
As últimas 48horas ajudaram a acalmar a tensão estabelecida, na sexta-feira passada, entre os governos da Espanha e da Argentina, em torno da possível nacionalização parcial da petrolífera YPF, filial da espanhola Repsol. Depois de uma posição mais agressiva, o ministro de Indústria da Espanha, José Manuel Soria, destacou no fim de semana que a saída pode ser uma negociação amigável.O presidente da Repsol, Antonio Brufau, reiterou essa visão ontem ao jornal argentino La Nación, pedindo ao governo espanhol que não imponha ou discurse na negociação sobre a companhia, mas que apenas negocie. O motivo da discórida é a eventual recuperação do controle por parte do Estado argentino da YPF em 57,4%. A filial representa dois terços da produção de petróleo da Repsol (62%) e quase a metade de suas reservas. A Resol YPF, privatizada nos anos 90, é líder no mercado de combustíveis na Argentina. Controla 52% da capacidade de refino do país. Umas das críticas do governo é que ela "reduziu em 30% - 35% a produção de petróleo nos últimos anos e mais de 40% a de gás". Fonte:Brasil Econômico
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