Na Câmara, os representantes de estados onde não há atividade petrolífera encaminharam, ontem, ao presidente da Casa, Marco Maia, um pedido de urgência na votação do projeto que altera a distribuição dos royalties pagos pela indústria petroleira. Capitaneados pelas frentes parlamentares Mista em Defesa da Democratização dos Royalties e Municipalista, cerca de 300 deputados federais assinaram o pedido que será analisado no plenário da câmara. Se aprovado, o projeto pode ser votado no mesmo dia. O movimento acontece ao mesmo tempo em que uma comissão constituída na câmara propõe-se a analisar a questão.A comissão tem como meta de trabalho, segundo o presidente desta comissão, Carlos Zarattini (PT-SP), entregar um relatório até o próximo dia 10 de abril. Para Zarattini, o pedido de urgência encabeçado pelos não produtores é uma “pressão legítima” e não atrapalha os trabalhos da comissão. Se a proposta alvo do pedido de urgência for aprovada na Câmara, tal qual aconteceu no Senado, ano passado, os estados produtores podem ter alteradas as atuais previsões de receita. Enquanto os parlamentares não chegam a um acordo, a indústria petrolífera fica presa, vendo, apenas por cima do muro, os limites da fronteira de sua produção, sem poder alcançá-los. Fonte:NN
sexta-feira, 16 de março de 2012
Em meio a negociação, parlamentares pressionam por projeto prejudicial a RJ e ES
Na Câmara, os representantes de estados onde não há atividade petrolífera encaminharam, ontem, ao presidente da Casa, Marco Maia, um pedido de urgência na votação do projeto que altera a distribuição dos royalties pagos pela indústria petroleira. Capitaneados pelas frentes parlamentares Mista em Defesa da Democratização dos Royalties e Municipalista, cerca de 300 deputados federais assinaram o pedido que será analisado no plenário da câmara. Se aprovado, o projeto pode ser votado no mesmo dia. O movimento acontece ao mesmo tempo em que uma comissão constituída na câmara propõe-se a analisar a questão.A comissão tem como meta de trabalho, segundo o presidente desta comissão, Carlos Zarattini (PT-SP), entregar um relatório até o próximo dia 10 de abril. Para Zarattini, o pedido de urgência encabeçado pelos não produtores é uma “pressão legítima” e não atrapalha os trabalhos da comissão. Se a proposta alvo do pedido de urgência for aprovada na Câmara, tal qual aconteceu no Senado, ano passado, os estados produtores podem ter alteradas as atuais previsões de receita. Enquanto os parlamentares não chegam a um acordo, a indústria petrolífera fica presa, vendo, apenas por cima do muro, os limites da fronteira de sua produção, sem poder alcançá-los. Fonte:NN
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