A indústria de petróleo e gás é uma das mais disputadas pelas seguradoras, que investem tempo e recursos para conquistar clientes de peso. Esse segmento é de longo prazo. Enquanto em outros o boom de contratos de seguros termina precocemente, a exploração de petróleo continuará demandando seguros pelas próximas duas décadas. O mercado segurador mundial pagou USD 33 bilhões em indenizações por conta de acidentes nos setores de óleo e gás em cerca de 40 anos, levando-se em conta apenas as chamadas apólices de propriedade, que cobrem os danos causados por incêndio, clima e outros eventos.
O Brasil aparece na lista com dois incidentes que causaram perdas de USD 1,4 bilhão, o que representa 4,2% do total despendido em indenizações pelo mercado segurador com o setor de petróleo e gás desde 1972. Os acidentes foram em plataformas da Bacia de Campos, situada no Rio de Janeiro e operadas pela Petrobras. A atividade das plataformas tem sido aquelas com o maior crescimento nas perdas para o mercado segurador. Segundo Luciana Santana, diretora da Life Insurance, empresa que atua na área de consultoria e assessoria de seguros para diversas empresas, os riscos na área de engenharia são mais amplos, porque envolvem instalações, construções e montagens. Ela fez questão de salientar que no caso da extração de petróleo, o risco é mais iminente.Fonte: NN - Redação
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