sábado, 28 de abril de 2012

Spain seeks Brazil to help on negotiation with Argentina

Spain will not suspend or limit purchases of Argentine products in retaliation for the Kirchner government's decision to nationalize the shares of YPF oil company, but hopes to bring Argentina to the largest possible number of lawsuits in courts. The Deputy Minister of International Cooperation and Spanish for Latin America, Jesús Gracia, came to ask the Brazilian government to help convince Argentina on the importance of the neighboring country to pay for the assets of Repsol. 'We will comply with all standards of the World Trade Organization, "he said. Cristina, in her turn, has announced last week that they would return to Argentina's shares acquired by Spain's Repsol YPF in the process of privatization in decade of 1990 . Prior to the expropriation, the shares were 57.43% of Repsol, 25.46% of the Argentinean Group Petersen and 17.11% listed on the stock exchange. With the expropriation, 26.03% of the shares will be in the hands of the federal state and other 24.99% goes to argentine provinces where the oil and gas are explored. Gracia denied that Spain government will try to delete Argentina of negotiations on a free trade agreement between the EU and Mercosur (which also meets Uruguay and Paraguay). But he said that 'it does not work' the EU should look for alternatives, just as an agreement with Brazil. 'It is an agreement that promotes Spain since the beginning, but if anyone does not want it to work, we have to look elsewhere. If not with Mercosur, we have to look for Brazilian government. ' Source: Estadão Translation:EGE

Petrobras quer menos impostos para o etanol

Com o seu plano de investimento voltado para usinas "energéticas", dedicadas à produção de etanol e de energia elétrica, a Petrobras Biocombustível (Pbio) pede redução de impostos para tornar o negócio lucrativo. O tratamento tributário diferenciado entre gasolina e etanol é uma reclamação antiga do setor, mas ainda não havia sido encampado pela Petrobras, que não faz parte da Unica. Segundo a entidade, a taxação sobre o etanol, por quilômetro rodado, supera à do combustível de origem fóssil. Essa distorção é apontada, inclusive por Rossetto, como um dos motivos da perda de competitividade do etanol."As usinas 100% alcooleiras estão com baixo rendimento", disse Rosseto, em Florianópolis (SC), onde participou do seminário Energia + Limpa, do Instituto Ideal. Todos os "greenfields" (projetos a partir do zero) da Petrobras são voltados exclusivamente a etanol e energia. Só as unidades operadas em parceria fazem açúcar. A situação preocupa e pode, no longo prazo, desestimular novos investimentos da estatal. "A Petrobras investe em projetos com rentabilidade. Nossos investimentos precisam ter retorno econômico", diz Rossetto. A reivindicação tributária envolve também a produção de energia produzida a partir da queima do bagaço da cana, que perdeu espaço para a eólica nos últimos leilões de fontes alternativas. Fonte: Folha

Espanha pede ajuda ao Brasil para negociar com a Argentina

A Espanha não vai suspender ou limitar as compras de produtos argentinos em retaliação à decisão do governo Cristina Kirchner de estatizar as ações que a petroleira Repsol tinha na YPF, mas pretende levar os argentinos para o maior número de tribunais possível. O vice-ministro espanhol de Cooperação Internacional e para a América Latina, Jesús Gracia, veio pedir que o governo brasileiro ajude a convencer a Argentina sobre a importância de o país vizinho pagar pelos ativos da Repsol. 'Vamos cumprir com todas as normas da Organização Mundial do Comércio', disse. Cristina anunciou na semana passada que voltariam para a Argentina as ações da YPF adquiridas pela espanhola Repsol no processo de privatização nos anos 90. Antes da expropriação, 57,43% das ações eram da Repsol; 25,46% do argentino Grupo Petersen e 17,11% cotados na bolsa. Com a expropriação, 26,03% das ações ficarão nas mãos do Estado federal e outros 24,99% passam às províncias petrolíferas. Gracia negou que seu governo vá tentar excluir a Argentina das negociações de um acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul (que também reúne Uruguai e Paraguai). Mas ressaltou que se 'isso não funcionar' a UE deveria buscar alternativas, como um acordo só com o Brasil. 'É um acordo que a Espanha promove desde o início, mas se há alguém que não quer que funcione, temos de buscar outras alternativas. Se não funcionar com o Mercosul, temos de ver com o governo brasileiro.' Fonte:Estadão

Importador é responsável por tributos sobre bem importado locado irregularmente

Em uma disputa entre a fazenda nacional e uma empresa médica, o STJ decidiu em favor de uma empresa, anulando seu débito fiscal
Quando um bem importado com isenção de impostos é locado antes dos cinco anos previsto no artigo 137 do Decreto 91.030/85, os tributos devem ser pagos e são de responsabilidade originária do importador e não do locador. A decisão é da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em disputa entre uma empresa médica e a fazenda nacional.
Ambas recorreram ao STJ contra julgado do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). Os magistrados de segundo grau entenderam que havia responsabilidade solidária entre a empresa e o importador.

Afirmaram que a isenção do bem era vinculada apenas ao importador e, como houve locação, seriam devidos o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto de Importação ante o uso irregular do bem por entidade não beneficiada pelo regime de isenção.
O TRF5 também considerou que, por haver solidariedade entre o locador e o importador, a Receita Federal poderia escolher qualquer um dos devedores para arcar com os tributos e não haveria ilegalidade em apenas o locador ser inscrito em dívida ativa. A decisão considerou ainda que não caberiam acréscimos moratórios, pois o crédito tributário ainda não teria
sido definitivamente constituído.

No recurso ao STJ, a empresa alegou não haver solidariedade onde não há devedor principal e que a Certidão de Dívida Ativa (CDA) seria nula, pois o locador do bem importado não constaria como devedor principal, conforme exigido pelo artigo 202, inciso I, do Código Tributário Nacional (CTN).

A empresa também apontou ofensa ao artigo 896 do Código Civil, que determina que o título de crédito não pode ser reivindicado se o portador o adquiriu de boa-fé e seguindo as normas que
disciplinam a sua circulação. Já a fazenda afirmou que, de acordo com o artigo 161 do CTN, os juros moratórios devem contar a partir do vencimento do crédito tributário.
Responsável tributário
O ministro Francisco Falcão, relator do processo, concluiu haver solidariedade de fato, pois o locador teria interesse comum na situação. “Não obstante, ao lançar o auto de infração, a fazenda
nacional não incluiu o responsável tributário principal (o importador), atacando diretamente o locatário”, destacou o ministro.O relator afirmou que o artigo 121 do CTN explicita que o sujeito passivo da obrigação é o responsável pelo pagamento do tributo. Já que o responsável pelo imposto de importação é o importador e sendo dele a responsabilidade pela burla à isenção, é contra ele que dever ser emitido o auto de infração. Falcão apontou que o STJ já reconheceu que a responsabilidade tributária deve ser atribuída ao contribuinte de fato, autor do desvio, e não ao terceiro de boa-fé, como na hipótese dos autos, em que o locador não tem como verificar a origem fiscal do aparelho.

A possibilidade de a fazenda indicar responsável solidário foi reconhecida pelo ministro Falcão. Entretanto, ele observou, o importador é parte legítima para responder pelo tributo e, por isso,
deve constar no auto de infração. “Tanto é assim que o artigo 134 do CTN expressamente dispõe que, nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo contribuinte, respondem solidariamente os que intervieram ou se omitiram”, afirmou.
Considerando que o caso não tratava de solidariedade estrita, a Turma seguiu o voto do relator para dar provimento ao recurso especial da empresa, anulando o débito fiscal, de forma que o recurso da fazenda ficou prejudicado.

REsp 1294061

Lucro da Galp sobe abaixo do esperado no primeiro trimestre

O lucro líquido ajustado da petrolífera portuguesa Galp Energia no primeiro trimestre teve alta anual um pouco abaixo dos 16,5% esperados pelo mercado, para 50 milhões de euros, apoiado na melhoria do desempenho das atividades de exploração e de gás apesar da pressão sobre as margens de refino, anunciou a empresa."Este aumento deveu-se ao melhor desempenho dos segmentos de negócio de exploração e produção e de gás e energia na sequência do aumento da produção proveniente do Brasil, do preço do petróleo, e do aumento dos volumes de gás natural na atividade de trading", informou a Galp em comunicado.A média das estimativas de analistas apontava para um lucro ajustado de 56 milhões de euros.A Galp informou que nos primeiros três meses do ano o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), também ajustado, teve um forte crescimento anual de 47,7%, para 200 milhões de euros. Analistas, em média, esperavam um Ebitda de 208 milhões. Fonte: Agência Reuters

Repsol não vê acordo de gás natural em nova estratégia

A petroleira espanhola Repsol-YPF, que está avaliando suas opções empresariais ante a iminente expropriação de sua filial argentina, disse que não considera em seus novos planos um acordo de gás natural.O jornal 'Cinco Días' publicou nesta sexta-feira (27) que um acionista de peso da companhia, o banco La Caixa, estava preparando uma fusão entre a Repsol e a Gas Natural para evitar qualquer movimento hostil contra a petroleira. Porém, La Caixa, que possui cerca de 12,8% da Repsol-YPF e 35,5% da Gas Natural, também negou que estivesse estudando uma fusão entre as duas empresas.O presidente da Repsol-YPF, Antonio Brufau, disse que apresentará um novo plano industrial em maio. Espera-se que o Congresso argentino aprove na próxima semana uma lei que deixa nas mãos do Estado os 51% da YPF em poder da petroleira espanhola."A Repsol tentará fazer frente a essas questões com seu plano industrial: sua situação financeira e como pode potencializar suas operações 'upstream' (de exploração e produção) depois da YPF", disse Álvaro Navarro, analista de valores do 'Intermoney Valores', em Madri.A Repsol-YPF, que antes centrava suas atividades no refino, comprou a YPF em 1999 para conseguir uma maior margem com a produção de petróleo e gás. A YPF representa a metade da produção do Grupo Repsol, e cerca de 21% de seu lucro líquido. Fonte: Agência Reuters

Respaldo de Dilma fortalece Graça na troca de diretores

Da rede de silêncio montada na quinta-feira (26) na sede da Petrobras, centro do Rio, e adjacências sobre a troca de nomes em três diretorias da estatal uma mensagem insistiu em transpirar: a de que a presidente da empresa, Graça Foster, devidamente respaldada pela presidente da República, Dilma Rousseff, quer colocar nas estratégicas diretoria de Abastecimento e de Serviços nomes da sua confiança pessoal, admitindo deixar para a barganha política a esvaziada diretoria Internacional, que permaneceria com o PMDB. Os nomes dos novos diretores serão conhecidos ainda nesta sexta-feira (27) depois da reunião do Conselho de Administração da estatal que acontece em São Paulo.Embora a ampla maioria da atual direção da Petrobras seja formada por funcionários de carreira da empresa, alguns cargos sempre estiveram mais "vulneráveis" a indicações da base de apoio do governo. O próprio estatuto da estatal, que não dá a seu presidente a prerrogativa de escolher seus auxiliares mais próximos, atribuindo essa tarefa à Presidência da República, favorece essa prática. Agora, no governo de inspiração técnica da presidente Dilma, o número de diretorias abertas a partidos políticos pode cair.Os primeiros sinais indicam que o mercado gostou do noticiário sobre as trocas. As ações da Petrobras reagiram bem à notícia sobre a saída de três diretores da estatal: Paulo Roberto Costa (Abastecimento), Renato Duque (Serviços) e Jorge Zelada (Internacional). As ações preferenciais nominativas (PN) subiram 0,52% (na quarta-feira caíram 0,51%) e as ordinárias nominativas (ON) também tiveram alta de 0,95% (ante uma queda de 0,58% no pregão de quarta) na BM&F Bovespa. A Petrobras PN tem peso de 7,55% no Ibovespa, o segundo maior do índice.A recuperação das ações parece refletir um certo alívio com que foram recebidas as demissões. Alguns analistas ouvidos pelo 'Valor' avaliam que os diretores que deixarão a empresa amanhã eram mais politicamente orientados do que técnicos, com uma gestão que teria sido, em grande parte, responsável por gastos considerados excessivos que teriam contribuído para uma certa ineficiência financeira. O único sobrevivente da diretoria anterior é Almir Barbassa, diretor financeiro.Até o momento, nenhum dos grandes bancos que acompanham mais de perto a Petrobras fez qualquer comentário público sobre a gestão de Graça Foster, que está há 72 dias na presidência da Petrobras. Como disse um executivo, o mercado está "esperando para ver" qual será o perfil da estatal nessa nova gestão. Quando forem conhecidos os nomes dos novos diretores será possível ter uma visão mais clara disso, ressaltou outra fonte que acompanha de perto a estatal. "Vamos ver qual vai ser a substituição. Mas acho uma coisa muito positiva a mudança da diretoria", afirmou.Os nomes de Paulo Roberto Costa e Renato Duque estão muito ligados ao que o mercado identifica como aumento indiscriminado de gastos da Petrobras. No caso de Costa por causa do programa de investimentos em quatro novas refinarias simultâneas e, no de Duque, a avaliação é que fracassou na tentativa de desenvolver um parque industrial naval forte no país.Contudo, outro observador lembra que, pelo menos no caso dos estaleiros, não é possível esquecer a participação do atual presidente da Transpetro, Sérgio Machado - ex-senador pelo PMDB e também cotado para sair - nessa montagem.Nomes não faltaram no que se transformou nos últimos dias uma verdadeira bolsa de apostas na Petrobras em torno dos novos diretores. Para a diretoria de Abastecimento está sendo cotado o presidente da BR Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, muito querido tanto de Dilma quanto de Graça. Poderia ser também José Carlos Cosenza, técnico muito respeitado que ocupa a gerência executiva de refino do Abastecimento. Para o lugar de Renato Duque, que seria o único a "fazer" seu sucessor, o nome mais cotado ontem era Roberto Gonçalves, atual gerente-executivo de engenharia. Para suceder Zelada na área internacional foram mencionados vários nomes e teriam sido enviados sete currículos para Graça escolher. Fonte: Valor Online

Exxon Mobil abandona bloco de petróleo na Bacia de Santos

A Exxon Mobil anunciou que está abandonando seu esforço de exploração na Bacia de Santos, epicentro do boom de petróleo do Brasil. Com sede no Texas, a Exxon e suas parceiras Hess e Petrobras "concordaram em abrir mão" do bloco BS-M-22 na Bacia de Santos, disse o porta-voz da petrolífera norte-americana, Pat McGinn. O bloco é o único ativo da Exxon na bacia, considerada uma das maiores descobertas de petróleo nos últimos anos.A Exxon, que está comemorando 100 anos de presença no país, "continuará a procurar novas oportunidades de negócios no Brasil", afirmou McGinn, ao destacar que a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o órgão regulador local, já foi notificada na primeira semana de abril.O bloco BS-M-22, localizado no meio da florescente atividade offshore do petróleo brasileiro, mostrou ser uma grande barreira para a Exxon e seus parceiros. Isso demonstra a dificuldade em desenvolver as grandes reservas offshore do Brasil, já que a maioria delas encontra-se enterrada sob profundas espessuras de camadas de sal.Em dois poços perfurados no bloco, Azulão-1 e Sabiá-1, foi descoberto petróleo, mas outro poço, chamado Guarani, acabou por ser seco. Um típico poço profundo na área pode custar dezenas de milhões de dólares. O Deutsche Bank já estimou que o Guarani pode custar cerca de US$ 150 milhões.Em outubro, a Exxon e seus parceiros haviam procurado trazer um novo sócio para o bloco, para compartilhar o risco de perfurar um novo poço na região, oferecendo uma participação de 25%. A Exxon tem uma participação de 40% no bloco. Hess tem 40% e a Petrobras, 20%. Fonte: Agência Estado

Petrobras e OGX: parceria possível

A presidente Dilma Rousseff e o empresário Eike Batista defenderam na última quinta-feira (26) uma parceria estratégica entre a Petrobras e a empresa OGX (parte do grupo EBX) na área de petróleo e gás. Dilma visitou, ao lado do empresário, as obras do Super Porto de Açu, em São João da Barra, região norte fluminense. Ela também participou da cerimônia que marcou o início da produção de petróleo da OGX na Bacia de Campos.Dilma falou sobre a importância do país ter uma grande empresa nacional, como o grupo EBX, citou uma possível parceria com a estatal e ressaltou a força dos empreendedores públicos e privados.“O nosso país tem, na área de petróleo, um grande poder e uma grande força de soberania. Acredito que não pode haver concorrência no nosso espírito entre duas grandes empresas, como é o caso da Petrobras e da OGX. Ambas se situam em patamares diversos. Agora, ambas podem ganhar muito com uma parceria entre elas. Estou certa que a OGX tem uma grande colaboração a dar no que se refere a obter tecnologia de última geração para o Brasil”, disse Dilma, em trechos de seu discurso.Eike Batista explicou como pode ser feita a parceria entre as duas empresas e informou que o assunto está sendo tratado em reuniões desde a posse da atual presidenta da Petrobras, Graça Foster, em fevereiro deste ano.“O Brasil é tão grande, essas áreas do pré-sal são tão gigantes, se a gente puder se complementar, ajudar um ao outro, tem que ser bom para a Petrobras e bom para a gente. Cabeças que querem criar riquezas juntas vão saber dividi-las juntas”, disse o empresário, que mencionou, inclusive, a possibilidade da criação de uma terceira empresa, que reuniria a OGX e a Petrobras, para atuar no setor energético.Fonte:Agência Brasil

Indústria de óleo e gás movimenta setor de construção civil

Se de um lado especialistas apontam para a estagnação da indústria nacional, por outro o que se constata é que certos setores estão crescendo a passos largos no Brasil. Este é o caso das indústrias de óleo e gás, automobilísticas, mineração, entre outras. Com isso, o surgimento de novas unidades fabris fomenta a área da construção civil, e produtos diferenciados, com diferenciais tecnológicos, acabam sendo determinantes na otimização de obras.A empresa Marko Sistemas Metálicos forneceu no último ano mais de 150.000 m² do seu exclusivo Sistema Integrado de Cobertura Metálica Roll-on, para obras em indústrias dos mais variados setores, em todo Brasil. Segundo a gerente de marketing da companhia, Fernanda Borges, esses tipos de empreendimentos têm em comum a busca pela excelência e velocidade na execução da obra.“A necessidade de agilizar inauguração e retorno de capital investido geralmente faz com que os empreendimentos industriais busquem no mercado produtos e serviços que garantam eficiência”, diz a executiva, acrescentando que nesse caso o Roll-on se torna uma opção muito atraente, pois possui estoque para pronta-entrega, garantindo o atendimento dos cronogramas mais apertados. De acordo com ela, trata-se de um produto industrial totalmente aparafusado e montado em linha de produção de forma simples e rápida, conferindo agilidade no canteiro de obras, comprovados na execução de até três mil m² de área coberta por dia.A indústria de óleo e gás é uma das que mais movimenta a produção de estruturas e coberturas metálicas, já que necessitam de segurança e proteção contra as intempéries. A construção da fábrica da Wellstream, no Rio de Janeiro, por exemplo, contou com mais de 12 mil m² da cobertura. Fernanda explica que as indústrias necessitam de estanqueidade absoluta, garantindo a fluência de suas atividades, mesmo com intensa chuva e vento forte. “Além disso, é preciso uma estrutura que possibilite a introdução de sobrecargas maiores no futuro que permita pendurar equipamentos ou Pie Rack sem a necessidade de reforço em toda a cobertura. No caso do Roll-on, podemos dar um reforço pontual através da utilização eventual do modelo heavy duth”, completa.A inauguração rápida, com breve início das atividades fins, é primordial para os empreendimentos, que visam a saúde financeira da empresa. Outra vantagem do sistema é garantir o funcionamento pleno da indústria, pois permite expansões com facilidade sem prejudicar as operações. “O sistema flexibiliza diferentes layouts, com a possibilidade de introduzir fechamentos internos ou paredes corta fogo, além da facilidade na fixação de rede de sprinkles e ancorar utilidades em geral”.De acordo com a gerente, outra preocupação atual na construção de unidades fabris é com a economia de energia e sustentabilidade, “O Roll-on é um sistema integrado que facilita a captação de águas pluviais para reuso, eliminando toda a rede de drenagem interna e otimizando projetos com previsão de armazenagem de água. Além disso, ele possibilita a economia de energia através do isolamento termo-acústico, o uso de iluminação e ventilação naturais”, explica.Como exemplo, ele cita a ampliação da indústria Oilequip, localizada no Rio de Janeiro, que atua no mercado há 23 anos fabricando, recuperando e adaptando equipamentos para cabeça de poço de petróleo. A área total construída foi de mais de 8 mil m², e prezou pela alta durabilidade, devido ao tipo de galvanização do aço, matéria-prima 100% reciclável, e acabamento mais resistente a ambientes agressivos.Fernanda explica que, por ter a versatilidade como característica, o Roll-on pode ser aplicado nos mais variados empreendimentos e nas mais variadas exigências de vão e carga. “Esse foi um dos diferenciais em inúmeras obras, como das indústrias da Hyndai, em Piracicaba, da Liebherr, em Guaratinguetá, da Goodeyear, em São Paulo, dentre outras”. Ela destaca que o produto é adequado para galpões e centros de distribuição, que podem utilizar a telha autoportante para fechamento. “A telha MK120 é uma opção para fechamentos laterais internos, por exemplo, em galpões modulares. Sua característica autoportante permite redução da necessidade de estruturação, resultando em visual interno mais limpo e agradável”. Fonte:TN

Especialistas se reúnem no "Pré-sal Brasil" para debater futuro da exploração de óleo e gás

Com a necessidade de desenvolver novas tecnologias que garantam excelência na exploração de óleo e gás nos campos do pré-sal, representantes nacionais e internacionais do setor se reunirão em no Congresso Pré-Sal Brasil, que acontece de 4 a 6 de junho no Rio de Janeiro. Cerca de 250 representantes da indústria já confirmaram presença, incluindo BP Energy do Brasil, Statoil, Chevron, Petrobras, TOTVS, Aveva, Petra Executive Search, Grupo Zorovich, Villares Metals, Wilson Sons, Technip, Swift e Horton do Brasil.“Mais uma vez estamos reunindo um grupo indústrial importante para nos concentrarmos sobre o estado atual da exploração da área de pré-sal, bem como quais os principais desafios para podermos progredir", afirma Bruno Araujo, gerente de programa do evento. “Nós olhamos para o conteúdo nacional, o desenvolvimento da cadeia de abastecimento, o investimento estrangeiro e os desafios de financiamento. Alguns dos principais desafios técnicos da exploração das reservas do pré-sal incluem o acesso difícil e, muitas vezes, a falta de conhecimento de tecnologias e equipamentos necessários para a exploração; a falta de mão de obra qualificada e a logística complexa do transporte do equipamento e pessoal por causa da distância do poço a ser explorado até a costa”.As atividades do pré-sal estão em fase inicial e já representam 80% das reservas totais de petróleo do Brasil. “A Petrobras e seus parceiros da área do pré-sal precisam capitalizar e desenvolver a tecnologia de exploração para a área. Também seriam necessários fornecedores de todas as áreas offshore em uma perspectiva global para fornecer a esses consórcios equipamentos e serviços flutuantes, submarinos e de perfuração", diz o gerente. Segundo Bruno, a indústria está procurando por informações, peritos e cursos especializados. "Ao mesmo tempo, notamos que os operadores estão com medo de perder seus funcionários para as concorrentes porque certas habilidades estão agora se tornando muito valiosas", conclui.A participação oficial do governo no Congresso Pré-Sal Brasil incluirá:• Empresa de Pesquisa Energética (EPE) - presidente, Maurício Tolmasquim• Senado Federal - senador, Wellington Dias• Câmara dos Deputados - consultor, Paulo Cesar R. Lima• Governo Estatual do Espírito Santo - secretário de Desenvolvimento, Márcio Felix• Departamento de Energia de São Paulo - subsecretário de Petróleo e Gás, Henrique Gross• Banco Caixa Econômica Federal - superintendente, Eugenia Regina de Melo• Agência Nacional de Transportes Aquaviários - diretor-geral, Tiago Lima• Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia - diretor-geral, Jean Paul PratesServiço:Pré-sal BrasilDatas: 4 a 6 de junho de 2012Local do evento: Hotel Windsor Barra, Rio de Janeiro, BrasilSite do evento: http://www.presaltbrazilcongress.com.br/ Fonte: TN

Rolls-Royce abre novo escritório no Rio de Janeiro

A Rolls-Royce inaugurou seu segundo escritório no Rio de Janeiro. Localizado na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, o espaço atenderá às demandas comerciais geradas pela construção da nova fábrica da Rolls-Royce em Santa Cruz, também na Zona Oeste carioca. A empresa investiu cerca de R$ 1 milhão no imóvel, onde já estão trabalhando 25 funcionários.No novo espaço, funcionarão os departamentos de compras, supply chain e projetos. Lá, serão negociados todos os contratos com fornecedores envolvidos nas obras da unidade fabril de Santa Cruz, onde os 32 turbogeradores já contratados pela Petrobras em novembro de 2011 serão montados. As primeiras entregas acontecerão no primeiro semestre de 2013 e as últimas, no início de 2016. Grupos específicos de profissionais da área de projetos da companhia serão destacados para atender exclusivamente cada plataforma da estatal, num total de oito.Francisco Itzaina, presidente da Rolls-Royce para a América do Sul, explicou que essa estratégia será fundamental para garantir a entrega de excelência na execução do projeto, reduzindo custos de deslocamento e atrasos na logística. “Já antecipamos também nosso compromisso de contribuir com a geração de empregos e de conteúdo local de nossos equipamentos e sistemas”, afirmou o executivo. Após a conclusão das obras, todos os funcionários desse escritório serão realocados na fábrica, que demandará ainda a contratação de novos profissionais.Os investimentos em Santa Cruz, conforme anunciou recentemente a empresa, serão de mais de R$ 189 milhões. A fábrica será construída num terreno de 100 mil metros quadrados. O investimento da companhia no projeto pode dobrar, caso seja aprovada a instalação de uma planta dedicada à montagem de propulsores e um Centro de Treinamento - o quarto da Rolls-Royce no mundo. Ao todo, serão cerca de 20 mil metros quadrados de área construída. Fonte:TN

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Brasil se une aos EUA para criar combustível limpo para aviação

As fabricantes de aeronaves Embraer, do Brasil, e Boeing, dos Estados Unidos, iniciaram oficialmente nesta quarta-feira (25) discussões bilaterais com o objetivo de produzir biocombustíveis para aviação. A meta é criar, no futuro, um centro de pesquisa no país que será referência mundial.As duas grandes companhias aeronáuticas, em parceria com a Fundação de Amparo à pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), devem desenvolver um combustível que emita menos gases de efeito estufa, seja renovável e não prejudique o desempenho de aeronaves que já estão em operação ou de novos jatos que serão desenvolvidos - seja para aviação comercial ou executiva.As discussões sobre metodologias de pesquisa e quais matérias-primas serão analisadas devem durar nove meses. Um primeiro workshop sobre o assunto acontece até esta quinta-feira (26), em São Paulo, e reúne cientistas e engenheiros.Eles vão definir o melhor modelo de investigação científica, mas olhando para o que já foi desenvolvido no setor até hoje - inclusive a indústria da cana-de-açúcar e do etanol. Entretanto, ainda não há uma previsão de quando será iniciada a fabricação do produto voltado à aviação.Brasil em focoDe acordo com Mauro Kern, vice-presidente de Engenharia e Tecnologia da Embraer, com sede em São José dos Campos (SP), apesar do Brasil ter vantagens na indústria de combustíves renováveis, o principal desafio será a produção em larga escala. A empresa já desenvolve pesquisas com óleos vegetais e cana de açucar no desenvolvimento do bioquerosene.Segundo ele, o produto renovável deve reduzir em 80% as emissões de gases estufa, se comparado com outros combustíveis fósseis, e vai contribuir para o setor cumprir metas de redução na liberação de gases. A aviação mundial pretende cortar pela metade a emissão de CO2 até 2050, comparado ao índice de 2005.Para Carlos Brito, diretor científico da Fapesp, mesmo o Brasil sendo referência no uso da cana para a produzir o etanol, e ter uma indústria em torno disso, outras fontes precisam ser analisadas. "Queremos conhecer os candidatos interessantes, mas isso é cercado de muitos requisitos técnicos e de sustentabilidade", explica.A presidente da Boeing no Brasil, Donna Hrinak, citou que empresas concorrentes, como a Airbus, estão de olho neste setor. "Precisamos ter mais voos com biocombustíveis, para que eles deixem de ser algo extraordinário e passem a ser usuais".Taxa de carbono na EuropaUm dos temas comentados pelos representantes das companhias foi a cobrança da taxa de carbono pela União Europeia das companhias aéreas.Desde janeiro, a UE passou a taxar as emissões de CO2 provenientes de aeronaves que sobrevoam os países do bloco, o que causou reações contrárias de governos como os da China e dos Estados Unidos. Eles temem prejuízo ao setor e uma possível redução da carteira de pedidos de novas aeronaves.Sobre o risco de uma crise comercial, a presidente da Boeing no Brasil explicou que não há temor do mercado, porém, confirmou que já há conversas da empresa com clientes sobre o assunto.Segundo Kern, da Embraer, a Europa saiu na frente, mas criou uma situação controversa, já que a decisão foi "unilateral e sem diálogo com organismos mundiais de aviação". Mas ele cita que as restrições podem ser uma "oportunidade para que as fabricantes agilizem a produção de aviões novos mais eficientes". Fonte:G1

Eurocopter entrega modelo EC225 para a operadora Omni no Brasil

A Eurocopter entregou a primeira unidade de um contrato inicial de quatro helicópteros EC225 para a subsidiária brasileira da OMNI Helicóptero Internacional (OHI), que já assinou um novo pedido para mais seis unidades desse modelo, elevando para 10 o número total de EC225 que a empresa utilizará em atividades de Oil & Gas no Brasil.Entregue na configuração offshore, este helicóptero será operado pela Omni Taxi Aéreo, contratada pela Petrobras. O segundo EC225 do contrato inicial será entregue em maio deste ano e os dois restantes em 2013. A entrega dos seis helicópteros pedidos no segundo contrato está prevista para acontecer até 2015.Este novo helicóptero também é o primeiro EC225 da Eurocopter para a OHI desde que esta empresa formou uma parceria com a Milestone Aviation Group, líder mundial no setor de locação e financiamento de helicópteros. No curto espaço de tempo desde a sua criação, a Milestone tornou-se uma peça fundamental na organização de soluções de financiamento para os operadores. A Eurocopter se esforça para trabalhar em estreita colaboração com a Milestone, a fim de encontrar novas oportunidades e soluções para seus clientes ao redor do mundo."Trabalhamos com a Eurocopter há mais de 10 anos e agora estamos muito satisfeitos de trazer o EC225 para compor a nossa frota", disse Rui Almeida, Presidente da OHI. "Esse helicóptero vai nos ajudar a responder às necessidades de nosso principal cliente, a Petrobras, que exige aeronaves cada vez mais poderosas e mais seguras para garantir o transporte de muitos funcionários em grandes distâncias."Com a descoberta de reservas de gás e petróleo na camada pré-sal, o Brasil está buscando tornar-se um produtor mundial de petróleo, com capacidade para ser o quarto maior do mundo, em 2030. A Petrobras, que explora a maior parte desses recursos, está se preparando para construir plataformas de petróleo cada vez mais longe da costa marítima. Com um alcance de até 600 milhas náuticas quando equipado com tanques externos de combustível, o EC225 oferece um excelente desempenho em tais condições. Com a entrega realizada à OMNI, já existem três empresas que operam atualmente o EC225 para a maior companhia petrolífera brasileira. "O sucesso do EC225 no segmento Oil & Gas se deve, em particular, à sua excelente confiabilidade nas condições operacionais mais exigentes", explicou Olivier Lambert, Vice-Presidente Sênior de Vendas e Relações com Clientes da Eurocopter. "Somos gratos à Omni Helicópteros Internacional pela confiança que depositaram nas aeronaves que compõem a gama Eurocopter, e estamos confiantes de que o novo EC225 irá garantir o sucesso de muitos novos projetos". A Omni Taxi Aéreo opera uma das maiores frotas civis de aeronaves Eurocopter na América Latina, com cinco EC155, seis EC135, quatro AS365 N3, um AS365 N2 e quatro BO105, além do novo EC225. Todas essas aeronaves são utilizadas para operações de petróleo e gás no Brasil, principalmente no transporte de passageiros entre as plataformas de petróleo e o continente, além de realizar serviços de emergência médica.Em seus esforços para apoiar este crescente setor no Brasil, mercado offshore que mais cresce no mundo, a Eurocopter está finalizando os procedimentos para fabricar o EC225 em sua subsidiária brasileira, a Helibras. A filial está prestes a abrir as novas instalações que produzirão, inicialmente, o EC725, versão militar do helicóptero para as Forças Armadas brasileiras. A estrutura de produção e de serviços para os modelos será reforçada com a instalação de um simulador de voo completo EC225 (FFS), no Rio de Janeiro.O EC225 oferece ótima segurança com velocidade e alcance superiores aos concorrentes, além da capacidade para carga útil e confiabilidade em voo. Utilizado em todo o mundo em atividades civis, militares e missões de salvamento, bem como offshore e voos de transporte de passageiros, o modelo é o membro da mais recente geração da família Super Puma / Cougar, que já registrou mais de quatro milhões de horas de voo em operações em todo o mundo. Atualmente, existem cerca de 70 helicópteros EC225 em operação no mercado de Oil & Gas em diversos países. Esta aeronave é perfeitamente adequada para operar em condições climáticas adversas. Projetado para atender às mais altas exigências de segurança, é apoiado por redundância de sistemas, controle de voo automático de alta capacidade e capacidade de degelo completo, que permite o voo em todas as condições de ocorrência de gelo conhecidas. Os EC225 também podem ser rapidamente reconfigurados para missões de resgate. Fonte: Fator

UBM e Sator fecham parceria estratégica no setor de aeroportos

A UBM, United Business Media, líder global em mídia de negócios para diversos mercados, com 14 feiras no Brasil, anunciou que definiu uma parceria estratégica com a Sator, organizadora da Airport Infra Expo, feira e seminário internacionais da cadeia de produtos e serviços para a infraestrutura aeroportuária na América Latina. Durante a cerimônia de abertura da 2ª edição da Airport Infra Expo, que aconteceu na manhã desta terça, dia 24 de abril, no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP) o diretor da UBM Brazil, Joris van Wijk, esclareceu a motivação da parceria entre as duas empresas: "Identificamos na iniciativa da Sator, idealizadora e organizadora da Airport Infra Expo, uma oportunidade importante de enriquecer o nosso portfólio de eventos, ganhando sinergia entre as feiras de transportes e de infraestrutura que organizamos". A sinergia entre as duas empresas está na complementaridade de suas operações junto ao mercado de aeroportos e de aviação. No Brasil, a Sator conta com uma ampla experiência na organização de eventos de aviação como a Labace - Latin American Business Aviation Conference & Exhibition (entre 2007 e 2009), a Feira Nacional de aviação civil (desde 2008) e o Broa Fly-in (2006 a 2008). Já a UBM tem intensa atuação no mercado internacional da aviação, com uma divisão inteiramente dedicada ao setor, a UBM Aviation, responsável por um amplo portfólio de serviços relacionados à dados, análises setoriais, consultoria, eventos e mídia, como por exemplo, a OAG, OAG Cargo, Routes, ATC, Routes, Airport Cities entre outros grande eventos do setor de infraestrutura e transportes, tais como a Intermodal South America e a Concrete Show. A Airport Infra Expo abriu o precedente no mercado aeroportuário mapeando suas demandas e empresas justamente no momento em que o setor ensaiava os primeiros passos rumo à modernização da gestão aeroportuária por meio da aproximação com a iniciativa privada. "Na primeira edição da feira, organizada no ano passado no aeroporto de Congonhas, foi perceptível que este setor tem um enorme potencial de expansão, o que s e confirmou com o significativo interesse da iniciativa privada nos leilões de concessão de aeroportos que aconteceu este ano. Com a reformulação que virá na gestão aeroportuária, o mercado ganha um novo horizonte, muito mais rico em termos de diversificação de empresas atuantes e de possibilidades de negócios", diz Paula Faria, diretora da Sator. Na sua segunda edição, a Airport Infra Expo reúne mais de 100 expositores de 18 países que trazem ao País o que há de mais moderno em termos tecnológicos e operacionais para a gestão aeroportuária. O evento congrega a cadeia de fornecedores de equipamentos e serviços para aeroportos, com presença de empresas dos segmentos de controle de tráfego aéreo, comunicação, navegação, meteorologia, ground support, construção, design, operações, meio ambiente, segurança, tecnologia da informação, entre outros relacionados à infraestrutura aeroportuária. A Sator "Agora, com a envergadura da UBM Brazil, poderemos ampliar a nossa abrangência no mercado de aeroportos e aviação", finaliza Paula. Fonte:Fator

Americas Petrogas continua em forte expansão

A Americas Petrogas (TSX VENTURE: BOE) ("Americas Petrogas" ou a "Empresa") está ciente dos recentes eventos na Argentina com relação ao governo e à Repsol YPF SA. Nenhum destes eventos afetam a Americas Petrogas. A Empresa, juntamente com os sócios da sua joint-venture, está dando prosseguimento aos planos de exploração, produção e desenvolvimento para os próximos 12 a 18 meses, inclusive a perfuração de aproximadamente 30 poços convencionais e dez poços de xisto voltados principalmente para o xisto de Vaca Muerta e outras formações não convencionais (petróleo de xisto, gás e líquidos de xisto e areais finos). A Empresa anuncia: 1. Início do seu programa de perfuração em Medanito Sur após o recebimento da licença de exploração da província de La Pampa, conforme relatado em 19 de março de 2012;2. Preparação para a perfuração de um poço de xisto em Vaca Muerta em Totoral, Yerba Buena, Bajada Colorada (90% de participação no trabalho) em parceria com a Gas y Petroleo del Neuquen. Estes blocos adjacentes estão localizados na região sudeste da Bacia de Neuquen.3. Na preparação para a parceria, com o sócio da joint-venture, a ExxonMobil, o seu segundo poço profundo nos blocos de Los Toldos focados principalmente na formação de Vaca Muerta e outras formações; e4. Expansão dos locais de petróleo bruto em Medanito Sur para se preparar para a produção extra de petróleo bruto do seu programa de perfuração atual.O Sr. Barclay Hambrook, presidente da Americas Petrogas, comentou: "Todos os nossos blocos estão em dia com exigências das autoridades governamentais. Com o nosso financiamento recente, estamos bem em termos financeiros. A Americas Petrogas dedica-se totalmente em aumentar o valor dos acionistas com a exploração e produção na Argentina. Queremos ampliar a nossa exploração e desenvolvimento com os objetivos de aumento da produção e das reservas nos blocos de petróleo e gás convencionais e não convencionais. No poço de xisto de Huacalera, conforme divulgado anteriormente, os testes estão em andamento". Americas Petrogas Inc. A Americas Petrogas Inc. é uma empresa canadense cujas ações são negociadas na TSX Venture Exchange sob o símbolo "BOE". A Americas Petrogas tem participações convencionais e não convencionais de petróleo de xisto e de gás e em formações de petróleo e de gás em areias apertadas em diversos blocos da Bacia Neuquen na Argentina. A Americas Petrogas tem parceiros de joint venture, incluindo a ExxonMobil e a Apache, em vários blocos do corredor de petróleo e gás de xisto na Bacia de Neuquen, Argentina. A Americas Petrogas também é proprietária de 80% da GrowMax Agri Corp., uma empresa privada que participal da exploração e desenvolvimento potencial de projetos de potássio, fosfatos e outros minérios no Peru. Fonte:Fator

Platts Report: China's Oil Demand Drops in March

Lowest daily rate this year, but up 3.3% from March 2011. China's apparent* oil demand in March rose 3.3% year on year to 40.23 million metric tons (mt), or an average 9.5 million barrels per day (b/d), a Platts analysis of recent statistics released by the Chinese government showed. "That's actually a recovery in the growth rate from the slowdown we saw hit in the fourth quarter of last year," said Song Yen Ling, Platts Senior Writer for China. "Growth rates have bounced back up to 2%-3%, as refiners stocked up ahead of the long Lunar New Year holiday and ahead of refinery turnarounds coming in the second quarter and seasonal diesel demand in the country's spring growing season.” However, from a month-to-month perspective, apparent daily oil demand in March was the lowest this year, below February's record 9.75 million b/d and the 9.63 million b/d in January. Growth rates for those two months were 2.4% and 1.0%, respectively, accounting for revisions in the China data and the extra day in February. In the first quarter of 2012, China's overall apparent oil demand rose by 2.2% year on year to an average 9.63 million b/d, buoyed by higher refinery runs and net oil product imports. In comparison, apparent oil demand grew just 0.7% year on year in December last year and by 1.6% in the fourth quarter. China does not release official data on oil demand or commercial and strategic oil inventories. Platts calculates the country's oil demand based on official data on refiners' crude throughput and net oil product imports. Analysts expect overall demand growth to accelerate in the coming months because of likely increased demand for diesel during the planting season in the agricultural sector. Higher manufacturing activity and bank loan growth in the economy also indicate oil demand could expand more in the second and third quarters. However, there is likely to be some moderation in refinery runs as maintenance turnarounds start to kick-off in April and May, Song said. Data from China’s National Bureau of Statistics (NBS) released April 13 show China's refinery runs in March rose 1.9% year on year to 38.37 million mt or 9.07 million b/d. Daily runs in March were 2.6% lower than February's average of 9.31 million b/d. According to customs data officially released by China's Customs Statistics (CCS) on April 21, crude oil imports in March totaled 23.55 million mt (5.57 million b/d). This is an increase of 8.7% year on year and down 6.7% from February's 5.97 million b/d. Crude exports were 210,000 mt (49,700 b/d), representing a 38.2% drop from the same period last year. The CCS figures confirm data released 10 April by the NBS on its website. Oil product imports in March rose 1% to 3.92 million mt (902,900 b/d) while oil product exports slid 20.2% year on year to 2.06 million mt (474,500 b/d). In the first quarter, China's average daily refinery processing rate was 9.26 million b/d, up 2.2% year on year. Oil product imports fell 3.2% to 846,600 b/d while oil product exports were down nearly 9% to 475,500 b/d, meaning net oil product imports into China rose 5.1% year on year to 371,100 b/d. Font:Platts

Rolls-Royce fecha contrato com a Island Offshore para embarcação de construção submarina

Rolls-Royce fecha contrato com a Island Offshore para embarcação de construção submarina Data: 24/04/2012 14:17 A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, presente no Brasil há mais de 50 anos, foi selecionada pela Island Offshore para projetar, equipar e impulsionar um avançado navio de construção submarina. A embarcação será construída no estaleiro da STV OSV em Brevik, na Noruega, e a entrega está prevista para o início de 2014. O navio modelo UT 737 CD dará suporte aos mais desafiadores projetos submarinos, como a construção e a manutenção de poços de óleo e gás, a mais de 3.000 metros abaixo do nível do mar. Para isso, o navio apresentará características especiais. Entre elas, estão dois sistemas independentes para lançamento e recuperação de Veículos Operados Remotamente (ROV), um guindaste de 125 toneladas que compensa movimentos das ondas, além de uma torre offshore que manipula equipamentos submarinos por meio de uma grande abertura no casco do navio, chamada de “moon pool” (“piscina-lua”). Anders Almestad, presidente da divisão Offshore da Rolls-Royce, comemorou o novo contrato. “Essa embarcação de alta tecnologia apresentará uma combinação de tecnologia inovadora e projeto de classe mundial energeticamente eficiente. Isso demonstra nossa posição de líder no mercado de navios offshore de alta complexidade e nossa habilidade em superar os desafios da exigente indústria de óleo e gás em águas profundas”, afirmou o executivo. O projeto e a adaptação do navio permitem que este desempenhe quase qualquer tipo de tarefa em campos de óleo em águas profundas. Além de dar suporte a operações submarinas, também pode transportar carga entre plataformas offshore e atuar como embarcação de recuperação de óleo. O navio também inclui um sistema de propulsão diesel-elétrica que incorpora quatro motores Bergen, que irão conduzir dois propulsores Azipull, além de outros dois laterais. Esses irão trabalhar em conjunto com um dinâmico sistema de posicionamento que permite que a embarcação mantenha sua posição enquanto realiza atividades submarinas. O sistema de propulsão diesel-elétrica também aumenta significativamente a eficiência energética da embarcação, reduzindo a emissão de gases poluentes. Fonte: Redação

Plano de ação em casos de vazamento de petróleo deve ser finalizado esta semana

A conclusão do Plano Nacional de Contingência (PNC), prometida pelo ministro de Minas e Energia (MME), Edison Lobão, para o dia 20, foi adiada para esta semana. Parte dos técnicos dos 14 ministérios responsáveis pelo documento final, que conterá as medidas que devem ser tomadas em casos de grandes vazamentos de petróleo em águas, pediram ajustes no texto.Segundo a assessoria de imprensa do MME, serão feitas alterações de redação que não vão representar grandes mudanças no conteúdo do PNC. Esta semana, Edison Lobão explicou, durante uma audiência no Senado, que o plano prevê parâmetros de proporção de acidentes e formas de reduzir impactos dos vazamentos no meio ambiente.O documento também deve definir qual deve ser a ação de órgãos como a Agência Nacional do Petróleo (ANP), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Marinha e a própria empresa responsável pela exploração de petróleo no local. Uma das últimas questões definidas pelos técnicos foi a origem do dinheiro para colocar em prática as medidas. O ministro Edison Lobão explicou que todos os ministérios terão participação de recursos.O texto final ainda não foi divulgado e precisa do aval dos ministros das 14 pastas, entre elas, os ministérios do Meio Ambiente, do Planejamento e de Minas e Energia, e do Comando da Marinha. Com a aprovação do documento técnico, o PNC será encaminhado para a Casa Civil, da Presidência da República, que publicará um decreto regulamentando a norma.Fonte: Agência Brasil

YPF amplia diálogo com petroleiras

Na Europa, a Repsol e o governo espanhol estudam novas retaliações contra o país sulamericano. Expropriação já era esperada desde janeiro deste anoEnquanto a Espanha retalia e a petroleira Repsol cobra uma indenização de US$ 10,5 bilhões pela expropriação da YPF, o governo argentino busca novas empresas para atuar no país. A frente das negociações está o ministro de Planejamento argentino, Julio De Vido, no papel de interventor da YPF que já começa a obter resultados. A ExxonMobil, maior petroleira do mundo em valor de mercado, ratificou hoje a intenção de desenvolver a exploração e produção de poços de petróleo e gás natural na província de Neuquém.Fonte: Agência argentina Telám.

Transpetro acompanha busca de novo parceiro do Atlântico Sul

A Petrobras tem respaldo contratual para cancelar encomendas bilionárias com o Atlântico Sul caso o estaleiro não providencie um outro parceiro que detenha tecnologia para substituir a coreana Samsung, que deixou a sociedade por problemas entre os acionistas. A Transpetro, subsidiária da Petrobras para logística, deu um prazo para que o estaleiro controlado pelas construtoras Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, consiga um sócio com tecnologia em construção naval, afirmou o presidente da Transpetro, Sérgio Machado.Fonte:Brasil Econômico

Delta vai abandonar obras da Petrobras

A construtora Delta vai abandonar as obras que está fazendo para a Petrobras no Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) e na Reduc (Refinaria Duque de Caxias), ambas no Estado do Rio de Janeiro. A baixa performance da empreiteira nas obras, com atrasos no cronograma, estaria desagradando a Petrobras há algum tempo. A empreiteira já teria manifestado à petroleira sua intenção de sair das duas obras. Fonte:Folha

Senado aprova projeto que acaba com 'guerra dos portos'

Com a exclusão de novos produtos da media - por meio de emenda apresentada por acordo com o governo - , foi aprovada pelo Senado ontem (24) o projeto de resolução que unifica as alíquotas de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para produtos importados e, assim, põe fim à chamada "guerra dos portos". O texto aprovado unifica para 4% as alíquotas interestaduais do imposto sobre importados, reduzindo a receita dos Estados que oferecem os incentivos. A resolução vai à promulgação do Senado e a nova alíquota de 4% passa a valer a partir de janeiro de 2013, sem transição.Pela emenda, da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e encampada pelo relator, o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), ficam de fora da nova alíquota os bens e mercadorias importados que não tenham similar nacional, conforme definição da Câmara de Comércio Exterior (Camex), além dos insumos importados para uso na fabricação de produtos pela Zona Franca de Manaus e tratados na Lei de Informática e no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (Padis) - fornecedores de insumos estratégicos para a produção de semicondutores e displays, como placas de computadores, telas de LCD e LED. O texto base do parecer foi aprovado por 58 votos a favor e 10 contra. O plenário rejeitou as emendas de Aécio Neves (PSDB-MG) e Luiz Henrique (PMDB-SC), que previam prazos de transição, para que a medida entre em vigor. O período de transição era reivindicado pelos três Estados que mais perdem com a unificação da alíquota do ICMS de importação: Espírito Santo, Santa Catarina e Goiás. Fonte:Valor

terça-feira, 24 de abril de 2012

Egypt suspends gas supply to Israel

On last Sunday, Egypt’s government announced the suspension of the supply of natural gas to Israel, for 20 years the mainstay of the economic relationship between former enemies. Since the fall of the dictator Hosni Mubarak in February last year, the sale of fuel was being publicly attacked in Cairo. In just over a year, the pipelines that carry gas from the Sinai Peninsula to Israel were the target of more than 12 attacks. According to the Egyptian government, however, cutting off the supply is motivated by he contract matters, not politics. The Israeli side supposedly delayed its payments for four months. About 40% of gas used for electricity production in Israel comes from Egypt. In Israel, the Egyptian government first accused of threatening the peace accords at Camp David in 1979 to then moderate the discourse. Last night, the Israeli prime minister, Binyamin Bibi Netanyahu, tried to prevent the case from turning into a diplomatic crisis. "We see this cut as a result of political events (in Egypt)," said the premier. Earlier, Finance Minister of Israel, Yuval Steinitz, had accused Egypt of threatening the agreements that ended three decades of war.Source:F.S.Paulo, Translation:EGE

segunda-feira, 23 de abril de 2012

A Quick Overview of PIS and Cofins taxation in Brazil - By Evandro G. Estebanez

One decade ago, determining of the collections from Federal Tax of PIS (Social Integration Program) and Cofins (Social Welfare Contribution) was a fairly simple task, because they were incident primarily on the adjustments of sales at rates of 0.65% and 3% respectively. There were a few exceptions and the rules were somewhat clear and readily understandable.

In recent years, however, that relatively easy collection proceeding has become to be extremely complicated and the Federal Contributions began to focus on the cumulative schemes, non-cumulative tax substitution, single phase, zero rates, volume, etc.. During this period imports also went to be taxed.

As we can see ahead, it is described in general terms the regimes of PIS and COFINS Taxes. However, due to the complexity and dynamics of tax legislation, it is highly recommended to deep into details of each case to enable its practical application.

1) Regime of Cumulative Incidence
The calculation is based on gross operating revenues of the corporation, no deduction in respect of costs, expenses and charges. In this regime, the rates of the Contribution to PIS and Cofins are respectively 0.65% and 3%.

The legal entities of private law, and those treated as similar by the law of income tax, which determines the income tax collection based on the estimated or arbitrated profit, are subject to the regime of cumulative incidence.


Pursuant the provision of article 10, of Act 10.883/2003, The revenues, listed in the law, it subjects the enterprises to a Regime of cumulative incidence, even though primarily subjected to the regime of non-cumulative incidence. In this case, the nature of enterprise revenue is preponderant and must be taken in consideration.


2) Regime of Non-Cumulative Incidence

The regimes of Contribution Incidence to PIS and Cofins were passed in December 2002 and February 2004 respectively. The statute of the Contribution to non-cumulative PIS is legally prescribed in the Act 10.637/2002 and Cofins introduced by the Act 10.833/2003. Through the implementation of this regime, it is allowed the discount of credits calculated on the base of costs, charges and expenses of enterprise. In this regime, the rates of the Contribution to PIS and Cofins are respectively 1.65% and 7.6%.

The legal entities of private law, as well as those treated as similar by the law of income tax, which determines the amount of income tax based on its Real Profit, all of them are subject to regime of non-cumulative incidence, except: financial institutions, credit unions, legal entities whose purpose is the securitization of mortgages and financial, health care companies, private companies operating security services and transportation of values mentioned by the Act 7.102/1983, and cooperative societies (except the agricultural production cooperative societies and cooperative societies of consumption).


3) Differentiated Regimes
The common feature is some differentiation in relation to the calculation of the taxation base or the applicable rate. Most of the differentiated regimes refers to special incidence on the type of revenue and not to the enterprises, should the enterprise still calculate the Contribution to PIS and Cofins in the regime of non-cumulative incidence or cumulative, depending to the case, on other income.

In general, the different regimes can be subdivided into:

a) Basis of calculation and different rates, where they fall: the financial institutions, nonprofit organizations and legal entities of public law;
b) Basis of calculation differentiated: trade promotion companies (factoring), foreign exchange transactions carried out by an institution authorized by the Central Bank of Brazil and the revenues related to the sale of used vehicles, purchased for resale;
c) Tax Substitution: cigarettes and new vehicles of the corporation manufacturer;
d) Concentrated aliquots: fuel, jet fuel, pharmaceuticals, vehicles, new tires, beverages, and packaging and biodiesel;
e) Reduced Aliquots: naphtha, exempt paper, destined for the printing of periodicals, paper for the printing of newspapers, certain vegetables and fruits, aircraft parts, spare parts etc.., semen and embryos, the Manaus Free Zone (MFZ) , vehicle dealers, fertilizers, pesticides and other, piped natural gas, coal, chemicals and pharmaceuticals, books, fuel, beverage and packaging, financial revenues, Digital Inclusion Program and other special arrangements.


For the last, as if all of this complexity of set of arrangements and exemptions around these taxes wasn’t enough to raise questions and doubts about it, the Brazilian Federal Government has increased its revenue by approximately 45% in PIS and 70% of collection from Cofins, far outpacing the growth of Gross Domestic Product - GDP in the same period. Bearing in mind the above exposed on the Federal Taxes system in force, we come up to a sad but a real conclusion, it is plain to see that by solely remodeling the existing model of tax collection the Government was able to withdraw even more from the taxpayers. This conclusion highlights each time more the need of assessment and participation of Tax Lawyers to enable a suitable and fair tax payments, lawsuits against an eventual excessive tax collection, tax planning and financial health to the corporations.

Evandro G. Estebanez

OGX requisita à OSX a construção e afretamento das WHPs 3 e 4

A OGX Petróleo e Gás Participações S.A. (“OGX”) (Bovespa: OGXP3; OTC: OGXPY.PK), empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, comunica ao mercado haver requisitado à OSX Brasil S.A. (OSX), nos termos do Acordo de Cooperação firmado entre ambas em 26 de fevereiro de 2010, a construção e afretamento das Well Head Platforms (WHP) 3 e 4, em adição às WHPs 1 e 2 já requisitadas e em construção pela Techint Engenharia e Construção S.A. (Techint).“As duas primeiras plataformas fixas já contratadas pela OGX, sendo construídas pela Techint, serão de extrema relevância para o desenvolvimento da produção na Bacia de Campos a partir de 2014. Com o avanço da campanha de delimitação nessa bacia e obtenção de importantes resultados das acumulações descobertas, estamos agora requisitando as WHPs 3 e 4, que já serão construídas no estaleiro da OSX no Superporto do Açu, contribuindo assim para o cumprimento das metas de produção da OGX”, comentou Paulo Mendonça, diretor geral e de exploração da OGX.As WHPs 1 e 2 estão programadas para serem entregues no primeiro semestre de 2014 e devem ser designadas aos complexos de Waimea e Waikiki, respectivamente.Perfil da OGX -Focada na exploração e produção de óleo e gás natural, a OGX Petróleo e Gás SA é responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil. A OGX possui um portfólio diversificado e de alto potencial, composto por 30 blocos exploratórios no Brasil, nas Bacias de Campos, Santos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e Parnaíba e 5 blocos exploratórios na Colômbia, nas Bacias de Cesar-Ranchería, Vale Inferior do Madalena e Vale do Médio Madalena. A área total de extensão dos blocos é de 7.000 km² em mar e cerca de 37.000 km² em terra, sendo 24.500 km² no Brasil e 12.500 km² na Colômbia. Além de contar com um quadro de profissionais altamente qualificados, a companhia possui sólida posição financeira, com cerca de US$ 2,9 bilhões (em dezembro de 2011) para investimentos em exploração, produção e novos negócios. Em junho de 2008, a empresa captou recursos na ordem de R$ 6,7 bilhões em sua oferta pública de ações, no maior IPO primário da história da Bovespa até então. A OGX é parte do Grupo EBX, conglomerado industrial fundado e liderado pelo empresário brasileiro Eike Batista, que possui um comprovado histórico de sucesso no desenvolvimento de novos empreendimentos nos setores de recursos naturais e infraestrutura.Fonte:Fator

Classe "A" já racionaliza gastos com aeronaves e aposta no sistema de compartilhamento de bens

Em tempos modernos, gastos elevados e pouco uso fazem com que donos de aeronaves optem por bens fracionados.Os efeitos da crise financeira no mercado internacional fizeram com que ricos, poderosos e donos de empresas percebessem que ter um jato ou helicóptero para uso exclusivo não é mais um modelo interessante e adequado aos tempos de racionalização de gastos. Desde que a crise internacional eclodiu, a demanda por aeronaves caiu de forma expressiva, levando a um deságio no preço de até 25%. Em contrapartida, disparou a busca pelo sistema de compartilhamento de jatos e helicópteros, tendência esta que está se acelerando também no Brasil. “É cada vez maior o número de proprietários de jatos e helicópteros que estão buscando o Prime Fraction Club para compartilhar suas aeronaves no sistema de cotas”, conta Marcus Matta, sócio-diretor da empresa, que é o primeiro clube de compartilhamento integrado de modais de transporte de luxo no País – a empresa comercializa cotas de aviões, helicópteros, embarcações e carros de luxo.Matta cita o exemplo de um empresário do setor de construção, que possuía um jato próprio, que representava uma despesa de manutenção mensal de R$ 130 mil, com a desvantagem do número de horas de vôo ser muito reduzido face a esse gasto; os longos períodos sem utilização da propriedade tornava o investimento oneroso e pouco produtivo. Ao optar pelo sistema de propriedade compartilhada do Prime Fraction Club, os gastos do empresário caíram para R$ 40 mil mensais, com o custo fixo de um jato de médio porte. Com a diferença de valor obtido na venda do ativo de uso próprio e a compra da cota, aproveitou para adquirir uma cota de barco e ainda sobrou dinheiro. “Optar por ser dono da cota de um jato, helicóptero ou outro bem de luxo não está relacionado à disponibilidade de recursos, mas faz parte de uma percepção mais inteligente de redução de desperdícios e gastos desnecessários”, explica Marcus Matta, ao destacar que esta é uma forma inteligente de ter. Ele observa que, entre os clientes do Prime Fraction Club, 85% têm condições de ter seu próprio jato, helicóptero, barco ou carro esporte mas optaram pelo sistema de compartilhamento como modelo inteligente e adequado ao momento atual.Além disso, já faz tempo que ter um jato ou helicóptero era privilégio de grandes empresas ou milionários tradicionais. Segundo Matta, 15% dos cotistas da empresa são profissionais liberais e empresários de médio porte.O Prime Fraction Club é a única empresa que oferece a garantia do cotista ser também o proprietário do bem, por meio de sociedades de propósitos. O custo de ter uma cota de helicóptero, por exemplo, é muito inferior inclusive ao de se locar um táxi aéreo. Enquanto o custo de locação é de R$ 8 mil por hora, no compartilhamento é de R$ 4 mil. Ou seja, para quem usa o bem de três a quatro vezes por mês, compensa a compra no sistema compartilhado em vez do aluguel.Segundo Marcus Matta, o cotista ganha em qualidade de serviço, garantia das aeronaves - com a manutenção em dia - e tripulação treinada. Além de administrar e coordenar a utilização das aeronaves entre seus proprietários, o Prime Fraction Club mantém um programa de gestão para quem deseja adquirir o bem (ou já o possui) sem ter que lidar com a burocracia envolvida no processo, como contratação de tripulação, hangaragem, administração, etc. O Prime fica responsável pela manutenção junto ao fabricante, conservação, treinamento e equipe treinada para pilotar seu bem, além de disponibilizar diferenciais no preço de combustíveis e seguro, entre outros.Prime Fraction Club-Fundado em maio de 2010, o Prime Fraction Club atua no segmento de propriedade compartilhada de aviões, helicópteros, embarcações e automóveis. Nesse modelo, o mesmo bem é adquirido em frações por alguns proprietários e usado por cada um deles em diferentes momentos. A empresa também mantém programa de gestão para aqueles que desejam profissionalizar a administração do seu ativo, de forma a reduzir custos, como combustível, seguro, etc. O Prime Fraction Club conta hoje com oito ativos, cujo valor é estimado em cerca de R$ 60 milhões. A empresa está sediada em São Paulo e conta com filial no Rio de Janeiro.

Infraero contrata FDTE para gestão de obras em 15 aeroportos brasileiros

O objetivo é implantar metodologia de gestão de obras visando economia de tempo e recursos. Em função do grande volume de obras de infraestrutura nos 15 aeroportos de todas as regiões do Brasil, a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) fechou uma parceria com a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE) para promover a modernização das técnicas de gerenciamento de projetos em suas obras. O objetivo é o desenvolvimento, a implantação e o acompanhamento de uma metodologia de gestão das obras dos aeroportos brasileiros, visando à redução do tempo e de custos desses procedimentos.Segundo Nilton Nunes Toledo, diretor superintendente da FTDE, a gestão de projetos é uma prática moderna que vem sendo cada vez mais utilizada em todo o mundo. “Ela resulta em manuais de procedimentos testados e de eficácia comprovada, cujo rigor vai resultar em ganhos econômicos. A construção civil começa a buscar, cada vez mais, a aplicação destas técnicas”, afirma Toledo. Ainda segundo ele, a Infraero conta hoje com uma equipe preocupada e comprometida com esse tipo de modernização nos procedimentos, visando ganhos que vão se reverter em benefícios para a sociedade brasileira. Segundo José Eirado, diretor de Administração da Infraero, hoje cada obra acontece de forma independente, com uma administração própria e sem um ponto de centralização de dados e procedimentos. “A FDTE vai nos ajudar a centralizar o controle das operações e criar um procedimento que vai reger a forma como as obras acontecerão, trazendo eficiência e economia”, afirma.O papel da FDTE, ligada à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) é arregimentar cerca de 40 especialistas credenciados que irão atuar no projeto, que está previsto para dois anos e consiste em quatro fases: diagnóstico, implantação do sistema, acompanhamento e gerenciamento dos relatórios e criação de um manual de desenvolvimento de obras e empreendimentos. O trabalho consiste, inicialmente, no estabelecimento de um roteiro e de seu escopo, fase na qual se determina toda a abrangência do projeto. Segundo Nilton Toledo, é nesta fase que se recomendam possíveis revisões ou alterações. “Caso elas ocorram já no período de execução, atrasos e aumento nos gastos são mais prováveis”, explica. O passo seguinte é a definição da estrutura analítica do escopo que responde a questão: para que esse projeto seja entregue, o que é preciso ser feito? Isso resulta na definição das atividades envolvidas e de seus custos. Com esse desenho, é estruturada a chamada Rede de Caminho Crítico – que define o prazo do projeto. O projeto prevê também a criação de um sistema de comunicação e de controle que, além das pessoas para atuarem em Recursos Humanos e na Qualidade do Projeto e do Gerenciamento, vai demandar a avaliação e atualização dos softwares existentes ou o desenvolvimento de novas tecnologias. Para tanto, está prevista a criação de um escritório em Brasília para a centralização da coordenação das atividades, com pontos locais de atuação. Todo esse trabalho vai envolver as obras de 15 aeroportos e terá duração de dois anos. Cada unidade terá um escritório próprio de gerenciamento, mas o principal escritório terá sede em Brasília e funcionará com um sistema eletrônico e com um banco de dados que armazenará o registro e o andamento de cada obra mantida pela Infraero. Já os três aeroportos que estarão sob concessão serão objeto apenas na fase de diagnóstico (5 meses). Portanto, apenas nos 12 aeroportos restantes é que serão implantados os Escritórios de Projeto que farão o acompanhamento e monitoramento das obras. “À medida que o trabalho avançar, será perceptível a redução de problemas no cumprimento dos prazos e no controle dos gastos”, afirma Toledo e completa: “São benefícios que contemplam toda a sociedade brasileira”. FDTE – Criada em 1972 por um grupo de professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI), a entidade tem como objetivo estabelecer uma interface entre o ambiente acadêmico e o setor produtivo para criar um fluxo de informação e fomentar o desenvolvimento tecnológico da engenharia. Ao longo de seus 40 anos, a FDTE é precursora de inúmeros desenvolvimentos tecnológicos. Participou de mais de 1.100 projetos voltados para a infraestrutura do país e realizados por equipes próprias e em parceria com universidades, para empresas do setor público e privado. Além disso, atua na qualificação de estudantes e profissionais de engenharia. Infraero – A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) é uma empresa pública de direito privado com o patrimônio próprio, autonomia administrativa e financeira. Sua finalidade é implantar, administrar, operar e explorar industrial e comercialmente a infraestrutura aeroportuária e de apoio à Navegação aérea. Constituída nos termos da Lei 5.862, de 12 de dezembro de 1972, a Infraero tem ainda a atribuição de prestar consultoria e assessoramento nas áreas de atuação, atribuição e construção de aeroportos e realizar outras atividades correlatas definidas pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, à qual é vinculada. Prestando serviços que atende aos padrões internacionais de segurança, conforto e qualidade, a Infraero administra 66 aeroportos, opera 69 Grupamentos de navegação Aérea e 34 Terminais de Carga e mantém 50 Unidades Técnicas de Aeronavegação. A Infraero é responsável por cerca de 97% do tráfego aéreo regular no Brasil. Também ocupa posição de destaque no desenvolvimento econômico do País, principalmente nos aspectos relacionados à integração nacional em prol do desenvolvimento sustentável. Fonte:Fator

Programa Progredir alcança R$ 2 bilhões em financiamentos

O Programa Progredir, voltado para fornecedores e subfornecedores da Petrobras, alcançou no dia 20 de abril (sexta-feira), a marca de R$ 2 bilhões em financiamentos. No total, foram concretizadas 416 operações em 19 estados. Lançada em junho de 2011, a iniciativa viabiliza, de forma ágil e padronizada, a oferta de crédito a custo reduzido para todas as empresas que integram a cadeia de fornecedores da Petrobras. Em dezembro passado, a Companhia já havia superado a marca de R$ 1 bilhão em financiamentos.Entre os estados que mais receberam empréstimos, Minas Gerais ocupa a primeira posição, com R$ 557 milhões. Em segundo, estão as empresas do estado do Rio de Janeiro, com R$ 530 milhões, seguidas das de São Paulo, com R$ 480 milhões. Em quarto estão as empresas do Rio Grande do Sul, com R$ 145 milhões, e do estado da Bahia, totalizando R$ 72 milhões.Ao todo, 239 empresas de diversos estados foram beneficiadas pelo Progredir. Do total de financiamentos concretizados, mais de 300 foram fechados com empresas da Região Sudeste, onde se concentra o maior número de fornecedores da cadeia de petróleo e gás, envolvendo mais de R$ 1 bilhão.O Programa Progredir -Desenvolvido em parceria com o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), o Progredir permite que empresas que integram a cadeia de suprimentos da Petrobras obtenham empréstimos junto aos seis bancos parceiros (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, HSBC e Santander) com base nos contratos de fornecimento de bens e serviços assinados com a Companhia.A iniciativa faz parte das ações estratégicas previstas no Plano de Negócios 2011-2015 para o fortalecimento e ampliação da cadeia produtiva da Petrobras. As empresas beneficiadas realizam todas as operações pela internet, por meio do portal [www.progredir.petronect.com.br], de forma rápida e segura, sem envolver recursos da Companhia.O Progredir está baseado na criação de condições favoráveis para a concessão de crédito, lastreado nos serviços a serem prestados ou equipamentos a serem entregues à Petrobras, em cada um dos contratos firmados entre os participantes da cadeia de suprimentos. Assim, qualquer fornecedor ou subfornecedor da Companhia está apto a integrar o Progredir e poderá antecipar uma parcela dos seus recebíveis por meio dos bancos parceiros do programa.Fonte:Fator

sábado, 21 de abril de 2012

Petrobras: "Desafios e Oportunidades"

Durante palestra no RJ, Graça Foster fala sobre desafios e oportunidades da nova administração “Desafios e Oportunidades da Nova Administração da Petrobras” foi o tema abordado pela presidente da companhia, Graça Foster, em palestra promovida pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), realizada na última terça-feira (17), no Copacabana Palace. A presidente destacou o sucesso exploratório de 59% em 2011, sendo 94% desse total correspondentes a atividades no pré-sal.Graça Foster enfatizou que essa nova fronteira exploratória é uma grande oportunidade: “Pouco do pré-sal ainda foi incorporado como reserva. Das reservas de 15,71 bilhões de barris, 1 bilhão veio do pré-sal. Precisamos de parcerias para explorar”, disse.A executiva ressaltou a grande demanda por combustíveis na região Sudeste, que corresponde a metade de consumo de derivados no país e representa 65% do PIB no Brasil, e lembrou que “as reservas de petróleo estão próximas ao mercado consumidor”.Conteúdo local foi um dos principais pontos abordados durante a apresentação. “É natural para o país ter uma política como essa. Se nós não temos, outros países terão e vão desenvolver suas indústrias locais. Para garantir que o conteúdo local seja cumprido e documentado, colocamos essa atividade diretamente ligada à presidência”, informou Graça, complementando que o conteúdo local no Brasil varia de 50% a 65%.Sobre o crescimento da produção, Graça Foster destacou que o investimento em infraestrutura é fundamental. “De 1991 a 2011, tivemos um crescimento na produção de 213%. É impressionante a quantidade de trabalho nos estaleiros. Com 45 dias na presidência, eu já tinha visitado praticamente todos os estaleiros”, afirmou a presidente. Segundo Graça, em 2010 a Petrobras tinha 15 sondas de perfuração e agora conta com 27. “Até o fim do ano teremos 40 sondas de perfuração e vamos perfurar 42 poços”, adiantou.Ao abordar os temas segurança e meio ambiente, a presidente falou do Comitê de Meio Ambiente, criado em dezembro de 2011, cujo estatuto foi recentemente concluído. Sobre a campanha Vazamento Zero, Graça informou que o tema é pauta de todas as reuniões semanais da diretoria. “Sou informada a todo momento de todos os vazamentos. A ordem é sempre parar a operação em caso de dúvida. Dizem que não existe vazamento zero. Não existe, mas eu quero”, disse a presidente, que criou recentemente um grupo de trabalho dedicado exclusivamente a esse assunto.A presidente falou também sobre os desafios da Petrobras para alcançar as metas de produção, de cerca de 6 milhões de barris (boe) por dia até 2020. Destacou a importância de definir prioridades, entre elas a integração das equipes dentro e fora da Petrobras, com todos os seus parceiros. “Não basta estar junto, tem que estar misturado”. Para o setor tecnológico, a presidente revelou que a empresa já estuda junto ao Cenpes perspectivas do setor energético para além de 2020. “Já estamos pensando em 2030 e 2050. Precisamos preparar nossa companhia para o futuro“. Fonte: Agência Petrobras

Petróleo e gás renovam apetite da indústria por recursos do BNDES

Impulsionada pelos setores de química e petroquímica, principalmente petróleo e gás, a indústria brasileira iniciou a retomada de investimentos neste ano, na análise do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.Dados mais recentes de desempenho do banco divulgados na quinta-feira (19) atestaram que as cartas-consulta, primeiro passo para pedido de crédito ao banco, e que funciona como "termômetro" para mensurar o apetite da indústria em alocar investimentos, somaram R$ 55,7 bilhões no primeiro trimestre, 37% acima de igual trimestre do ano passado. Esses pedidos de consulta são anteriores à divulgação da segunda fase do Plano Brasil Maior em abril, lembrou Coutinho. "Nas consultas é que podemos ver o futuro. E o futuro sinaliza trajetória ascendente dos investimentos no país", resumiu o presidente do banco.O setor industrial teve o maior ritmo de crescimento nos pedidos de consulta no primeiro trimestre, ante igual trimestre em 2011, entre os quatro setores apoiados pelo banco. As indústrias de química e de petroquímica foram o grande destaque, com crescimento de 1.267% nas consultas, atingindo volume de R$ 14,3 bilhões, seguidas de perto pela indústria extrativa, cujas consultas cresceram 1.109%, totalizando R$ 3,1 bilhões. A indústria mecânica também mostrou força, com avanço de 297% nas consultas no período, para R$ 2,1 bilhões nos primeiros três meses do ano.Na análise do executivo, o crescimento das consultas comprova o movimento de superação das expectativas menos otimistas em relação à economia brasileira neste ano. Ele lembrou que, no segundo semestre do ano passado, a crise financeira internacional se agravou e estimulou um cenário de incerteza no mundo. No Brasil, isso conduziu a uma redução no ritmo de crescimento econômico, e os investimentos entraram em regime de cautela.Essa cautela referente ao cenário dos últimos meses do ano passado originou menor ímpeto por consultas em 2011, que se refletiu agora nos desembolsos do primeiro trimestre deste ano. As liberações somaram R$ 24,5 bilhões no período, praticamente estáveis na comparação com igual trimestre no ano passado, com queda de 1%. As aprovações de empréstimos também amargaram queda de 34% no mesmo período, para R$ 25,4 bilhões. Para Coutinho, esses dados pouco favoráveis funcionam como fotografia do passado e mostram um cenário que não mais existe. Ele ressaltou que os enquadramentos de empréstimos, um dos passos seguintes ao das consultas, subiram 28% no primeiro trimestre, para R$ 48,3 bilhões. "Nosso entendimento é que o investimento continuará a crescer acima do PIB [Produto Interno Bruto]", afirmou, acrescentando que sua projeção para a economia brasileira em 2012 é de crescimento de 4%. "Estamos trabalhando para que isso aconteça".Porém, a recuperação de investimentos nos próximos anos no setor industrial não será disseminada, e sim centrada no setor de petróleo e gás. Levantamento sobre perspectivas de investimento na indústria de 2012-2015, também divulgado ontem pelo banco, projetam R$ 597 bilhões para o período, 29,5% acima do período de 2007-2010. Desse total, 59%, ou R$ 354 bilhões, serão originados de petróleo e gás. Fonte: Valor Econômico