terça-feira, 27 de março de 2012

TAP, S.A.atinge lucro de 3,1 milhões de euros em 2011

Recorde de passageiros compensa gastos com combustível. A TAP, S.A. registrou lucros de 3,1 milhões de euros em 2011, apesar de os custos com o combustível terem excedido a 717 milhões de euros, mais 37,1 % que no ano anterior.A manutenção de um resultado líquido positivo pelo terceiro ano consecutivo só foi possível graças ao crescimento da companhia, que transportou um número recorde de 9,8 milhões de passageiros, mais 7,3% que em 2010.O total de receitas no exercício de 2011 ultrapassou a 2,3 mil milhões de euros, evidenciando um aumento de 4,2% face aos 2,2 mil milhões apurados no ano anterior.Os resultados positivos da TAP espelham o esforço continuado de melhoria da eficiência, obtida através de ganhos de produtividade, diminuição de consumos e redução de custos, excetuando o combustível. Apesar de a operação ter aumentado 5,9%, em 2011 os custos situaram-se em 1.356 milhões de euros, menos 0,7% que os 1.365 registrados em 2010.Os resultados operacionais foram igualmente positivos em 41,1 milhões de euros, apesar da quebra de 60% face aos 103 milhões registrados em 2010.Embora tenha aumentado a oferta (PKO) em 5,9%, a companhia nacional registrou um aumento da procura (PKU) em 8,5%, o que permitiu igualmente melhorar em quase dois pontos o coeficiente de ocupação, cujo valor médio em 2011 se situou nos 76,3 %.A capacidade de adaptação da TAP aos elevados preços do combustível é particularmente evidente se se tiver em conta que em 2008, o pior ano da indústria a nível mundial, a companhia registrou um prejuízo de 209 milhões de euros com um gasto de combustível de 703 milhões. Em 2011, o custo do combustível atingiu o valor recorde de 717 milhões de euros, mas a empresa conseguiu registrar lucros de mais de três milhões, apesar da quebra em relação ao exercício anterior.Entre os maiores crescimentos registrados em 2011 destacam-se os 18% a mais nas linhas que servem o continente americano, os 7,4% das linhas do Brasil e os nove por cento de aumento verificados nas rotas europeias, apesar da crise economica que afeta o Velho Continente, e que tem provocado grandes perdas na maioria das companhias aéreas.Fonte:Fator

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