular (ACM), que conecta os jumpers flexíveis para as bóias pré-instaladas. Devido ao grande número de risers instalados, as bóias podem assumir posições diferentes, resultando em um grande intervalo de ângulos. A ACM permite que as conexões sejam feitas em ângulos de desalinhamento de até 15 ° de forma confiável e segura. Fonte:TN

quarta-feira, 2 de maio de 2012

BP planeja 3 novas sondas no Golfo do México em 2012

A BP tem cinco sondas de perfuração no Golfo do México, dois anos após o seu vazamento de petróleo em Macondo, e planeja adicionar mais três até o final de 2012, disse nesta segunda-feira o chefe de desenvolvimento da empresa. Bernard Looney, vice-presidente executivo de desenvolvimento da BP em Londres, disse a executivos na Conferência de Tecnologia Offshore (OTC), a maior feira do setor no mundo, que ocorre anualmente, em Houston, que a perfuração incluirá a avaliação e o potencial exploratório dos poços. Em outubro passado, os reguladores dos EUA concederam à BP a sua primeira licença para perfurar um novo poço desde o maior derramamento de petróleo na história dos EUA, que expeliu mais de 4 milhões de barris na bacia, em 2010.O vazamento ocorreu após o poço de Macondo explodir, causando um acidente na sonda da Transocean que matou 11 homens. A licença para um poço no campo de Kaskida da BP veio depois que os reguladores se mostraram satisfeitos com as práticas de segurança e padrões mais rigorosos da empresa após o derramamento. Kaskida foi uma descoberta de 2006 que pode conter até 3 bilhões de barris de petróleo. As outras licenças são para os campos de Thunder Horse e Atlantis. Na semana passada o CFO da ConocoPhillips, Jeff Sheets, disse a analistas que a operadora do campo Tiber - que é BP - está "antecipando" a avaliação do poço neste ano. A ConocoPhillips é parceira minoritária em Tibre. A BP descreveu a descoberta Tibre no final de 2009 como "gigante" e disse que poderia ser comparável à de Kaskida. A empresa tinha apontado a intenção de perfurar um poço de avaliação em Tiber em 2010, mas a proibição de perfuração após o derramamento de Macondo bloqueou esse plano. Fonte:J.Commércio

terça-feira, 1 de maio de 2012

HRT anuncia descoberta de hidrocarbonetos no poço 1-HRT-6-AM

A HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda. informou, na sexta-feira (27), que encaminhou à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), uma notificação de descoberta de óleo e gás no poço 1-HRT-6-AM, localizado no município de Tefé, estado do Amazonas. A sonda utilizada para perfuração foi a Tuscany-115.Com base em dados de perfilagem, indícios de amostra de calha, detectores de gás e testes de formação a cabo, foram constatados em reservatórios de idade devoniana indícios de hidrocarbonetos em dois intervalos portadores de óleo, com espessura liquida de aproximadamente 4 e 8 metros.Iniciada em 2 de janeiro de 2012, a perfuração alcançou a profundidade final de 3.384 metros, atingindo o embasamento cristalino. O poço será revestido para a realização de testes de formação nos intervalos de interesse, com objetivo de avaliar o potencial de produção dos reservatórios.Fonte: TN

Plataforma de petróleo da Transocean inclina na baía de Guanabara

Uma plataforma de perfuração da empresa Transocean inclinou cerca de três graus, na baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, por volta das 23h de sábado (28). Segundo a Capitania dos Portos, funcionários que estavam na embarcação tiveram que ser resgatados às pressas e levados para o píer Mauá.A Capitania dos Portos não sabe os motivos do acidente. A Transocean afirmou ao órgão que "a inclinação foi causada pela admissão de água em uma das pernas da plataforma".Em nota, a Capitania dos Portos diz que "o fato não causou poluição hídrica e não causa risco à navegação". Não houve feridos.O embarque de água foi controlado. No domingo, dois rebocadores da Marinha utilizavam cabos de aço na tentativa de retornar a plataforma Artic I à sua posição vertical para impedir uma inclinação ainda maior. Até as 13h, a embarcação continuava adernada ligeiramente para um dos lados. Fonte: Folha de São Paulo

Conoco pagará US$ 173 milhões à China por derramamento de óleo

A ConocoPhillips, empresa de energia dos Estados Unidos, terá de pagar à Administração Oceânica Estatal da China US$ 173 milhões por conta de um derramamento de óleo ocorrido em junho na Baía de Bohai, nordeste do país.O repasse será feito no curso dos próximos dois anos, mas o acordo também prevê que a companhia pague US$ 18 milhões a projetos sociais que beneficiem o local afetado. Além disso, a CNOOC, estatal chinesa de exploração petrolífera, vai doar US$ 76 milhões a esses programas.Os projetos iniciais devem focar em melhorias à proteção ambiental marinha e na redução de poluentes na baía, de acordo com informações da Conoco.Em junho do ano passado, aproximadamente 3 mil barris de petróleo e lama foram derramados no mar. O campo de Peng Lai 19-3, com 51% de participação da CNOOC, foi fechado em setembro.Fonte: Valor Online

sábado, 28 de abril de 2012

Lucro da Galp sobe abaixo do esperado no primeiro trimestre

O lucro líquido ajustado da petrolífera portuguesa Galp Energia no primeiro trimestre teve alta anual um pouco abaixo dos 16,5% esperados pelo mercado, para 50 milhões de euros, apoiado na melhoria do desempenho das atividades de exploração e de gás apesar da pressão sobre as margens de refino, anunciou a empresa."Este aumento deveu-se ao melhor desempenho dos segmentos de negócio de exploração e produção e de gás e energia na sequência do aumento da produção proveniente do Brasil, do preço do petróleo, e do aumento dos volumes de gás natural na atividade de trading", informou a Galp em comunicado.A média das estimativas de analistas apontava para um lucro ajustado de 56 milhões de euros.A Galp informou que nos primeiros três meses do ano o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), também ajustado, teve um forte crescimento anual de 47,7%, para 200 milhões de euros. Analistas, em média, esperavam um Ebitda de 208 milhões. Fonte: Agência Reuters

Repsol não vê acordo de gás natural em nova estratégia

A petroleira espanhola Repsol-YPF, que está avaliando suas opções empresariais ante a iminente expropriação de sua filial argentina, disse que não considera em seus novos planos um acordo de gás natural.O jornal 'Cinco Días' publicou nesta sexta-feira (27) que um acionista de peso da companhia, o banco La Caixa, estava preparando uma fusão entre a Repsol e a Gas Natural para evitar qualquer movimento hostil contra a petroleira. Porém, La Caixa, que possui cerca de 12,8% da Repsol-YPF e 35,5% da Gas Natural, também negou que estivesse estudando uma fusão entre as duas empresas.O presidente da Repsol-YPF, Antonio Brufau, disse que apresentará um novo plano industrial em maio. Espera-se que o Congresso argentino aprove na próxima semana uma lei que deixa nas mãos do Estado os 51% da YPF em poder da petroleira espanhola."A Repsol tentará fazer frente a essas questões com seu plano industrial: sua situação financeira e como pode potencializar suas operações 'upstream' (de exploração e produção) depois da YPF", disse Álvaro Navarro, analista de valores do 'Intermoney Valores', em Madri.A Repsol-YPF, que antes centrava suas atividades no refino, comprou a YPF em 1999 para conseguir uma maior margem com a produção de petróleo e gás. A YPF representa a metade da produção do Grupo Repsol, e cerca de 21% de seu lucro líquido. Fonte: Agência Reuters

Exxon Mobil abandona bloco de petróleo na Bacia de Santos

A Exxon Mobil anunciou que está abandonando seu esforço de exploração na Bacia de Santos, epicentro do boom de petróleo do Brasil. Com sede no Texas, a Exxon e suas parceiras Hess e Petrobras "concordaram em abrir mão" do bloco BS-M-22 na Bacia de Santos, disse o porta-voz da petrolífera norte-americana, Pat McGinn. O bloco é o único ativo da Exxon na bacia, considerada uma das maiores descobertas de petróleo nos últimos anos.A Exxon, que está comemorando 100 anos de presença no país, "continuará a procurar novas oportunidades de negócios no Brasil", afirmou McGinn, ao destacar que a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o órgão regulador local, já foi notificada na primeira semana de abril.O bloco BS-M-22, localizado no meio da florescente atividade offshore do petróleo brasileiro, mostrou ser uma grande barreira para a Exxon e seus parceiros. Isso demonstra a dificuldade em desenvolver as grandes reservas offshore do Brasil, já que a maioria delas encontra-se enterrada sob profundas espessuras de camadas de sal.Em dois poços perfurados no bloco, Azulão-1 e Sabiá-1, foi descoberto petróleo, mas outro poço, chamado Guarani, acabou por ser seco. Um típico poço profundo na área pode custar dezenas de milhões de dólares. O Deutsche Bank já estimou que o Guarani pode custar cerca de US$ 150 milhões.Em outubro, a Exxon e seus parceiros haviam procurado trazer um novo sócio para o bloco, para compartilhar o risco de perfurar um novo poço na região, oferecendo uma participação de 25%. A Exxon tem uma participação de 40% no bloco. Hess tem 40% e a Petrobras, 20%. Fonte: Agência Estado

Petrobras e OGX: parceria possível

A presidente Dilma Rousseff e o empresário Eike Batista defenderam na última quinta-feira (26) uma parceria estratégica entre a Petrobras e a empresa OGX (parte do grupo EBX) na área de petróleo e gás. Dilma visitou, ao lado do empresário, as obras do Super Porto de Açu, em São João da Barra, região norte fluminense. Ela também participou da cerimônia que marcou o início da produção de petróleo da OGX na Bacia de Campos.Dilma falou sobre a importância do país ter uma grande empresa nacional, como o grupo EBX, citou uma possível parceria com a estatal e ressaltou a força dos empreendedores públicos e privados.“O nosso país tem, na área de petróleo, um grande poder e uma grande força de soberania. Acredito que não pode haver concorrência no nosso espírito entre duas grandes empresas, como é o caso da Petrobras e da OGX. Ambas se situam em patamares diversos. Agora, ambas podem ganhar muito com uma parceria entre elas. Estou certa que a OGX tem uma grande colaboração a dar no que se refere a obter tecnologia de última geração para o Brasil”, disse Dilma, em trechos de seu discurso.Eike Batista explicou como pode ser feita a parceria entre as duas empresas e informou que o assunto está sendo tratado em reuniões desde a posse da atual presidenta da Petrobras, Graça Foster, em fevereiro deste ano.“O Brasil é tão grande, essas áreas do pré-sal são tão gigantes, se a gente puder se complementar, ajudar um ao outro, tem que ser bom para a Petrobras e bom para a gente. Cabeças que querem criar riquezas juntas vão saber dividi-las juntas”, disse o empresário, que mencionou, inclusive, a possibilidade da criação de uma terceira empresa, que reuniria a OGX e a Petrobras, para atuar no setor energético.Fonte:Agência Brasil

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Americas Petrogas continua em forte expansão

A Americas Petrogas (TSX VENTURE: BOE) ("Americas Petrogas" ou a "Empresa") está ciente dos recentes eventos na Argentina com relação ao governo e à Repsol YPF SA. Nenhum destes eventos afetam a Americas Petrogas. A Empresa, juntamente com os sócios da sua joint-venture, está dando prosseguimento aos planos de exploração, produção e desenvolvimento para os próximos 12 a 18 meses, inclusive a perfuração de aproximadamente 30 poços convencionais e dez poços de xisto voltados principalmente para o xisto de Vaca Muerta e outras formações não convencionais (petróleo de xisto, gás e líquidos de xisto e areais finos). A Empresa anuncia: 1. Início do seu programa de perfuração em Medanito Sur após o recebimento da licença de exploração da província de La Pampa, conforme relatado em 19 de março de 2012;2. Preparação para a perfuração de um poço de xisto em Vaca Muerta em Totoral, Yerba Buena, Bajada Colorada (90% de participação no trabalho) em parceria com a Gas y Petroleo del Neuquen. Estes blocos adjacentes estão localizados na região sudeste da Bacia de Neuquen.3. Na preparação para a parceria, com o sócio da joint-venture, a ExxonMobil, o seu segundo poço profundo nos blocos de Los Toldos focados principalmente na formação de Vaca Muerta e outras formações; e4. Expansão dos locais de petróleo bruto em Medanito Sur para se preparar para a produção extra de petróleo bruto do seu programa de perfuração atual.O Sr. Barclay Hambrook, presidente da Americas Petrogas, comentou: "Todos os nossos blocos estão em dia com exigências das autoridades governamentais. Com o nosso financiamento recente, estamos bem em termos financeiros. A Americas Petrogas dedica-se totalmente em aumentar o valor dos acionistas com a exploração e produção na Argentina. Queremos ampliar a nossa exploração e desenvolvimento com os objetivos de aumento da produção e das reservas nos blocos de petróleo e gás convencionais e não convencionais. No poço de xisto de Huacalera, conforme divulgado anteriormente, os testes estão em andamento". Americas Petrogas Inc. A Americas Petrogas Inc. é uma empresa canadense cujas ações são negociadas na TSX Venture Exchange sob o símbolo "BOE". A Americas Petrogas tem participações convencionais e não convencionais de petróleo de xisto e de gás e em formações de petróleo e de gás em areias apertadas em diversos blocos da Bacia Neuquen na Argentina. A Americas Petrogas tem parceiros de joint venture, incluindo a ExxonMobil e a Apache, em vários blocos do corredor de petróleo e gás de xisto na Bacia de Neuquen, Argentina. A Americas Petrogas também é proprietária de 80% da GrowMax Agri Corp., uma empresa privada que participal da exploração e desenvolvimento potencial de projetos de potássio, fosfatos e outros minérios no Peru. Fonte:Fator

Plano de ação em casos de vazamento de petróleo deve ser finalizado esta semana

A conclusão do Plano Nacional de Contingência (PNC), prometida pelo ministro de Minas e Energia (MME), Edison Lobão, para o dia 20, foi adiada para esta semana. Parte dos técnicos dos 14 ministérios responsáveis pelo documento final, que conterá as medidas que devem ser tomadas em casos de grandes vazamentos de petróleo em águas, pediram ajustes no texto.Segundo a assessoria de imprensa do MME, serão feitas alterações de redação que não vão representar grandes mudanças no conteúdo do PNC. Esta semana, Edison Lobão explicou, durante uma audiência no Senado, que o plano prevê parâmetros de proporção de acidentes e formas de reduzir impactos dos vazamentos no meio ambiente.O documento também deve definir qual deve ser a ação de órgãos como a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Marinha e a própria empresa responsável pela exploração de petróleo no local. Uma das últimas questões definidas pelos técnicos foi a origem do dinheiro para colocar em prática as medidas. O ministro Edison Lobão explicou que todos os ministérios terão participação de recursos.O texto final ainda não foi divulgado e precisa do aval dos ministros das 14 pastas, entre elas, os ministérios do Meio Ambiente, do Planejamento e de Minas e Energia, e do Comando da Marinha. Com a aprovação do documento técnico, o PNC será encaminhado para a Casa Civil, da Presidência da República, que publicará um decreto regulamentando a norma.Fonte: Agência Brasil