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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Eike anuncia criação de empresa de carvão

A holding do empresário Eike Batista, a EBX, anunciou que está criando uma nova empresa, a CCX, que será dona de reservas de carvão na Colômbia. Até então, os ativos faziam parte do portfólio da MPX, companhia de mineração do grupo. A ideia é explorar o carvão na Colômbia e usar parte dessa commodity para gerar energia nas terméletricas que estão sendo construídas no Brasil pela MPX, como as do Maranhão, Ceará e Rio de Janeiro. Há também um projeto para o Chile. Na segunda-feira, a empresa anunciou um potencial de carvão mineral que chega a 5,2 bilhões de toneladas na mina subterrânea de San Juan, localizada na região de La Guarija, na Colômbia. Esse volume, já certificado, mas não comprovado, se junta às reservas já provadas de 672 milhões de toneladas. A empresa disse que esse novo carvão tem maior poder calorífico, que custa 30% mais que o carvão térmico tradicional, por ser de maior qualidade.Ambientalistas criticam o uso do carvão em térmicas, por ter um alto índice de emissão de gás carbônico (CO2), o que inclui também o carvão de melhor qualidade, que tem baixo teor de enxofre e cinza, como o encontrado por Eike. A empresa ressalta que a MPX está investindo em projetos de captura de CO2 para compensar as emissões durante o processo. Segundo Leonardo Moretzsohn, presidente da CCX, a certificação da mina de San Juan faz a companhia ter um dos cinco maiores depósitos de carvão mineral do mundo. A empresa vai construir ainda na Colômbia um porto e uma ferrovia, que terá 150 quilômetros de extensão, para poder escoar esse carvão. Ao todo, o projeto prevê um investimento de US$ 5,5 bilhões entre 2013 e 2024, quando a operação atingir o pico da produção. Fonte:Globo

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Brasil quer intensificar parceria com Cingapura em áreas estratégicas

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, propôs na última quarta-feira (9) ao ministro do Comércio e Indústria de Cingapura, Lim Hng Kiang, um aprofundamento das relações entre os dois países. A ideia é obter conhecimento em áreas como a naval e de óleo e gás.“Temos necessidade de uma maior aproximação, em função da capacidade tecnológica de Cingapura, especialmente na indústria naval e no setor de petróleo e gás, e da necessidade de modernização da infraestrutura de portos e aeroportos do Brasil”, disse Pimentel.Os dois ministros se reuniram no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).Para Lim, os interesses de Brasil e Cingapura são “coincidentes”. Ele deu como exemplo dessa convergência o fato de mais de 50 companhias cingapurianas manterem escritórios no Brasil. O ministro reafirmou o interesse da empresa que administra o aeroporto de Cingapura de participar da próxima rodada de concessão dos aeroportos brasileiros.

Eike Batista vai vender participação de até US$ 1 bilhão na holding EBX

O empresário Eike Batista anunciou ontem que vai vender uma fatia de até US$ 1 bilhão da EBX, holding que controla empresas nos setores de óleo e gás, mineração, construção naval e offshore, logística, entre outros. A expectativa do executivo é de fechar o negócio em "63 dias", disse em referência ao seu número da sorte. Eike revelou que o negócio deve ser fechado com dois grupos: um americano e outro asiático. Com o acordo, calculou, os novos sócios devem passar a deter, juntos, uma fatia acionária de 2,8% da EBX. Essa é a segunda venda de participação feita pela holding. No fim de março, o empresário vendeu uma parcela de 5,63% da EBX para o fundo Mubadala Development, de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, por US$ 2 bilhões.Embora o bilionário não tenha informado quais são os grupos envolvidos na negociação, deu uma dica sobre a área de atuação. "A Mubadala deu um carimbo importante para o nosso petróleo. Obviamente, eles estudaram todos os outros negócios do grupo, como energia, minérios. Esses outros dois grupos vão dar um outro carimbo também nessa área", declarou depois de participar de um evento da IMX, empresa de entretenimento da EBX. A venda de uma fatia adicional da holding já estava no radar de Eike há mais de um mês. Um dia após o anúncio da entrada do Mubadala no capital da EBX, ele disse ter recebido oferta de US$ 1 bilhão, mas comentou que ainda não havia decidido se aceitaria. Na ocasião, o executivo disse ver em fundos soberanos como o Mubadala "uma das maneiras mais diferenciadas" de obter capital. Em declarações recentes, o executivo tem descartado levar as ações de sua holding à bolsa de valores. Fonte: Estadão, Economia

quarta-feira, 9 de maio de 2012

BNDES aprova financiamento para empresa fornecedora do setor de petróleo e gás

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), aprovou mais um projeto no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores de Bens e Serviços relacionados ao setor de Petróleo e Gás Natural (BNDES P&G). Trata-se da operação da Altus, fabricante de painéis de controle e automação, no valor de R$ 51,8 milhões. Os recursos financiarão a expansão da capacidade produtiva e fornecerão capital de giro para a empresa de São Leopoldo (RS). A companhia também receberá aporte de capital por parte da BNDESPAR. O apoio do BNDES equivale a 70% do investimento total previsto no plano de negócios da empresa. A Altus firmou recentemente contrato com a Petrobras para o fornecimento da solução de controle e automação das oito primeiras plataformas para operação em larga escala no pré-sal. De acordo com nota do Banco, com esta operação, o programa criado pelo BNDES há menos de um ano já reúne carteira com 19 operações, no valor de R$ 1,48 bilhão em financiamento, equivalente a investimentos de R$ 2,49 bilhões. Desse total, duas operações estão contratadas: a da Georadar (localizada em Minas Gerais), de serviços sísmicos, no valor de R$ 143 milhões; e da Ruhrpumpen do Brasil, fabricante de bombas hidráulicas, com projeto para a instalação de sua primeira unidade fabril no País, em Duque de Caixas (RJ), que receberá crédito de R$ 12,8 milhões. As demais operações em carteira estão em diferentes estágios no BNDES: em análise pela área operacional, enquadradas para análise ou, ainda, aguardando o enquadramento. A estimativa do Departamento da Cadeia Produtiva de Fornecedores de Petróleo e Gás do Banco é que o programa desembolse este ano cerca de R$ 750 milhões, valor que supera as expectativas, dado o ainda curto período de vigência da linha de financiamento. “O Programa BNDES P&G é voltado para empresas de todos os portes que integrem ou venham a integrar a cadeia de fornecedores de bens e serviços ao setor de óleo e gás e prevê condições especiais, inclusive para as micro, pequenas e médias empresas, que respondem por cerca de 85% do universo de firmas atuantes nesse setor” explica. “Com orçamento de R$ 4 bilhões e vigência até 31 de dezembro de 2015, o BNDES P&G tem como objetivo buscar soluções para alguns dos entraves à competitividade e ao desenvolvimento do setor, entre eles a dificuldade de acesso ao crédito, o elevado custo de capital e o acesso à tecnologia de ponta”, conclui a nota. Fonte:Fator

Sete Brasil deve ser incluída no Programa Progredir

Os fornecedores da Sete Brasil poderão ter uma facilidade a mais para obter financiamentos ainda este ano. A companhia poderá ser incluída no programa Progredir - criado pela Petrobras com os seis maiores bancos de varejo do país para facilitar a obtenção de empréstimos para a cadeia de fornecedores e subfornecedores. A afirmação foi feita pelo diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa. De acordo com ele, a estatal vai duplicar o portal da iniciativa na internet e criar o "Progredir Sete"."A sete já foi concebida com essa possibilidade", disse Barbassa. "A Sete é uma empresa de alta liquidez também e tem fundamentos financeiros muito sólidos, isso dá ao sistema bancário confiança que, uma vez [o contrato com o fornecedor seja] performado, a fatura será paga".A partir do programa, cada fornecedor ou subfornecedor com contratos de aquisição de equipamentos ou prestação de serviços com a empresa pode fazer um empréstimo com os bancos Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e HSBC usando até 50% do contrato como garantia. O custo do financiamento no programa chega a ser cerca de 40% mais barato em relação ao mercado.O executivo explicou que a forma como a Sete será incluída ainda não está totalmente definida. Em um primeiro momento, quem dará a garantia para que o fornecedor da Sete contrate financiamentos com os bancos será ela própria. "Remotamente poderia vincular à Petrobras", afirmou Barbassa. De acordo com ele, o fornecimento de serviços da Sete Brasil para a Petrobras só acontecerá depois que as sondas que serão arrendadas à estatal estiverem prontas. Enquanto as unidades estiverem em construção, a Sete será a garantidora dos contratos.Barbassa anunciou na segunda-feira (7) a entrada da Petrobras Netherlands B. V. (PNBV) na iniciativa. Segundo ele, essa subsidiária é responsável por cerca de 40% do valor dos contratos da companhia, que somam hoje cerca de R$ 480 bilhões. A Petrobras Biocombustível (PBio), a Refinaria Abreu e Lima e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) também tiveram sua participação anunciada ontem.A Transpetro e a BR Distribuidora também serão incluídas com o tempo, dependendo apenas da adaptação de sistemas.Fonte: Valor Econômico

terça-feira, 1 de maio de 2012

Braskem antecipa operação no RS

A alta dos preços do butadieno no mercado internacional e em particular nos Estados Unidos foi o motivo que levou a Braskem a antecipar em cinco meses a inauguração da segunda unidade de produção do intermediário para a fabricação de borrachas sintéticas no polo petroquímico de Triunfo (RS). Anunciada em fevereiro de 2011 e planejada originalmente para entrar em operação no fim deste ano, a fábrica teve a inauguração remarcada para a segunda quinzena de julho, disse o diretor de empreendimentos da empresa, Guilherme Guaragna."O mercado está mais aquecido de dois anos para cá porque houve crescimento significativo do consumo mundial de borracha", disse o executivo. De acordo com ele, a demanda está em alta devido a fatores que vão desde a expansão do mercado automobilístico nos EUA até a melhoria das propriedades químicas e mecânicas do produto, que passa a ganhar aplicações mais "nobres", como na montagem de linhas de produção em indústrias médicas, farmacêuticas e de alimentos.Com isso, os preços da matéria-prima mudaram de patamar e deverão flutuar em uma "banda mais alta", acrescentou Guaragna. Com investimentos de R$ 300 milhões, a nova unidade poderá produzir 100 mil toneladas por ano, basicamente para exportação aos EUA, México e também Argentina, e vai dobrar a capacidade de produção de butadieno da Braskem em Triunfo, hoje de 106 mil toneladas anuais, que são vendidas para a Lanxess, no polo gaúcho, e para o mercado externo. Também irá somar-se às 180 mil toneladas por ano da empresa em Camaçari (BA) e às 80 mil toneladas/ano em Capuava (SP).De acordo com a sócia-executiva da consultoria petroquímica Maxiquim, Solange Stumpf, de 2000 até agora o preço médio da tonelada do butadieno na América do Norte saltou de US$ 500 para US$ 2 mil. Desde 2010 a alta já chega a 50% e a tendência é que as cotações mantenham-se em expansão. De acordo com a analista, o comportamento dos preços segue a mesma trajetória em todo o mundo porque a oferta global da matéria-prima é menor do que o potencial de consumo.Segundo Solange, só na América do Norte a produção do intermediário recuou 25%, para 1,5 milhão de toneladas por ano, de 2005 a 2011. Já a demanda caiu 17,4% no mesmo período, para 1,9 milhão de toneladas, e como consequência a necessidade de importação aumentou de 300 mil para 400 mil toneladas anuais na região.A queda de produção na América do Norte deve-se à migração gradual dos Estados Unidos da nafta para o gás natural como insumo básico para as plantas petroquímicas. O gás é mais abundante e barato no país e serve para a produção de eteno e propeno, mas dele não é possível extrair aromáticos como o butadieno. Ao mesmo tempo, com a oferta menor, a demanda local pelo intermediário também caiu, embora em ritmo menor, porque as plantas de produção de borrachas e estirenos começaram a se transferir para outras regiões, como a Ásia."Isto criou uma oportunidade para nós", afirmou Guaragna. A Braskem opera com nafta em Triunfo e o aumento da produção de butadieno é uma forma de criar "mais valor" para as correntes já existentes na unidade, explica o diretor. De acordo com ele, as sinergias com a planta em operação permitem uma economia de pelo menos 30% no investimento em comparação com o que seria necessário para construir uma fábrica a partir do zero.A decisão de acelerar o cronograma da obra foi "consolidada" na companhia petroquímica no fim do ano passado e exigiu a antecipação das compras de equipamentos importantes como compressores e esferas de armazenamento, acrescentou o gerente de projeto Roger Godolphim. Segundo ele, a unidade usará tecnologia da Basf, que permite ainda uma redução de 30% no consumo energético e uma queda na emissão de efluentes em relação à planta atual, construída no início dos anos 1980 com tecnologia Nippon Zeon.De acordo com Guaragna, a opção por Triunfo para instalar a nova unidade deveu-se, entre outros fatores, à disponibilidade de insumos básicos e à facilidade do transporte do butadieno a partir do terminal fluvial próprio até o porto de Rio Grande, de onde o produto será exportado. O governo do Estado também concedeu isenção de ICMS sobre equipamentos sem similar no Rio Grande do Sul - desde que importados pelo porto do Estado - e sobre as máquinas adquiridas de empresas gaúchas, além de autorizar a Braskem a pagar fornecedores locais com créditos tributários. Fonte: Valor Econômico

Petrobras é a marca mais valiosa do Brasil pelo terceiro ano consecutivo

Pelo terceiro ano consecutivo, a Petrobras ficou em primeiro lugar no ranking de marca mais valiosa do Brasil, promovido pela Consultoria BrandAnalytics e pelo Instituto inglês Millward Brown. Com valor de marca de R$ 19,7 bilhões, a estatal superou empresas como Bradesco, Itaú, Skol e Banco do Brasil.O diretor Corporativo e de Serviços da Petrobras, José Eduardo Dutra, recebeu a premiação em São Paulo, na sexta-feira (27), em cerimônia realizada pela revista 'IstoÉ Dinheiro'.“Nesses 59 anos, a Petrobras superou todos os desafios, obstáculos e a desconfiança sobre a sua capacidade. Hoje ela é um orgulho para seus empregados e para todos os brasileiros, uma empresa global, reconhecida internacionalmente pela sua competência”, afirmou.Em sua apresentação, Dutra detalhou os investimentos de US$ 224,7 bilhões da Petrobras para o período 2011-2015 e mostrou o posicionamento da marca Petrobras, que inclui atributos como competência, ética, cordialidade e respeito à diversidade.“Em 2004, a responsabilidade social e ambiental foi incluída como direcionadora do nosso planejamento estratégico. Não basta ser lucrativa e eficiente, é fundamental que a empresa contribua com a sociedade”, explicou o diretor.RankingO ranking das marcas mais valiosas do Brasil avaliou 220 marcas de 162 empresas nacionais e de capital aberto. A metodologia para valoração das marcas considera as dimensões financeiras e de mercado, utilizando dados do serviço Bloomberg de setembro do ano passado até março de 2012 e parâmetros dos relatórios anuais das companhias. Fonte: Agência Petrobras

Wärtsilä divulga primeiro relatório trimestral de 2012

A Wärtsilä, empresa de origem finlandesa líder global no fornecimento de motores e prestação de serviços para navios e usinas termelétricas, registrou aumento de 13% na entrada de pedidos em relação ao mesmo período de 2011, chegando a € 1,1bilhão.No final do período, o total de pedidos em carteira totalizou € 4,4 bilhões, representando um crescimento de 20%. O aumento vem de ambas as áreas de atuação da empresa - Ship Power e Power Plants.Segundo nota enviada pela empresa, com o mercado offshore ativo, a copanhia conquistou o fornecimento de soluções integradas para duas embarcações a gás combustível para operar no Golfo do México pela Harvey Gulf International.Já na área de geração elétrica, ganham destaque a usina bicombustível encomendada pela Matanuska Electric Association, no Alasca, e a primeira planta a gás da Indonésia, para atender os picos de demanda do país, da companhia PT Perusahaan Listrik Negara.As vendas líquidas, no entanto, decresceram 7% em relação ao primeiro trimestre de 2011, atingindo € 1 bilhão. O resultado operacional representou 10,1% dessas vendas, ficando em € 102 milhões (10,4%, EUR 113 milhões). Para 2012, a Wärtsilä espera um crescimento nas vendas líquidas da ordem de 5 a 10%, com resultado operacional entre 10 a 11%.Segundo o CEO Björn Rosengren, a queda nas vendas líquidas era esperada, dado o calendário de entregas previstas para estes primeiros meses. “O ano começou muito bem com o aumento de pedidos e a lucratividade na ordem de 10%. Estamos em um bom caminho para atingir nossas metas para este ano”, comenta.O desempenho da Hamworthy, empresa britânica de engenharia que foi adquirida pela Wärtsilä em 2011, também deve contribuir para a melhora gradativa desse resultado. “A nossa integração está ocorrendo conforme planejado e o objetivo é dobrar as vendas líquidas da Hamworthy dentro dos próximos cinco anos", diz Rosengren.Especificamente na área de serviços, as vendas líquidas tiveram bom desempenho e cresceram 12%. Contribuíram para o bom resultado os contratos de Operação e Manutenção assinados neste primeiro trimestre com a americana Holdings Prestige Cruise e com a brasileira Energética Suape II para gestão da maior usina já entregue pela Wärtsilä.Perspectivas de mercadoO mercado de geração de energia deverá permanecer aquecido em 2012. Os países emergentes devem continuar investindo na ampliação de novas capacidades de geração, o que impulsionará a demanda, especialmente no segmento de geração flexível. Enquanto isso, os países desenvolvidos ainda apresentam demanda no setor de energia, particularmente por tecnologias que permitam redução das emissões de CO2 e substituam as plantas já ultrapassadas, principalmente aquelas à carvão. Portanto, é esperado um cenário de desenvolvimento contínuo para divisão de Power Plants.Já a perspectiva global para a contratação naval permanece praticamente inalterada em relação ao ano passado - até o fim do ano, são esperadas contratações em nível similar ou ligeiramente inferior ao de 2011. A demanda deverá manter-se lenta para navios graneleiros, porta-contêineres e petroleiros. Nesses setores, projetos eficientes deverão ser um tema comum nas negociações, devido às pressões econômicas para reduzir o consumo de combustível.As compras de navios transportadores movidos a GNL deverão permanecer em alta durante o ano, em níveis compatíveis com a atividade observada durante o primeiro trimestre de 2012. O segmento offshore mantém ainda a expectativa de boas oportunidades futuras, especialmente para navios de perfuração e de apoio. O interesse em embarcações a gás tem aumentado também em segmentos que não vinham empregando esse tipo de combustível - a agenda ambiental se firma como uma questão central, impulsionando as soluções que atendem às novas normas ambientais.Apesar da situação do mercado ter melhorado no primeiro trimestre, algumas incertezas permanecem no setor de serviços. O segmento de marinha mercante ainda parece estar sob pressão, dada a sobrecarga do mercado, que continua a impactar o potencial de serviços nesta área. Fonte:TN

Rolls-Royce fornecerá motores para projeto da Shell nas Filipinas

A Rolls-Royce irá fornecer duas turbinas industriais a gás RB211 para um projeto da Shell nas Filipinas. Os equipamentos, avaliados em US$ 30 milhões, serão empregados no projeto Malampaya, dedicado à produção de gás natural em águas profundas.A Shell utiliza a tecnologia Rolls-Royce como condutora mecânica para os trens de compressão de gás do projeto desde o início de 2001. As duas unidades RB211 vão aumentar a produção e a eficiência, ajudando a garantir o fornecimento estável de energia e uma fonte mais limpa para a região.“Ficamos muito contentes em observar que, após 11 anos de colaboração nesse importante projeto, a Shell novamente depositou a sua confiança na Rolls-Royce. A confiabilidade e a eficiência de nossos equipamentos, já comprovadas, vão ajudar os parceiros do projeto Malampaya a manter a produção de altos níveis de gás, garantindo que as Filipinas continuem a acessar fontes seguras de eletricidade”, disse o vice-presidente executivo da divisão de óleo e gás da Rolls-Royce, Tony Ruegger.Cada unidade RB211 vai produzir 27 megawatts de energia para impulsionar compressores de gás, permitindo que a produção seja potencializada, já que a pressão natural dentro dos campos de gás reduz com a extração.Se comparado com o mesmo volume de energia gerado a partir de carvão ou combustível, o projeto Malampaya desloca cerca de 1,35 milhões de quilogramas de gás carbônico por hora e é, portanto, uma fonte de energia mais limpa e sustentável. E para minimizar ainda mais os impactos ambientais, cada unidade RB211 vai contar com a tecnologia de baixas emissões de gases poluentes da Rolls-Royce.Cerca de 60 turbinas a gás RB211 da companhia britânica já estão em operação offshore na Ásia, servindo líderes de mercado como a Shell, a ExxonMobil e a Petronas. Em relação a operações de óleo e gás no mundo, são mais de 600 turbinas a gás Rolls-Royce, que atuam frequentemente em ambientes adversos.O contrato foi selado sob um acordo global, assinado em 2007, entre a britânica e a Shell Philippines Exploration B.V. (SPEX), que opera o projeto em nome dos parceiros de joint-venture Chevron Malampaya LLC e a Philippine National Oil Company Exploration Corporation (PNOC EC).Fonte:TN

sábado, 28 de abril de 2012

Indústria de óleo e gás movimenta setor de construção civil

Se de um lado especialistas apontam para a estagnação da indústria nacional, por outro o que se constata é que certos setores estão crescendo a passos largos no Brasil. Este é o caso das indústrias de óleo e gás, automobilísticas, mineração, entre outras. Com isso, o surgimento de novas unidades fabris fomenta a área da construção civil, e produtos diferenciados, com diferenciais tecnológicos, acabam sendo determinantes na otimização de obras.A empresa Marko Sistemas Metálicos forneceu no último ano mais de 150.000 m² do seu exclusivo Sistema Integrado de Cobertura Metálica Roll-on, para obras em indústrias dos mais variados setores, em todo Brasil. Segundo a gerente de marketing da companhia, Fernanda Borges, esses tipos de empreendimentos têm em comum a busca pela excelência e velocidade na execução da obra.“A necessidade de agilizar inauguração e retorno de capital investido geralmente faz com que os empreendimentos industriais busquem no mercado produtos e serviços que garantam eficiência”, diz a executiva, acrescentando que nesse caso o Roll-on se torna uma opção muito atraente, pois possui estoque para pronta-entrega, garantindo o atendimento dos cronogramas mais apertados. De acordo com ela, trata-se de um produto industrial totalmente aparafusado e montado em linha de produção de forma simples e rápida, conferindo agilidade no canteiro de obras, comprovados na execução de até três mil m² de área coberta por dia.A indústria de óleo e gás é uma das que mais movimenta a produção de estruturas e coberturas metálicas, já que necessitam de segurança e proteção contra as intempéries. A construção da fábrica da Wellstream, no Rio de Janeiro, por exemplo, contou com mais de 12 mil m² da cobertura. Fernanda explica que as indústrias necessitam de estanqueidade absoluta, garantindo a fluência de suas atividades, mesmo com intensa chuva e vento forte. “Além disso, é preciso uma estrutura que possibilite a introdução de sobrecargas maiores no futuro que permita pendurar equipamentos ou Pie Rack sem a necessidade de reforço em toda a cobertura. No caso do Roll-on, podemos dar um reforço pontual através da utilização eventual do modelo heavy duth”, completa.A inauguração rápida, com breve início das atividades fins, é primordial para os empreendimentos, que visam a saúde financeira da empresa. Outra vantagem do sistema é garantir o funcionamento pleno da indústria, pois permite expansões com facilidade sem prejudicar as operações. “O sistema flexibiliza diferentes layouts, com a possibilidade de introduzir fechamentos internos ou paredes corta fogo, além da facilidade na fixação de rede de sprinkles e ancorar utilidades em geral”.De acordo com a gerente, outra preocupação atual na construção de unidades fabris é com a economia de energia e sustentabilidade, “O Roll-on é um sistema integrado que facilita a captação de águas pluviais para reuso, eliminando toda a rede de drenagem interna e otimizando projetos com previsão de armazenagem de água. Além disso, ele possibilita a economia de energia através do isolamento termo-acústico, o uso de iluminação e ventilação naturais”, explica.Como exemplo, ele cita a ampliação da indústria Oilequip, localizada no Rio de Janeiro, que atua no mercado há 23 anos fabricando, recuperando e adaptando equipamentos para cabeça de poço de petróleo. A área total construída foi de mais de 8 mil m², e prezou pela alta durabilidade, devido ao tipo de galvanização do aço, matéria-prima 100% reciclável, e acabamento mais resistente a ambientes agressivos.Fernanda explica que, por ter a versatilidade como característica, o Roll-on pode ser aplicado nos mais variados empreendimentos e nas mais variadas exigências de vão e carga. “Esse foi um dos diferenciais em inúmeras obras, como das indústrias da Hyndai, em Piracicaba, da Liebherr, em Guaratinguetá, da Goodeyear, em São Paulo, dentre outras”. Ela destaca que o produto é adequado para galpões e centros de distribuição, que podem utilizar a telha autoportante para fechamento. “A telha MK120 é uma opção para fechamentos laterais internos, por exemplo, em galpões modulares. Sua característica autoportante permite redução da necessidade de estruturação, resultando em visual interno mais limpo e agradável”. Fonte:TN

Especialistas se reúnem no "Pré-sal Brasil" para debater futuro da exploração de óleo e gás

Com a necessidade de desenvolver novas tecnologias que garantam excelência na exploração de óleo e gás nos campos do pré-sal, representantes nacionais e internacionais do setor se reunirão em no Congresso Pré-Sal Brasil, que acontece de 4 a 6 de junho no Rio de Janeiro. Cerca de 250 representantes da indústria já confirmaram presença, incluindo BP Energy do Brasil, Statoil, Chevron, Petrobras, TOTVS, Aveva, Petra Executive Search, Grupo Zorovich, Villares Metals, Wilson Sons, Technip, Swift e Horton do Brasil.“Mais uma vez estamos reunindo um grupo indústrial importante para nos concentrarmos sobre o estado atual da exploração da área de pré-sal, bem como quais os principais desafios para podermos progredir", afirma Bruno Araujo, gerente de programa do evento. “Nós olhamos para o conteúdo nacional, o desenvolvimento da cadeia de abastecimento, o investimento estrangeiro e os desafios de financiamento. Alguns dos principais desafios técnicos da exploração das reservas do pré-sal incluem o acesso difícil e, muitas vezes, a falta de conhecimento de tecnologias e equipamentos necessários para a exploração; a falta de mão de obra qualificada e a logística complexa do transporte do equipamento e pessoal por causa da distância do poço a ser explorado até a costa”.As atividades do pré-sal estão em fase inicial e já representam 80% das reservas totais de petróleo do Brasil. “A Petrobras e seus parceiros da área do pré-sal precisam capitalizar e desenvolver a tecnologia de exploração para a área. Também seriam necessários fornecedores de todas as áreas offshore em uma perspectiva global para fornecer a esses consórcios equipamentos e serviços flutuantes, submarinos e de perfuração", diz o gerente. Segundo Bruno, a indústria está procurando por informações, peritos e cursos especializados. "Ao mesmo tempo, notamos que os operadores estão com medo de perder seus funcionários para as concorrentes porque certas habilidades estão agora se tornando muito valiosas", conclui.A participação oficial do governo no Congresso Pré-Sal Brasil incluirá:• Empresa de Pesquisa Energética (EPE) - presidente, Maurício Tolmasquim• Senado Federal - senador, Wellington Dias• Câmara dos Deputados - consultor, Paulo Cesar R. Lima• Governo Estatual do Espírito Santo - secretário de Desenvolvimento, Márcio Felix• Departamento de Energia de São Paulo - subsecretário de Petróleo e Gás, Henrique Gross• Banco Caixa Econômica Federal - superintendente, Eugenia Regina de Melo• Agência Nacional de Transportes Aquaviários - diretor-geral, Tiago Lima• Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia - diretor-geral, Jean Paul PratesServiço:Pré-sal BrasilDatas: 4 a 6 de junho de 2012Local do evento: Hotel Windsor Barra, Rio de Janeiro, BrasilSite do evento: http://www.presaltbrazilcongress.com.br/ Fonte: TN

Rolls-Royce abre novo escritório no Rio de Janeiro

A Rolls-Royce inaugurou seu segundo escritório no Rio de Janeiro. Localizado na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, o espaço atenderá às demandas comerciais geradas pela construção da nova fábrica da Rolls-Royce em Santa Cruz, também na Zona Oeste carioca. A empresa investiu cerca de R$ 1 milhão no imóvel, onde já estão trabalhando 25 funcionários.No novo espaço, funcionarão os departamentos de compras, supply chain e projetos. Lá, serão negociados todos os contratos com fornecedores envolvidos nas obras da unidade fabril de Santa Cruz, onde os 32 turbogeradores já contratados pela Petrobras em novembro de 2011 serão montados. As primeiras entregas acontecerão no primeiro semestre de 2013 e as últimas, no início de 2016. Grupos específicos de profissionais da área de projetos da companhia serão destacados para atender exclusivamente cada plataforma da estatal, num total de oito.Francisco Itzaina, presidente da Rolls-Royce para a América do Sul, explicou que essa estratégia será fundamental para garantir a entrega de excelência na execução do projeto, reduzindo custos de deslocamento e atrasos na logística. “Já antecipamos também nosso compromisso de contribuir com a geração de empregos e de conteúdo local de nossos equipamentos e sistemas”, afirmou o executivo. Após a conclusão das obras, todos os funcionários desse escritório serão realocados na fábrica, que demandará ainda a contratação de novos profissionais.Os investimentos em Santa Cruz, conforme anunciou recentemente a empresa, serão de mais de R$ 189 milhões. A fábrica será construída num terreno de 100 mil metros quadrados. O investimento da companhia no projeto pode dobrar, caso seja aprovada a instalação de uma planta dedicada à montagem de propulsores e um Centro de Treinamento - o quarto da Rolls-Royce no mundo. Ao todo, serão cerca de 20 mil metros quadrados de área construída. Fonte:TN

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Rolls-Royce fecha contrato com a Island Offshore para embarcação de construção submarina

Rolls-Royce fecha contrato com a Island Offshore para embarcação de construção submarina Data: 24/04/2012 14:17 A Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, presente no Brasil há mais de 50 anos, foi selecionada pela Island Offshore para projetar, equipar e impulsionar um avançado navio de construção submarina. A embarcação será construída no estaleiro da STV OSV em Brevik, na Noruega, e a entrega está prevista para o início de 2014. O navio modelo UT 737 CD dará suporte aos mais desafiadores projetos submarinos, como a construção e a manutenção de poços de óleo e gás, a mais de 3.000 metros abaixo do nível do mar. Para isso, o navio apresentará características especiais. Entre elas, estão dois sistemas independentes para lançamento e recuperação de Veículos Operados Remotamente (ROV), um guindaste de 125 toneladas que compensa movimentos das ondas, além de uma torre offshore que manipula equipamentos submarinos por meio de uma grande abertura no casco do navio, chamada de “moon pool” (“piscina-lua”). Anders Almestad, presidente da divisão Offshore da Rolls-Royce, comemorou o novo contrato. “Essa embarcação de alta tecnologia apresentará uma combinação de tecnologia inovadora e projeto de classe mundial energeticamente eficiente. Isso demonstra nossa posição de líder no mercado de navios offshore de alta complexidade e nossa habilidade em superar os desafios da exigente indústria de óleo e gás em águas profundas”, afirmou o executivo. O projeto e a adaptação do navio permitem que este desempenhe quase qualquer tipo de tarefa em campos de óleo em águas profundas. Além de dar suporte a operações submarinas, também pode transportar carga entre plataformas offshore e atuar como embarcação de recuperação de óleo. O navio também inclui um sistema de propulsão diesel-elétrica que incorpora quatro motores Bergen, que irão conduzir dois propulsores Azipull, além de outros dois laterais. Esses irão trabalhar em conjunto com um dinâmico sistema de posicionamento que permite que a embarcação mantenha sua posição enquanto realiza atividades submarinas. O sistema de propulsão diesel-elétrica também aumenta significativamente a eficiência energética da embarcação, reduzindo a emissão de gases poluentes. Fonte: Redação

segunda-feira, 23 de abril de 2012

OGX requisita à OSX a construção e afretamento das WHPs 3 e 4

A OGX Petróleo e Gás Participações S.A. (“OGX”) (Bovespa: OGXP3; OTC: OGXPY.PK), empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, comunica ao mercado haver requisitado à OSX Brasil S.A. (OSX), nos termos do Acordo de Cooperação firmado entre ambas em 26 de fevereiro de 2010, a construção e afretamento das Well Head Platforms (WHP) 3 e 4, em adição às WHPs 1 e 2 já requisitadas e em construção pela Techint Engenharia e Construção S.A. (Techint).“As duas primeiras plataformas fixas já contratadas pela OGX, sendo construídas pela Techint, serão de extrema relevância para o desenvolvimento da produção na Bacia de Campos a partir de 2014. Com o avanço da campanha de delimitação nessa bacia e obtenção de importantes resultados das acumulações descobertas, estamos agora requisitando as WHPs 3 e 4, que já serão construídas no estaleiro da OSX no Superporto do Açu, contribuindo assim para o cumprimento das metas de produção da OGX”, comentou Paulo Mendonça, diretor geral e de exploração da OGX.As WHPs 1 e 2 estão programadas para serem entregues no primeiro semestre de 2014 e devem ser designadas aos complexos de Waimea e Waikiki, respectivamente.Perfil da OGX -Focada na exploração e produção de óleo e gás natural, a OGX Petróleo e Gás SA é responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil. A OGX possui um portfólio diversificado e de alto potencial, composto por 30 blocos exploratórios no Brasil, nas Bacias de Campos, Santos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e Parnaíba e 5 blocos exploratórios na Colômbia, nas Bacias de Cesar-Ranchería, Vale Inferior do Madalena e Vale do Médio Madalena. A área total de extensão dos blocos é de 7.000 km² em mar e cerca de 37.000 km² em terra, sendo 24.500 km² no Brasil e 12.500 km² na Colômbia. Além de contar com um quadro de profissionais altamente qualificados, a companhia possui sólida posição financeira, com cerca de US$ 2,9 bilhões (em dezembro de 2011) para investimentos em exploração, produção e novos negócios. Em junho de 2008, a empresa captou recursos na ordem de R$ 6,7 bilhões em sua oferta pública de ações, no maior IPO primário da história da Bovespa até então. A OGX é parte do Grupo EBX, conglomerado industrial fundado e liderado pelo empresário brasileiro Eike Batista, que possui um comprovado histórico de sucesso no desenvolvimento de novos empreendimentos nos setores de recursos naturais e infraestrutura.Fonte:Fator

Programa Progredir alcança R$ 2 bilhões em financiamentos

O Programa Progredir, voltado para fornecedores e subfornecedores da Petrobras, alcançou no dia 20 de abril (sexta-feira), a marca de R$ 2 bilhões em financiamentos. No total, foram concretizadas 416 operações em 19 estados. Lançada em junho de 2011, a iniciativa viabiliza, de forma ágil e padronizada, a oferta de crédito a custo reduzido para todas as empresas que integram a cadeia de fornecedores da Petrobras. Em dezembro passado, a Companhia já havia superado a marca de R$ 1 bilhão em financiamentos.Entre os estados que mais receberam empréstimos, Minas Gerais ocupa a primeira posição, com R$ 557 milhões. Em segundo, estão as empresas do estado do Rio de Janeiro, com R$ 530 milhões, seguidas das de São Paulo, com R$ 480 milhões. Em quarto estão as empresas do Rio Grande do Sul, com R$ 145 milhões, e do estado da Bahia, totalizando R$ 72 milhões.Ao todo, 239 empresas de diversos estados foram beneficiadas pelo Progredir. Do total de financiamentos concretizados, mais de 300 foram fechados com empresas da Região Sudeste, onde se concentra o maior número de fornecedores da cadeia de petróleo e gás, envolvendo mais de R$ 1 bilhão.O Programa Progredir -Desenvolvido em parceria com o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), o Progredir permite que empresas que integram a cadeia de suprimentos da Petrobras obtenham empréstimos junto aos seis bancos parceiros (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, HSBC e Santander) com base nos contratos de fornecimento de bens e serviços assinados com a Companhia.A iniciativa faz parte das ações estratégicas previstas no Plano de Negócios 2011-2015 para o fortalecimento e ampliação da cadeia produtiva da Petrobras. As empresas beneficiadas realizam todas as operações pela internet, por meio do portal [www.progredir.petronect.com.br], de forma rápida e segura, sem envolver recursos da Companhia.O Progredir está baseado na criação de condições favoráveis para a concessão de crédito, lastreado nos serviços a serem prestados ou equipamentos a serem entregues à Petrobras, em cada um dos contratos firmados entre os participantes da cadeia de suprimentos. Assim, qualquer fornecedor ou subfornecedor da Companhia está apto a integrar o Progredir e poderá antecipar uma parcela dos seus recebíveis por meio dos bancos parceiros do programa.Fonte:Fator

sexta-feira, 20 de abril de 2012

BG dá início a construção de polo bilionário

O Centro Global de Tecnologia (CGT) que a britânica BG Group começará a construir em breve no Rio de Janeiro vai nascer com uma meta ambiciosa: tornar-se um polo de excelência no Brasil para a indústria mundial de petróleo e gás. O CGT é a ponta-de-lança da política de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da BG no país, com investimento estimado em US$ 2 bilhões até 2025. Uma referência para a empresa do que será possível fazer em termos de P&D no mercado brasileiro vem do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos (SP). "O ITA transformou-se em um dos grandes centros de tecnologia aeronáutica do mundo", compara Henrique Rzezinski, vice-presidente de assuntos corporativos e de políticas públicas da BG Brasil.O plano da BG é fazer do Centro Global de Tecnologia um grande polo de pesquisa e desenvolvimento para o setor de petróleo e gás. O CGT vai operar em parceria com universidades e centros de pesquisa no país e estará integrado, via alianças, a uma rede de centros de excelência em petróleo e gás pertencentes a universidades em diferentes países, como Inglaterra, Estados Unidos e Escócia. A escolha do Brasil para sediar o CGT se relaciona com o fato de que, até o fim da década, a BG deverá estar produzindo no país 600 mil barris de óleo equivalente (BOE) por dia, o que tende a fazer da empresa a maior produtora de petróleo do mercado brasileiro, atrás da Petrobras. As obras do CGT devem começar entre o fim de junho e o início do segundo semestre, e o objetivo é ter o centro operacional em meados de 2013. Fonte:Valor

quinta-feira, 19 de abril de 2012

MPX e E.ON concluem assinatura de joint venture e criam nova empresa de energia para o Brasil

A MPX, empresa de energia do Grupo EBX, e o player global E.ON AG, sediado na Alemanha, anunciaram nesta quarta-feira (18) a assinatura dos contratos definitivos para a criação de uma joint venture (JV) 50/50 para formar a maior empresa privada de energia do Brasil. Juntas, as companhias irão desenvolver projetos de geração de energia convencional e renovável, além de atividades de suprimento e comercialização no Brasil e no Chile.O grupo alemão vai investir cerca de R$ 850 milhões no negócio. Com o acordo, que prevê um aumento de capital de R$ 1 bilhão na MPX, a E.ON ficará com participação de 10% na empresa de energia de Eike.Para concluir o processo de estabelecimento da JV, algumas etapas relativas às questões financeiras e legais precisam ser finalizadas. As empresas acreditam que a transação será fechada até julho deste ano, quando as atividades serão iniciadas para fortalecer e assegurar a produção de energia para o Brasil e Chile.“A parceria estratégica com a E.ON nos ajudará a crescer de forma rápida e com competência técnica. Possuímos amplo conhecimento do mercado brasileiro e 14.000 MW em projetos já licenciados, dos quais 11.000 MW serão desenvolvidos em parceria com a JV. Já a nossa parceira E.ON tem grande expertise em geração de energia, operando 69.000 MW no mundo, em gás, carvão e energia renovável”, afirma Eike Batista, presidente do Conselho de Administração da MPX.“Hoje tivemos um importante marco para o desenvolvimento da E.ON como uma empresa internacional de energia. Ao criar a maior empresa privada de energia do Brasil, em parceria com a MPX, alcançaremos nosso objetivo estratégico de estabelecer uma posição significativa no país, um de nossos mercados-alvos. Assim que as etapas da transação forem concluídas, podemos colocar em prática a nossa visão de criar valor em energia térmica e renovável, no Brasil e no Chile”, disse Johannes Teyssen, CEO da E.ON AG. Fonte:NN

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Petrobras e Vale se unem para dar andamento a projetos na área de energia e logística

Os presidentes da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, e da Vale, Murilo Ferreira, assinaram na sexta-feira (13) um Protocolo de Intenções que trata de projetos conjuntos em andamento nas áreas de potássio, fertilizantes nitrogenados, termelétrica, ativos de óleo, gás e de biodiesel, e logística. O obetivo é estudar a viabilidade técnico-econômica desses projetos, estabelecer premissas negociais e estudar soluções jurídicas para eles.Os estudos a serem realizados pelas duas companhias contemplarão, respectivamente, a elaboração de um Plano de Trabalho que inclua cronogramas compatíveis, alinhados, contendo o detalhamento das atividades.O documento foi assinado após reunião entre os dois presidentes, diretores e gerentes das duas empresas, na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro. Por mais de três horas, os executivos assistiram a apresentações dos projetos conjuntos, verificando seu real andamento.Ao final, Graça Foster e Murilo Ferreira manifestaram otimismo no que diz respeito à execução de todas as iniciativas, indicando, de cada lado, os responsáveis pelo acompanhamento de cada projeto.Fonte:Ag.Petrobras

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Fornecedores do setor de petróleo e gás terão crédito de R$ 750 milhões do BNDES

A indústria fornecedora de bens e serviços para o setor de petróleo e gás deve receber crédito de R$ 750 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) este ano, informou o chefe do Departamento da Cadeia Produtiva de Petróleo e Gás do banco, Ricardo Cunha. Os recursos serão liberados no âmbito de nova linha criada para o setor, o Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores de Bens e Serviços relacionados ao setor de Petróleo e Gás Natural (BNDES P&G), lançada no quarto trimestre do ano passado. Até o momento, 19 empresas pediram financiamento junto ao banco para empreendimentos, cujos investimentos totais, somados, atingem R$ 2,6 bilhões. Deste total, R$ 1,5 bilhão seria o total de pedidos de empréstimos dessas empresas ao BNDES.Três operações já foram aprovadas. Um dos empréstimos já aprovados foi o destinado para a Prysmian, de origem italiana, pertencente ao grupo de mesmo nome, indiretamente controlado pelo grupo Goldman Sachs, que vai receber R$ 117 milhões para ampliação de unidade no Espírito Santo, de tubos flexíveis para atividade offshore. Até 2015, a previsão do banco é que sejam desembolsados R$ 4 bilhões dentro dessa linha, com o fortalecimento da indústria de petróleo e gás no Brasil, impulsionada pelas boas perspectivas de exploração e produção no setor. Para Cunha, os recursos podem se esgotar antes de 2015. Isso porque, atualmente, a linha conta com operações nas modalidades direta e indireta (por meio de agente repassador) não automática. A intenção do banco é adicionar a modalidade indireta automática, onde o financiamento é aprovado em cinco dias úteis, prazo inferior aos dos outros dois.Fonte:Valor

Cosan negocia 60% da Comgás, e deve pagar R$ 3 bilhões por participação

A Cosan deverá pagar cerca de R$ 3 bilhões por uma fatia de 60% da Comgás, segundo fontes próximas à negociação. Caso a operação seja fechada, a Cosan dará mais um passo na diversificação de suas operações para negócios com fluxo de caixa mais estável do que a produção de açúcar e etanol. Com a compra da Comgás, o setor de açúcar e etanol passaria a responder por menos de 20% da receita da Cosan. A negociação entre Cosan e o BG Group, que tem uma participação de 83,6% na controladora da Comgás, a Integral Investment, foi confirmada pelas partes. A Cosan quer comprar a totalidade da participação do BG Group na Integral, que somaria 60% da Comgás. Hoje, o valor de mercado da fatia do BG na Comgás gira em torno de R$ 3,1 bilhões a R$ 3,2 bilhões.As negociações entre Cosan e o BG estão em fase inicial. Segundo uma das fontes, a Cosan passou na frente de outros concorrentes que chegaram a analisar a compra de fatia da Comgás, como Ultra e Cemig. A favor da Cosan, pesa o fato dos outros 16,4% da Integral estarem nas mãos da Shell, empresa com quem a gigante do setor sucroalcooleiro tem forte proximidade desde a formação da Raízen, joint venture na qual as duas empresas têm 50% cada uma. Embora a operação não esteja totalmente estruturada, já foi definido que a Cosan vai pagar o BG à vista, por meio de empréstimos em bancos privados. A empresa não emitirá novas ações para bancar a compra da Comgás.Fonte:Estadão