segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Conhecer em detalhes impostos e taxas evita prejuízo

Com uma carga tributária que está entre as mais elevadas do mundo – em 2011 foi de 36,2% do Produto Interno Bruto -, conhecer em detalhes todos os impostos e taxas a serem pagos pela empresa pode significar a diferença entre o lucro e o prejuízo.A afirmação é do consultor tributário do Sescap de Londrina, Ariovaldo Esgoti. Segundo ele, em geral, o empresariado brasileiro tem uma grande preocupação sobre os impostos que incidem na produção interna e na saída de seus produtos e acabam deixando de lado um importante coeficiente que pode fazer toda a diferença no faturamento da empresa.Conforme Esgoti, o empresário deve ficar atento a todo o processo que envolve o negócio; da fase da aquisição da matéria-prima até a colocação do produto final no mercado. É importante ressaltar que o País ainda vive uma guerra fiscal entre os estados e isso pode alterar significativamente os valores dos impostos e taxas, interferindo no resultado da empresa. ”O empresário deve fazer muitas contas nesta hora, pois ao invés de comprar um insumo em seu próprio estado, ele pode encontrar uma cotação melhor de um fornecedor de outra unidade da federação. Porém, ele pode não se atentar que a importação desta mercadoria pode agregar alguns impostos que não estavam previstos ao cruzar as divisas, como IPI, ICMS, Confins entre outros”, esclarece Esgoti.É por este motivo que o consultor recomenda que além do empresário dominar as informações sobre a tributação das vendas ele também deve conhecer a tributação nas entradas. O empresário deve, entre outras coisas, ficar atento aos tributos que são pagos pelo seu fornecedor, ”uma vez que, por exemplo, uma medida judicial interposta pelo fornecedor pode eximi-lo de realizar tal contribuição. Por outro lado o Fisco pode cobrar esses impostos dos clientes que adquirirem as mercadorias deste fornecedor. Por isso que o empresário deve ficar atento tanto na negociação, quanto na conferência da nota fiscal que é a consolidação do negócio”, explica Esgoti.Entretanto, mesmo com este emaranhado de legislações fiscais, há algumas brechas que podem beneficiar alguns setores, como no caso da agroindústria. Este segmento pode comprar insumos tanto com a pessoa jurídica, que é o que ocorre com a grande maioria dos negócios, mas também pode recorrer à aquisição de produtos de pessoa física. Neste caso, mesmo o agricultor não sendo um gerador de recurso presumido, a agroindústria como incentivo incorpora este benefício no produto adquirido e consequentemente é favorecido pela economia que será gerada.”São em casos como este que o empresário passa a ter um lucro substancial sem precisar alterar sua cadeia produtiva, isso porque ele ficou atento aos benefícios que a própria legislação, apesar de complicada, ofereceu para ele”, lembra o consultor. A atenção por parte do empresário, em todas as fases da cadeia fiscal de seus produtos, desde o período anterior à entrada dos produtos, até a saída das mercadorias, é uma preocupação que faz toda a diferença no faturamento das empresas. ”Esta é a diferença entre o empresário que se preocupa com todo o processo tributário e aquele que tem olhos apenas para as vendas, o primeiro terá uma maior lucratividade, pois buscará impostos mais baixos e, consequentemente, sua margem de lucro aumentará, enquanto que o segundo passa aperto para vender suas mercadorias com uma margem de lucros mais baixa”, alerta Esgoti.Fonte: Sindicato das Empresas de Consultoria, Assessoria, Perícias e Contabilidade de Londrina – Sescap-Ldr

Cinco questões tributárias

1-Apuração da base de cálculo do lucro presumido, relativamente aos juros sobre prestações na atividade imobiliária
As receitas de juros, decorrentes do atraso nas prestações de comercialização de imóveis, pelas pessoas jurídicas com atividades imobiliárias, referentes a loteamento, incorporação imobiliária, construção de prédios destinados à venda,
bem como a venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda, para fins do lucro presumido, sujeitam-se a 8% (IRPJ) e 12% (CSL), se os acréscimos foram apurados por meio de índices previstos em contrato.(Solução de Consulta Cosit
nº 5/2012 – DOU 1 de 31.08.2012)

2-Obrigações tributárias continuam após mudança de razão social?
Fusões e aquisições de empresas são temas recorrentes nas últimas provas. Veja questão do Exame 2010.2, a qual questiona se um restaurante que compra um concorrente e muda apenas a razão social, se ele responde pelas obrigações do antigo estabelecimento.(2010.2) Pizza Aqui Ltda., empresa do ramo dos restaurantes, adquiriu o estabelecimento empresarial Pizza Já Ltda., continuando a exploração deste estabelecimento, porém sob razão social diferente – Pizza Aqui Ltda.
Neste caso, é correto afirmar que:

a) a Pizza Aqui responde solidariamente pelos tributos devidos pela Pizza Já, até a data do ato de aquisição do estabelecimento empresarial, se a Pizza Já cessar a exploração da atividade.
b) caso a Pizza Já prossiga na exploração da mesma atividade dentro de 6 (seis)meses contados da data de alienação, a Pizza Aqui responde subsidiariamentepelos tributos devidos pela Pizza Já Ltda. até a data do ato de aquisição do estabelecimento.
c) caso a Pizza Já mude de ramo de comércio dentro de 6 (seis) meses contados da data de alienação, então a Pizza Aqui será integralmente responsável pelos tributos devidos pela Pizza Já até a data do ato de aquisição desta.
d) caso o negócio jurídico não fosse a aquisição, mas a incorporação da Pizza Já pela Pizza Aqui, esta última estaria isenta de qualquer responsabilidade referente aos tributos devidos pela Pizza Já até a data da incorporação.

Resposta:
A alternativa correta é a “b”. A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra fundo de comércio ou estabelecimento comercial,industrial ou profissional, e continuar a respectiva exploração, responde pelos tributos relativo ao fundo ou estabelecimento adquirido, até a data do ato, de forma subsidiária com o alienante se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de seis meses, da data da alienação, nova atividade no mesmo ou em outubro ramo (artigo 133, II, do CTN).

3-Representante comercial – enquadramento jurídico
Para verificar qual o tipo jurídico em que enquadra-se o representante comercial, deverão ser observadas algumas situações e requisitos, conforme passamos a analisar.No seu enquadramento o representante comercial deve observar os seguintes requisitos:
a) o representante comercial que exerce atividades por conta própria adquire a condição de comerciante, independentemente de qualquer requisito formal,ocorrendo neste caso, para efeitos tributários, equiparação da empresa individual a pessoa jurídica, por força do disposto no item II do § 1º do art.150 do RIR. (Parecer Normativo 15-1986);
b) o representante comercial que exerce exclusivamente a mediação para a realização de negócios mercantis, como a define o artigo 1º da Lei 4.886-1965,terá seus rendimentos tributados na pessoa física do beneficiário, sendo irrelevante a existência do registro como firma individual na Junta Comercial e no CGC/MF. (Ato Declaratório Normativo 25-1989).
c) a equiparação de que fala a letra “a” é uma ficção do direito tributário,sendo irrelevante o fato de tratar-se de firma inscrita no registro do comércio ou não (Parecer Normativo 39-1977, item 4).

4-Tributação de prêmios distribuídos em dinheiro ou sob a forma de bens e serviços.
SOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIA N°9, DE 16 DE JULHO DE 2012
DOU de 29/8/2012 ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE – IRRF
EMENTA: CONCURSOS ARTÍSTICOS, DESPORTIVOS, CIENTÍFICOS, LITERÁRIOS OU A OUTROS TÍTULOS ASSEMELHADOS.PRÊMIOS DISTRIBUÍDOS EM DINHEIRO OU SOB A FORMA DE BENS E SERVIÇOS. BENEFICIÁRIO PESSOA FÍSICA E PESSOA JURÍDICA.
I – Beneficiário Pessoa
Física Na hipótese da ocorrência de concursos artísticos, desportivos,científicos, literários ou a outros títulos assemelhados, com distribuição de prêmios efetuada por pessoa jurídica a pessoa física, deve ser adotado o seguinte:
a) quando houver vinculação quanto à avaliação do desempenho dos participantes, hipótese na qual os prêmios assumem o aspecto de remuneração do trabalho, independentemente se distribuídos em dinheiro ou sob a forma de bens e serviços, o imposto sobre a renda incide
na fonte, calculado de acordo com a tabela progressiva mensal, a título de antecipação do devido na Declaração de Ajuste Anual (DAA), ou, se o beneficiário for residente no exterior, incide exclusivamente na fonte à alíquota de 25% (vinte e cinco por cento);
b) quando não houver vinculação quanto à avaliação do desempenho dos participantes e:
b.1) distribuídos sob a forma de bens e serviços, no caso de concursos em geral, o imposto sobre a renda incide exclusivamente na fonte, à alíquota de 20% (vinte por cento) ou, se o beneficiário for residente no exterior, à alíquota de 15% (quinze por cento). Na hipótese de o beneficiário ser residente em país com tributação favorecida, assim considerado pela legislação do imposto, este incide exclusivamente na fonte, à alíquota de 25% (vinte e cinco por cento);
b.2) distribuídos em dinheiro e:
b.2.1) tratando-se de concursos de prognósticos desportivos e concursos desportivos em geral, compreendidos os de turfe, o imposto sobre a renda incide exclusivamente na fonte, à alíquota de 30% (trinta por cento) ou, se o beneficiário for residente no exterior, à alíquota de 15% (quinze por cento). Na hipótese de o beneficiário ser residente em país com tributação favorecida, assim considerado pela legislação do imposto, este incide exclusivamente na fonte, à alíquota de 25% (vinte e cinco por cento);
b.2.2) não se tratando de concursos de prognósticos desportivos e concursos desportivos em geral, o imposto sobre a renda incide na fonte, calculado de acordo com a tabela progressiva mensal, a título de antecipação do devido na Declaração de Ajuste Anual (DAA), ou, se o beneficiário for residente no exterior, incide exclusivamente na fonte à alíquota de 15% (quinze por cento). Na hipótese de o beneficiário ser residente em país com tributação favorecida, assim considerado pela legislação do imposto, este incide exclusivamente na fonte, à alíquota de
25% (vinte e cinco por cento);
II – Beneficiário Pessoa
Jurídica Quanto aos prêmios distribuídos a beneficiário pessoa jurídica sob a forma de bens e serviços, através de concursos e sorteios de qualquer espécie, estes prêmios tributam-se exclusivamente na fonte à alíquota de 20% (vinte por cento). Quanto aos prêmios em dinheiro distribuídos a beneficiário pessoa jurídica, obtidos em loterias,inclusive as instantâneas, mesmo as de finalidade assistencial, inclusive as exploradas diretamente pelo Estado, concursos desportivos em geral, compreendidos os de turfe e sorteios de qualquer espécie, e também os obtidos em concursos de prognósticos desportivos, todos estes tipos de prêmios tributam-se exclusivamente na fonte à alíquota de 30% (trinta por cento). Quanto aos prêmios em dinheiro recebidos em concursos que não sejam aqueles previstos no art. 14 da Lei nº 4.506, de 1964, e nem os previstos no art. 10 do Decreto-Lei 1.493, de 1976, neste caso o prêmio será contabilizado na escrituração da pessoa jurídica recebedora, de forma a compor a receita por ela auferida.
No caso de o beneficiário ser pessoa jurídica domiciliada no exterior, o imposto sobre a renda incide exclusivamente na fonte, à alíquota de 15% (quinze por cento).
No caso de beneficiário domiciliado em país com tributação favorecida, assim considerado pela legislação do imposto, este incide exclusivamente na fonte, à alíquota de 25% (vinte e cinco por cento). DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº1.506, 30 de novembro de 1964, art. 14; Decreto-lei nº 1.493, de 7 de dezembro de 1976, art. 10; Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de 1995, art. 63; Lei nº 9.065, de 20 de junho de 1995, art. 1º; Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, art. 28; Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, art. 7º; Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999 – Regulamento do Imposto sobre a Renda (RIR/1999), arts. 245, 676, 677; 679 e 685 e Parecer Normativo CST nº 173, de 26 de setembro de 1974.

5-Comprovação de receitas sem nota fiscal
SOLUÇÃO DE CONSULTA N° 4, DE 20 DE AGOSTO DE 2012 DOU de 29/8/2012 ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA JURÍDICA – IRPJ EMENTA: COMPROVAÇÃO DE RECEITA. NOTAS FISCAIS.
O auferimento de receitas pelas pessoas jurídicas, quando desobrigadas ou impossibilitadas de emissão de nota fiscal ou documento equivalente, em razão da não-autorização de impressão pelo órgão competente, deve ser comprovado com documentos de indiscutível idoneidade e conteúdo esclarecedor das operações a que se refiram, tais como livros de registros, recibos, contratos etc, desde que a lei não imponha forma especial. DISPOSITIVOS LEGAIS Lei nº 8.846, de 21 de janeiro de 1994, art. 1º; Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, arts. 61 a 63. Fonte:Notícias Fiscais

Estrangeiros com mais de dois anos de trabalho receberão permanência

Estrangeiros com vínculo empregatício no Brasil cujo contrato de trabalho seja de dois anos podem requerer a transformação do visto temporário em permanente. Antes essas transformações só ocorriam após quatro anos de trabalho, dois anos prorrogáveis por mais dois. Os procedimentos estão sendo adequados com base na legislação trabalhista (CLT) e em parecer da Advocacia Geral da União (AGU)."Essa medida vai diminuir a burocracia tanto para o estrangeiro quanto para o Estado, que não precisará prorrogar o visto por mais dois anos. Vale ressaltar, que, apesar da transformação em permanente, o estrangeiro permanecerá vinculado à Empresa responsável pela sua estada em território brasileiro por quatro anos,“ explica a diretora do Departamento de Estrangeiros do Ministério da Justiça, Izaura Miranda.Números -De janeiro a junho de 2012, 32.913 profissionais (entre temporários e permanentes) obtiveram permissão para trabalhar no Brasil, segundo dados da Coordenação Geral de Imigração (CGig) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Das autorizações concedidas nos seis primeiros meses do ano, 29.065 são temporárias e 3.848 permanentes. MJ. Fonte:Fator

Helicóptero capaz de içar 5 mil litros de água ou 5 toneladas de carga começa a operar no país

O primeiro Ka-32A11BC da América Latina acaba de chegar a São Paulo e está pronto para atuar em combate a incêndios e no deslocamento de materiais pesados para locais de difícil acesso. O registro de queimadas no Brasil em 2012 já é 61% maior do que em 2011 e o país acaba de receber o equipamento mais eficiente do mundo em combate a incêndios. O helicóptero russo Ka-32 opera em 30 países com mais de 160 modelos. São mais de 60 unidades apenas na Coréia do Sul, atuando em incêndios e resgates, entre outros serviços. A aeronave é capaz de erguer cinco mil litros de água em um cesto (Bambi Bucket), com controlador de abertura, misturados de espuma e reabastecido por uma lâmina mínima de 46cm em apenas 50 segundos. Os helicópteros que poderiam ser utilizados para esse fim no Brasil não decolam com mais de 800 litros de água. O helicóptero, que também funciona como um guindaste voador, transportando até cinco toneladas de carga externa, atuará no mercado de infraestrutura, construção civil, petrolífero (onshore e offshore) e no apoio a companhias hidrelétricas. A iniciativa é do Helicargo, uma nova empresa originada de uma parceria entre um completo centro de serviços para helicópteros e uma especialista em içamento e movimentação de cargas. Além de operações mais rápidas e baratas, o Helicargo oferece um ganho ambiental significativo num País em franco desenvolvimento. Atualmente, o transporte de equipes, infraestrutura e equipamentos até pontos remotos, inacessíveis por rios ou estradas, depende exclusivamente da abertura de pequenas estradas vicinais, e essas tornam-se inevitáveis vetores de desmatamento. A possibilidade de utilizar transporte aéreo para esse fim reduz sensivelmente o impacto ambiental na construção de gasodutos, oleodutos e torres de transmissão. As negociações com a Kamov, que faz parte da holding Russian Helicopters, começaram em 2009, e contemplaram também o estabelecimento de um centro de manutenção para o helicóptero dentro das instalações do Helipark e o treinamento de todos os integrantes da equipe Helicargo. Quatro pilotos e seis mecânicos estiveram na Rússia no primeiro trimestre desse ano, em treinamento na própria fábrica. O mercado de cargas com helicópteros é praticamente inexplorado no Brasil, onde a maior parte da frota é destinada para o mercado executivo. O presidente do Helicargo, João Velloso, que acumula dez anos à frente do reconhecido Helipark, acredita que “as perspectivas para o novo empreendimento são excelentes, uma vez que o mercado está sinalizando a necessidade das empresas agilizarem suas operações e minimizarem seus custos em atividades como substituição de queimadores de gás em plataformas e refinarias de petróleo, transporte e instalação de tubos de gasodutos e oleodutos, instalação de torres e cabos de linhas de energia, dentre outras”. Para Nilson Rocha, vice-presidente do Helicargo e diretor da Guidastec, empresa consagrada no ramo de guindastes, “o Brasil está se inserindo em um novo cenário operacional com a utilização destas grandes máquinas de múltiplo uso, tanto para serviços como para combate a incêndios e apoio a calamidades públicas”. Diferenciais do KA-32A11BC -Precisão. Diferente dos helicópteros de construção tradicional, que possuem um único rotor principal e rotor de cauda, o Ka-32 é equipado com dois rotores coaxiais principais, que giram em sentidos opostos. Esta configuração proporciona uma maior estabilidade vertical nos voos pairados em áreas restritas, mesmo sob condições adversas, garantindo precisão a tarefas que os helicópteros com rotor de cauda fariam com bastante dificuldade. A ausência do rotor de cauda também torna o Ka-32 mais compacto e seguro, podendo operar em áreas restritas de 22X22m. Força. O Ka-32 é um helicóptero multifuncional capaz de transportar cinco toneladas de carga externa e 3,7 toneladas de carga interna. Possui cabos de 7, 30 e 70 metros, para deslocar materiais pesados, como um verdadeiro guindaste voador. Seus dois motores turboeixo Klimov TV3-117VMA tem potência máxima de 2.400shp cada, o que proporciona uma maior capacidade de elevação de carga e teto mais alto de operação (5.000m), tanto no voo pairado como em voo de cruzeiro. Autonomia. O Ka-32 do Helicargo pode voar até 920km ou quatro horas sem necessidade de reabastecimento, uma vez que conta com tanques auxiliares. Na configuração standard (sem os tanques auxiliares), a aeronave voa até 630km. Agilidade. A velocidade máxima da aeronave é 260km/h (ou 140 knós) e a velocidade de cruzeiro 230km/h (ou 120 knós). Motores: dois motores turboeixo Klimov TV3-117VMA, com potência de 2400shp cada, comprimento de 11,2 metros, altura de 5,40 metros, diâmetro dos rotores de 15,9 metros, peso máximo decolagem de11 toneladas, peso máximo de voo com carga externa de 12,7 toneladas, velocidade de cruzeiro de 120 knós , teto de serviço de 5.000 metros, e alcance máximo de 920 km.Fonte:Fator

Triunfo recebe autorização ambiental para iniciar obras no Aeroporto Internacional de Campinas

Início das obras ocorrerá imediatamente, três meses antes do previsto. Companhia planeja entregar o segundo terminal dentro de 22 meses. São Paulo – A Triunfo Participações e Investimentos S.A. [Bovespa: TPIS3] – empresa que atua no setor de infraestrutura e está presente nos segmentos de concessões rodoviárias, administração portuária e aeroportuária, cabotagem e geração de energia – informa que recebeu da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) a licença ambiental para iniciar os investimentos no Aeroporto Internacional de Viracopos, localizado em Campinas (São Paulo). A autorização foi concedida à concessionária Aeroportos Brasil Viracopos S.A., formada pela Triunfo, UTC Participações S.A., Egis Airport Operation e Infraero.Com a licença, as obras serão iniciadas imediatamente, três meses antes do previsto no cronograma da licitação, com o objetivo de entregar o segundo terminal de passageiros, com capacidade para 14 milhões passageiros, fingers para 28 aeronaves e estacionamento correspondente, dentro de 22 meses.O consórcio Aeroportos Brasil Viracopos S.A. será responsável pelos serviços de ampliação, manutenção e operação do aeroporto de Campinas pelos próximos 30 anos, conforme contrato assinado em 14 de junho de 2012.Perfil da TPI - Triunfo Participações e Investimentos S.A. é uma das principais empresas brasileiras do setor de infraestrutura, com forte atuação nos segmentos de concessões rodoviárias, administração de portos e aeroportos, geração de energia e cabotagem. De capital aberto, está listada no Novo Mercado, nível mais alto de Governança Corporativa da BMF&Bovespa. A Triunfo está presente nos Estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Goiás e Amazonas, empregando mais de 2.500 colaboradores diretos.A companhia administra 642 quilômetros de rodovias no Sul e no Sudeste do Brasil, por meio das concessionárias Concepa, Concer e Econorte. Possui participação de 50% na Portonave S.A., que opera o Terminal Portuário de Navegantes, em Santa Catarina; e de 58,5% na empresa de navegação e logística Maestra. A empresa controla também a Rio Verde Energia S.A, concessionária da UHE Salto, em Goiás, e a Rio Canoas Energia, concessionária da UHE Garibaldi – em construção no Estado de Santa Catarina, entre as cidades de Abdon Batista e Cerro Negro. Além disso, detém 23% da Aeroportos Brasil Viracopos, concessionária que será responsável pela administração do Aeroporto Internacional de Campinas – Viracopos. Fonte:Fator

Aeroporto Inteligente

O número de passageiros aéreos aumenta a cada ano. E, no caso do Brasil, a tendência é crescer ainda mais, por conta dos eventos esportivos como a Copa 2014 e Olimpíadas 2016. De acordo com a agência de classificação de risco Standard & Poor's, 180 milhões de brasileiros voaram em 2011 e a previsão é de que esse número dobre até 2030. Atenta a esse cenário, a SITA, líder mundial em comunicação e soluções de TI para o transporte aéreo, tem trabalhado em conjunto com companhias aéreas, Infraero, Departamento de Controle do Espaço Aéreo e organizações privadas que venceram as concessões de aeroportos para melhorar a qualidade do serviço oferecido ao passageiro. “A SITA desenvolveu o conceito de aeroporto inteligente, que tem como base a convergência de três tendências: autoatendimento, mobilidade e tomada de decisão colaborativa. A ideia é criar um ambiente de fluxo mais eficiente de passageiros e bagagem, tanto durante a operação normal como em momentos de maior movimento”, afirma Elbson Quadros, diretor comercial da SITA. A BioThenticate, solução de gerenciamento biométrico, é utilizada para aumentar a segurança aeroportuária, agilizar o fluxo de passageiros e auxiliar os governos a reduzir o congestionamento e limitações de recursos na imigração e alfândega. O BioThenticate evita fraude através da verificação da identidade de cada passageiro em cada etapa da viagem. Isso permite a expansão do autoatendimento, custos mais baixos e uma viagem rápida e livre de problemas para os passageiros. Com a solução de gerenciamento de aeroportos AMS (Airport Management Solution), os aeroportos se beneficiam de um controle maior sobre suas operações. A tecnologia permite que as equipes tomem decisões colaborativas e fornece resultados, assegurando que serviços operacionais sejam cumpridos em todos os momentos. Aeroportos, empresas aéreas, equipes de terra e controle de tráfego acessam as mesmas informações em tempo real, o que permite a tomada de decisões com o máximo de precisão para garantir uma gestão otimizada do aeroporto. “A infraestrutura aeroportuária é peça-chave para o sucesso dos eventos esportivos que serão realizados no país. Por já ter atuado em projetos estratégicos em todo o mundo, a SITA pode contribuir bastante para que o Brasil tenha um desempenho marcante”, afirma Alex Covarrubias, vice-presidente da SITA para América Latina.Há mais de 25 anos, a SITA tem auxiliado governos do mundo todo em importantes desafios: a necessidade de atingir o equilíbrio entre a segurança e o controle de fronteira e imigração, e o desejo de desenvolver o turismo. A empresa atuou na Copa do Mundo 2010 e nos Jogos Olímpicos 2008.

Azul & Trip

Azul será a marca da companhia resultante da associação entre as duas aéreas e terá nova identidade visual que preserva legado da Trip Decisão foi acertada com base em pesquisas realizadas pelas empresas.São Paulo – A companhia resultante da união entre a Azul Linhas Aéreas e a Trip Linhas Aéreas, após aprovação das autoridades governamentais, já tem uma nova marca definida: Azul. Pesquisas encomendadas pelas empresas apontaram que a Azul detém hoje uma marca com maior presença e, portanto, com maior conhecimento no Brasil e no mundo. Para simbolizar a união entre as duas companhias, uma nova identidade visual foi criada, trazendo elementos da Trip que preservam o legado desta marca no novo logotipo. Para David Neeleman, CEO e presidente do Conselho da Azul Linhas Aéreas, escolher entre os dois nomes foi uma decisão difícil, pois as duas aéreas souberam construir suas imagens de forma primorosa nos últimos anos. “Esse é o resultado esperado quando o discurso está alinhado com a prática. Ambas as companhias foram hábeis nessa relação e por isso construíram marcas que comunicam os atributos a ela desejados. Logo, a dificuldade de optarmos por uma”, conclui Neeleman. “Estou contente com a definição e adoção de uma marca unificada. Isto nos tornará muito fortes, maximizará nossos investimentos, e acima de tudo representará um legado unificado” diz José Mário Caprioli, presidente da Trip Linhas Aéreas. O logotipo da Azul passará por modificações. A letra “U” na palavra “Azul” passa a ser grafada em tons contrastantes com as letras “A”, “Z” e “L”, de forma a evocar a logotipia atual da Trip, onde a letra “I” é grafada em tonalidades distintas das letras “T”, R” e “P”. Além de remeter ao logo da Trip, a letra “U” destacada em outra tonalidade simboliza a “união” das duas companhias em torno do objetivo de ser a companhia número 1 na escolha dos Clientes. Há ainda outra mudança: as expressões “Linhas Aéreas Brasileiras” e “Brazilian Airlines”, que hoje fazem parte da marca, deixam de existir, uma vez que a empresa já se consolidou como uma companhia aérea e brasileira. As duas empresas manterão suas marcas por mais algum tempo, porém, passam a incorporar uma assinatura e um selo alusivo ao momento de integração nas aeronaves, cujo tema é “Azul e Trip: juntas pelo Brasil.” Os novos aviões, encomendados pelas duas aéreas, já sairão de fábrica ostentando a nova identidade unificada. Quanto aos aviões já existentes nas malhas das empresas, esses receberão gradativamente a nova identidade unificada quando do cumprimento dos trabalhos de manutenção e repintura, programados para acontecer ao longo dos próximos anos. A expectativa é de que em dois anos toda a frota esteja sob a nova marca.Algumas ações serão feitas em homenagem às empresas, com o objetivo de que suas atuais marcas sejam lembradas após o surgimento da nova companhia. Como já é tradição da Azul “batizar” suas aeronaves, todos os aviões da Trip ganharão “padrinhos e madrinhas”, que darão nomes aos aviões, e terão uma faixa na cor prata, elemento presente na identidade atual da empresa. Além disso, um Embraer e um ATR da Trip serão mantidos com as pinturas atuais, para todo o sempre. Por fim, um Embraer 195 ganhará uma pintura especial tendo como base a cor prata, presente na identidade da Trip, simbolizando a união das duas empresas. Em relação aos uniformes, as companhias entendem que esses continuam representando-as muito bem, além de serem bem avaliados por aqueles que os vestem. Assim, para deixar clara a mensagem de união, as companhias resolveram adotar os uniformes hoje utilizados por cada um em diferentes áreas. Dessa forma, os técnicos de manutenção de ambas as empresas passarão a utilizar os uniformes hoje empregados pela Azultec, a divisão de manutenção da Azul. Em contrapartida, toda a equipe de solo, das duas empresas, passarão a vestir o uniforme recentemente desenvolvido para a Trip pela estilista Teresa Santos, que será responsável também por criar um novo uniforme para os comissários na nova companhia. A unidade de cargas, a Azul Cargo, manterá o seu atual traje, com a mudança da marca. O uniforme para pilotos ainda está em definição.As companhias passam a adotar as cores “azul médio” (no jargão interno, o “azul Trip”) como cor de suporte, assim como o uso pontual da cor cinza-prateado, outra referência direta à identidade atual da Trip. Assim, este novo padrão será gradativamente aplicado a veículos, equipamentos de apoio em solo, edifícios, balcões de aeroportos, materiais impressos e peças promocionais, sempre de acordo com o cronograma estipulado pelas autoridades governamentais.O trabalho de implantação de uma única identidade corporativa para as duas companhias encontra-se em fase de preparação e desenvolvimento de sua normatização para eventual aplicação. Quando da aprovação do acordo pelas autoridades, ele será gradativamente adotado em todas as aplicações da marca. Quando duas empresas de tão expressivo sucesso se unem, uma das primeiras perguntas é sempre em relação a qual marca sobreviverá. Neste caso, se pelo resultado, a marca apontada foi a Azul, isto não necessariamente significava que a imagem da Trip irá desaparecer. “Nossa intenção foi a de promover a continuidade do incrível legado que ambas as companhias aportam. Ainda que jovens – a Trip tem somente 14 anos e a Azul menos de quatro anos de idade – trabalhamos para que as duas marcas fossem promovidas e lembradas, com a inclusão de elementos das duas em todo o trabalho de identidade visual nesta nova fase de unificação das companhias” afirma Gianfranco Beting, diretor de Comunicação, Marca e Produto da Azul.A Azul Linhas Aéreas Brasileiras e a TRIP linhas Aéreas anunciaram uma acordo de associação em 28 de maio de 2012. Se aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade) e pela Agência Nacional de Aviação Civíl (Anac), as empresas passarão a operar sob a holding Azul Trip S/A. Essa associação resultará em uma das companhias aéreas mais competitivas do País, somando cerca de 800 voos diários, 249 mercados atendidos e 99 destinos. A qualidade dos serviços de ambas as companhias já foi atestada por inúmeros prêmios, nacionais e internacionais. Entre eles, Azul e TRIP foram eleitas pela Skytrax World AirlineAwards 2012 como bicampeãs nas categorias “Melhor companhia aérea low-cost da América Latina” e “Melhor Companhia Aérea Regional da América do Sul”, respectivamente. Fonte:Fator

O mercado de Aviação no Brasil

O setor de aviação civil possui valor estratégico para o crescimento econômico e tecnológico de um país. Estima-se que daqui dois anos, o Brasil será um dos maiores mercados de aviação do mundo, integrando 90 milhões de passageiros (32% a mais que o volume atual). De acordo com a ANAC, a demanda do setor acumulada nos cinco primeiros meses de 2012 já apresentou crescimento de 6,5% em relação ao mesmo período de 2011. Seguindo essa tendência (crescimento de quase 12% a cada ano), em 2014, o País ficará entre os que mais transportam passageiros, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (671 milhões), China (379 milhões) e Japão (102 milhões).Para atender a essa demanda, o Brasil terá que “voar” contra o tempo e ampliar seus investimentos no setor de aviação que atualmente cresce e confirma um bom momento.“O setor da aviação cresce a cada dia e para atendermos uma demanda maior precisamos investir em infraestrutura. Mais aeroportos, ampliações nos já existentes e regulamentos diferenciados para a categoria de táxis aéreos, seria ideal e de suma importância”, comenta Jorge Bitar Neto, comandante e proprietário da Helimarte Táxi Aéreo.Perfil - A Helimarte é a empresa de Táxi Aéreo do Comandante Jorge Bitar Neto, localizada em hangar próprio no Campo de Marte, em São Paulo. Há treze anos no mercado, a Helimarte se diferencia por seus variados serviços oferecidos para os mais variados públicos. Desde transporte para executivos em viagens de negócios, até passeios panorâmicos por São Paulo e fornecimento de aeronaves para coberturas jornalísticas e inspeções aéreas. A Helimarte tem como pilar a qualidade em seus serviços e a modernização de sua frota para atender com excelência seus clientes, por isso tem se destacado no setor como a empresa de taxi aéreo que mais cresceu na cidade de São Paulo e, em 2011, pode comemorar a aquisição de seu segundo hangar no Campo de Marte. Atualmente a empresa conta com uma moderna frota de 12 helicópteros, com capacidade de 1 a 6 passageiros, e 4 aviões, com capacidade para 4 a 9 passageiros. A Helimarte possui o certificado CHETA (Certificado de Homologação de Empresa de Táxi Aéreo) fornecido pela ANAC, desde 2003. Fonte:Fator